Corridas e análises

Tanque de guerra – parte 2

Depois da pancada que a Ferrari aguentou em Spa ao final da primeira volta – Alonso disse que o carro pendia para o lado direito na reta, mas não estava inguiável – o toque em Button na segunda perna da primeira variante foi fichinha. Mesmo assim, é curioso ver que o carro vencedor em Monza estava nesse estado:

4 comentários em “Tanque de guerra – parte 2”

  1. A sorte também tem que aparece, Alonso cometeu alguns erros em 2010, mas também teve azar em algumas corridas! No geral todos os ponteiros passaram por isso em 2010. A gente recorda os anos de domínio de Schumacher em 01/02/04 percebe que sorte e competência fazem diferença quando andam juntas! Muito se falou da sorte que Schumacher carregava, que o carro nunca quebrava, mas ele também não cometia erros, ninguém faz 17 pódios seguidos em uma temporada só contando com a sorte, se o carro não quebra o piloto também tem a obrigação de não errar…

    1. O que parece lógico é que, quanto maior a concorrência, mais erros os pilotos cometem e, quanto mais próximo o campeonato, mais esses episódios são decisivos.
      Acho que você faz sua própria sorte, cuidando de todas as circunstâncias que podem falhar, e o Schumacher sempre fez isso. Mesmo assim, num campeonato apertadíssimo como o de 2006, por exemplo, foi traído por uma quebra de motor na penúltima prova. Azar? Bom, Alonso também teve uma quebra, em Monza, então se vermos caso a caso, sorte e azar se equivalem. O que conta é competência.

      1. para reforçar suas palavras, se não fosse a construção dos carros de hoje, seria fim de prova na certa.

  2. Julianne, eu não tinha ideia que o carro do Alonso tinha ficado nesse estado… Concordo com a sua opinião no comentário acima “o que parece lógico é que, quanto maior a concorrência, mais erros os pilotos cometem”. No período hegemônico de Schumacher não houve campeonatos super competitivos como o desse ano, por exemplo.

Deixe uma resposta