F1 na TV espanhola: fazendo render o dinheiro investido

A La Sexta também investe nos clipes, mesmo ainda engatinhando em relação à BBC, principalmente na escolha das músicas.

Mas a maior parte de seu programa que abre a transmissão da corrida, além das tagarelices e alguns comerciais – no “melhor” estilo Milton Neves – de Antonio Lobato, é feita com narrações gravadas em estúdio e imagens dos treinos ou provas anteriores.

Há sempre um clipe com imagens que relembram como foi aquele GP no ano anterior, ou listas de motivos para assistir a essa ou aquela corrida. No site da emissora, há uma votação das melhores ultrapassagens do ano, e as transmissões exibem os resultados parciais. Simples, e, apesar do sensacionalismo do texto, serve para situar o telespectador.

Quando a Ferrari introduziu sua 1ª versão do difusor escapamento, a La Sexta explicou desta maneira para seus espectadores:

No programa que foi ao ar antes do GP do Brasil, uma homenagem aos pilotos brasileiros que já passaram pela F1. No início do programa, dentre as imagens introdutórias sobre o GP, Antonio Lobato apareceu pensativo ao lado do túmulo de Senna.

Se fizesse um top 10 das melhores matérias de F1 do ano, esta provavelmente entraria, com imagens raríssimas da chamada “reunião das cofas” da Ferrari.

2 comentários sobre “F1 na TV espanhola: fazendo render o dinheiro investido

  1. Ver as matérias da La Sexta, mesmo não sendo um primor BBC ( levando-se em conta o ultranacionalismo), dá para se notar que no quesito entretenimento/informação, nos deixam muito para trás. Um ponto que me chamou a atenção, foi o fato de vc ter falado sobre a música nos clipes, e aí, me veio à memória, uma entrevista com Jimi Hendrix, em 1969, no The Dick Cavett Show. Em dado momento, o músico, já naquela época, presumia, que no futuro, as pessoas viveriam mais e mais dependentes das artes, inclusive a música. Resumidamente, Jimi disse que em um mundo cada vez mais egoísta, a sociedade precisava de coisas mais substanciais, como por exemplo, arte e música. Vale a pena ver. Subtraindo-se os preconceitos musicais e comportamentais daquela época, vemos o quanto necessitamos preencher a alma com sons. É um discurso futurista.

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