F1 na TV espanhola: tato com os “rivais”

Quando falávamos sobre a cobertura da BBC, alguns citaram a barreira da língua para que não houvesse tantas entrevistas na transmissão brasileira. De fato, os espanhóis não falam tanto com os estrangeiros – e, quando o fazem, colocam uma tradução simultânea de estúdio que torna difícil compreender qualquer um dos áudios –, mas isso não os exclui da programação.

Todo GP, Nira Juanco está por perto dos pilotos no driver’s parade e arranca alguma entrevista. Seu preferido é Vettel, de quem até ganhou uma aposta pela vitória da Espanha contra a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo: ele lembrou e, numa dessas entrevistas, lá estava com 10 euros para entregar à repórter.

Bruno Senna se esforça para arranhar um espanhol nessa longa matéria em que Nira Juanco o acompanha em eventos na semana que antecedeu o GP do Brasil. Dentre outras curiosidades, Bruno revela que é mais assediado no Japão que por aqui.

A La Sexta arriscou relacionar a situação de Webber na Red Bull e Alonso na McLaren em 2007. Até fizeram o australiano e Vettel passarem por um quiz para ver se eram muito diferentes. A ideia é “promover” uma briga para um certo piloto da Ferrari se aproveitar…

A McLaren, aliás, é tratada com desconfiança. As cicatrizes de 2007 ainda doem, dos dois lados. Mas Button, que não tem nada a ver com a história, é a simpatia em pessoa ao receber Nira “em casa”.

Numa outra matéria com os pilotos prateados, Jenson e Lewis repetem uma experiência pela qual os espanhóis já passaram em anos anteriores: dar uma volta às cegas, esta no circuito de Valência, para ver quem faz o melhor tempo.

Um comentário sobre “F1 na TV espanhola: tato com os “rivais”

  1. Comparações como sabemos, são perigosas, mas tendo vista a programação “técnica” dos italianos, e a BBC, o nível fica mais alto. Que eu me lembre, a abordagem da Globo, em comparação à La Sexta por exemplo, tratava os “amigos” dos brazucas de uma forma, como Boutsen e Berger (anjinhos, hehe), e os “inimigos”, esses eram crucificados em praça pública, hehe! Que o diga Shumacher e Prost, que devem ter tremido nas bases quando do enterro de Senna no Brasil, tamanha a rejeição criada pela oficial. Por tão pouca estrada, a La Sexta ensaia voos promissores, tendo em vista, uma abordagem, apesar de ultranacionalista, hehe, mas que dá espaço para os concorrentes, algo difícil de se ver no produto nacional. Parece que os espanhóis já embarcaram no voo em busca da excelência, chegarão?

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