Rapidinhas sobre o KERS em 2011

Só passando rapidamente antes de continuar com o último capítulo da série dos fatores que fizeram da temporada de 2010 a melhor dos últimos anos para dar uma resposta àqueles que tinham perguntado sobre o regulamento de 2011, especialmente sobre o KERS.

De fato,  o sistema não será obrigatório e as equipes com menos recursos não devem se arriscar – a Lotus já anunciou que não tem dinheiro -, pelo menos no início da temporada. Acredita-se que haja mais sucesso dessa vez devido ao limite de peso do carro ter aumentado de 605 para 640kg, o que elimina o dilema: pouca potência gerada x muitos kg a se carregar, principalmente no caso de pilotos mais pesados/altos.

Sobre essa e outras mudanças técnicas para o ano que vem, o Mike, do Formula UK, fez um post muito bom. Falarei mais sobre KERS e ultrapassagens num post que estou preparando com a visão de Pat Symonds.

8 comentários sobre “Rapidinhas sobre o KERS em 2011

  1. Okay, 640kg… Que lástima. Já não bastam motores fracos, limitados e sem torque, agora os carros estão bem mais pesados. E o KERS sozinho não vai reverter iso.

    Vamos torcer para que as coisas mudem em 2013, mas eu duvido.

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  2. regra com excessão gera subterfúgios, segundas leituras, vide o difusor duplo em 2009! se as pequenas não podem arcar, alguém está errado, ou no lugar errado! caberia a FIA corrigir o erro, financiando de alguma forma as nanicas! Ju, pelo post do Mike, asa móvel que nasce engessada gera dupla interpretação! onde estão os técnicos? a confusão está só começanndo “fora da pista”, e isso não é bom! inovação e isenção é o que queremos!

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    1. O KERS não é a primeira ou a última vedete que será privilégio de alguns na F1. Trata-se de um campeonato de construtores, não uma competição monomarca, baseada em igualdade. Nunca foi.
      Agora essas asas traseiras móveis… não vou julgar antes de ver funcionando mas, como bem disse o Mike, além de artificial, será controlada como? Pela ECU? Ainda parece nebuloso.

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      1. seguindo seu raciocínio, tivemos em 88 turbo x aspirado; em 92 a ferrari lançou o câmbio semi-automático; em 92, a suspensão ativa da willians ( uma das invenções mais maçacrantes de todos os tempos), realmente, se olharmos por essa vertente, a diferença de caminhos a seguir pode ser salutar, ao criar diferenças de rendimento! em relação à asa traseira, talvez o impecilho maior, assim como o kers, seja impor restrição quanto à distância e ao tempo respectivamente, afinal, onde está a liberdade da disputa? parce um tiro no pé!!!

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