Red Bull e Ferrari são os reis da confiabilidade até agora

Enquanto alguns times quebram a cabeça para entender os Pirelli (assunto sobre o qual falaremos mais amanhã), outros têm questões mais urgentes para resolver. Dos grandes, McLaren, Mercedes (com os mesmos problemas hidráulicos de Valência) e Renault não estão conseguindo tanta quilometragem quanto os líderes da confiabilidade: Red Bull e, principalmente, Ferrari – que já tem mais de 400km a mais rodados que os rivais mais próximos, justamente os rubro-taurinos. A McLaren sofreu com alguns problemas mecânicos e teve seus testes aerodinâmicos atrapalhados pelo vento nesse que foi o primeiro teste do carro novo e deu apenas 233 voltas, contra 463 da Scuderia.

Alonso e Massa andam justificando o salário

Entre as médias, é a Williams que tem enfrentado mais problemas, principalmente no KERS, enquanto a Virgin surpreende pelo número de voltas dados em relação às concorrentes mais próximas.

Quanto as equipes andaram até agora nos testes

Equipe Voltas kms
Ferrari 749 3196
Red Bull 653 2782
Force India* 591 2479
Mercedes 541 2310
Sauber 534 2274
Toro Rosso 530 2261
Williams 512 2158
McLaren* 512 2149
Renault 504 2135
Virgin 435 1834
Lotus 251 1089
Hispania* 188 753

*usaram o carro do ano passado nos primeiros testes

Quanto cada piloto andou

    Voltas Divisão em %
Red Bull Vettel 324 49%  
Webber 329 51%  
McLaren Hamilton 177 35%  
Button 244 48%  
Paffett 91 17%  
Ferrari Alonso 452 60%  
Massa 297 40%  
Mercedes Schumacher 351 65%  
Rosberg 190 35%  
Renault Kubica 200 38%  
Petrov 150 31%  
Senna 68 14%  
Heidfeld 96 18%  
Williams Barrichello 330 65%  
Maldonado 182 35%  
Force India Sutil 218 37%  
Di Resta 302 52%  
Hulkenberg 71 11%  
Sauber Kobayashi 238 45%  
Pérez 296 55%  
Toro Rosso Buemi 301 57%  
Alguersuari 198 37%  
Ricciardo 31 6%  
Team Lotus Trulli 132 52%  
Kovalainen 119 48%  
Hispania Karthikeyan 188 100%  
0%  
Virgin Glock 247 56%  
d’Ambrosio 143 44%  

2 comentários sobre “Red Bull e Ferrari são os reis da confiabilidade até agora

  1. Tendo em vista a severidade do regulamento quanto a durabilidade de caixa e motor, faz-se necessário abusar da quilometragem, ainda mais para se buscar parâmetros para arghhhhhh, Kers e ATM. Me vejo em um ciclo vicioso quando penso em motores de alto desempenho para competição, tendo que durar 5 corridas, não creio que seja teoria do desperdício, apenas acho impossível se extrair o melhor de uma máquina, quando falamos de competição de tiro curto, velocidade/desempenho, sendo transformada em endurance, f1 Le Mans. Essa tentativa artificial de fazer a f1 se enquadrar como genitora da indústria automobilística, ainda criará carros movidos à biodiesel, energia solar, lixo doméstico, energia nuclear,… até lá, espero não estar vivo para ver o Circo de Horrores da f1.

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