F1 na TV inglesa: O lado técnico

Quem disse que os times pequenos não servem para nada? Com muito pouco a esconder, são a locação perfeita para matérias que explicam o funcionamento dos carros. Nessa primeira, Martin Brundle fala como são captados e usados os dados de telemetria.

O repórter Ted Kravitz vai até a Lotus para explicar, junto do diretor técnico Mike Gascoyne, como funciona o difusor escapamento. Levemente mais didático que o “espião da F1”, não?

Falta de tempo na transmissão? Não é problema. Em 35s, Brundle explica o pesadelo dos estrategistas e pilotos: o graining nos pneus

Numa análise mais detalhada, o ex-piloto sobe num Red Bull antigo para mostrar como o carro sai de frente e de traseira e como o piloto pode ajustá-lo para corrigir esses comportamentos.

12 comentários sobre “F1 na TV inglesa: O lado técnico

  1. Julianne, comnheci seu blog através do artigo que vc escreveu no blog do Ico. Muito interessante seu texto e, desde então passo a acompanhar o seu blog. Essa série “F1 na TV inglesa” sitetiza um desespero que sinto toda vez que assisto a F1 na Globo. Para piorar um pouco mais a minha situação eu trabalho ocmo editor de imagens numa emissora de grande porte de São Paulo. Técnicamente é esquisito e em termos de conteúdo é desesperador como as coisas são tendenciosas ou conspiratórias… Muito bem sacada esta idéia de garimpar estas pérolas da BBC. Vc pode achar muito mais nas TVs espanhola, portuguesa, alemã, belga e francesa (nas quais tive a oportunidade de assistir in loco). Parabéns pelo blog e pelas pautas abordadas…

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    1. Oi Paulo, obrigada pelos comentários. O que me estranha é que eles têm muito material para trabalhar, são quase 7h de transmissão que vem da FOM por corrida. Daria para fazer algumas matérias em estúdio mesmo, usando mais o Burti ou o Reginaldo. É um produto que eles já compram, usando uma estrutura que eles já têm. Não estamos pedindo muito!
      Não acompanho a transmissão da Alemanha pq meu alemão é péssimo, mas vejo que eles têm muito repórteres, além do Lauda, e também começam ao vivo bem antes. Você já viu? Como é?

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      1. Julianne, na Europa, a F1 tem vários spots que podem ser divididos (como vc já deve ter percebido) em highlights, todos os treinos (inclua-se bastidores e análises entre uma volta e outra) com as coletivas na sala e no cercadinho, a classificação (neste momento a transmissão é de mais ou menos 2 a 3 horas, num pacote parecido com os jogos do Brasileirão com direito a imagens exclusivas) e a corrida. Neste último caso, vc tem na BBc o famoso grid walk que o Martin Brundle faz com maestria, já que é afiado e rápido nas perguntas… Enfim, um final de semana típico, a média de transmissão passa das 9 horas. Mesmo em países que tem dificuldades de transmissão (Portugal, por exemplo) é fácil captar um sinal aberto de uma RTVE ou TV5… só não falta boas transmissões seja BBC, Eurosport, RAI 1, etc… Vale considerar a repercussão em sites e mídia impressa. No caso de Portugal a Autosport deles, fez 33 anos! O Speeder tem razão ao destacar as capas da publicação, ela é simplesmente sensacional! faz jus a sua matriz inglesa. abs

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  2. É, essas matérias são muito bacanas. Se pelo menos durante o GP Brasil a TV Globo pudesse produzir algo no gênero seria algo fantástico.

    O problema é que F1 na TV aberta não rola porque não dá ibope, na TV paga também não porque nenhum dos canais pagos têm dinheiro pra produzir e na internet também não porque a TV Globo tem medo de que suas “produções” caiam na rede e a concorrência aprenda os truques.

    C’est La vie.

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  3. vendo este segundo post sobre o assunto, Ju, podemos perceber que a simplicidade pode ser o caminho para a solução! como você mesma disse, chegar ao nível da BBC,é complicado! os dados técnicos existem, basta correr atrás! vimos que uma abordagem simples e direta de 50 segundos pode desdobrar muitos segredos! um especialista técnico da área, como o Burti, poderia exercer muito bem este papel, e não apenas o comentário muito simplificado sobre os rádios, durante as transmissões! no tocante ao custo/benefício, acredito que este ataque curto e pontual (não tão caro), seria enriquecedor a médio prazo, atraindo a atenção do público, sem necessariamente ter que criar um herói nacional ( para atrair visibilidade), pois, o detalhe técnico passaria a fazer sentido! em relação a qualidade das “redes públicas”, podemos fazer um paralelo da BBC,com a TV Cultura! apesar da diferença qualitativa e quantitativa, vemos que possuem linhas de trabalho muito voltadas para enriquecer o público! não que não exista qualidade na rede privada, mas sabemos que os $$$$$$, falam mais alto!!! para exemplificar melhor, como comparar a qualidade do CASTELO RÁ TIM BUM (TV CULTURA), COM O PROGRAMA DA XUXA ( GLOBO)?????

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    1. É como eu disse para o Paulo. Para algumas coisas, a questão da grana não cola.
      Ontem vi a Stock Car. Bom, aí não tem desculpa de investimento pesado, lucro, essas coisas. E chamam os pilotos que estão decidindo o campeonato pra perguntar que time eles torcem?

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      1. as vezes, as coisas são tão simples, que dificultamos tentando achar uma solução mirabolante! basta se ater aos fatos! um video de 50 segundos custa tanto assim? parece aquele velho problema brasileiro, a tal má vontade de fazer o certo! dá muito trabalho sabe!? pergunta valendo 1 milhão: – qual diferença vai fazer para o espectador, saber qual time o piloto torce? resposta idiota/ tolerância zero: – o espectador não vai se focar no automobilismo e lembrar do futebol, ou seja, estão jogando contra o patrimônio!!! no subconsciente, está escrito, o “prato principal é o futebol”!!! onde está a razão? não precisa responder!!!

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  4. o que vc precisa exatamente? suas referências de vídeo by youtube são muito boas e tb são integrantes desses programas. Se colocar na integra, não sei exatamente como vc poderá exibi-los no blog. Vai precisaar de algum material impresso? fico no aguardo seu… abs

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    1. Se tiver trechos, matérias ou mesmo esses clips que todos eles fazem, acho que seria legal. Minha intenção é mostrar como a F1 é tratada em outros países, para discutirmos até onde conseguimos chegar por aqui. Não sei se é exatamente o que vc tem.

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      1. Vou revirar as coisas por aqui, e te dou um parecer, acho interessanetb rever coisas mais antigas, a título de compreender melhor como que a mídia européia foi se estruturando em torno da F1 ou ainda o WRC, os principais certames da FIA… vou ver o que consigo e te passo em mídia física para te facilitar a checagem deste material… abs

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