Mundial de pilotos e construtores em gráficos

Dentro de todas as incertezas, cada vez mais o campeonato se torna uma disputa entre três pilotos, com Webber podendo aparecer como elemento surpresa. A Ferrari sabe como capitalizar nisso e a McLaren precisa investir na mesma toada, dada a paridade da disputa. Impossível não ficar imaginando o que a Lotus poderia fazer sem os erros eventuais de equipe/pilotos na execução dos GPs.

7 comentários sobre “Mundial de pilotos e construtores em gráficos

  1. Ju, algumas coisas me chamaram atenção: me parece que Hamilton na caçada à Alonso e Vettel, parece ter gasto bastante os pneus, pois Grosjean, chegou à pouco mais de 2 segundos da Mclaren, ou o inglês poupou o equipamento no final. Me parece se Hamilton, Alonso e Vettel, fizessem três paradas, não teriam forçado tanto, sendo assim, Grosjean e Perez não se aproximariam tanto, hehe, pensar na hora é difícil. Sobre o fato de Grosjean e Perez terem se dado bem apenas com uma parada (pararam basicamente junto com Alonso), acredito ter mais a ver com terem forçado menos o rítimo, poupando mais o pneu (supermacio) e, assim tendo mais borracha, pois o rítimo alucinante dos três primeiro era fatal para os pneus. Me parece que após a segunda parada de Hamilton, Alonso estava por volta de 20 segundos à frente, podendo voltar na luta pela vitória, mas as coisas mudam muito rápido… O legal desses pneus, é mesmo que Mclaren, Ferrari e RBR, começando à se destacar na briga do campeonato, ainda há espaço para os azarões tirar pontos dos favoritos. Hehe, “ave Pirelli”.

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  2. Julianne,

    Uma coisa salta à vista: Montreal consolidou a certeza de que a Ferrari voltou a ter um carro de ponta, prontinho para vencer, à altura do talento de Alonso, que poderia até ter vencido lá, ou, no mínimo, subido ao pódio. Neste exato momento, Ferrari, McLaren e Red Bull estão plenamente niveladas e, se continuarem assim, a diferença ficará para ser decidida entre as duplas pilotos/estrategistas de cada equipe. Mas penso que por causa dos farelli ainda poderemos ver vencedores inéditos: se Lewis não tivesse trocado os pneus no timing certo e não tivesse despejado o caldeirão inteiro de uma vez só, Grosjean poderia até ter vencido em Montreal, assim como Sérgio Perez e, claro, Alonso e Vettel. Mas Hamilton teve uma atuação soberba e emocionante, no Canadá. Creio que Koba, Perez e Grosjean ainda vão vencer este ano. E Grosjean com um pouquinho mais de melhora vai acabar desmotivando Kimi.

    E Massa rodando sozinho não é novidade: naquele campeonato de 2008 que ele perdeu “por um ponto apenas” rodou sozinho no seco na Malásia e em Melbourne (neste último antes de parar por motor) e 5 (!) vezes na pista molhada de Silverstone, no GP da Inglaterra, não pontuando em qualquer das três corridas, e a Ferrari é que levou a culpa sozinha, pela mangueira em Cingapura e pelo motor estourado na Hungria.

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  3. Hehe, concordo com vc Aucam, sobre Massa. Nada pessoal contra o brasileiro, mas em 2008, a Ferrari tinha o melhor carro, e Massa errou, simples! No mais, como vc falou, errou 5 vezes na Inglaterra, mas é mais fácil dizer que Massa perdeu o título por causa da “rodada” do Nelsinho, eximindo Massa pelo erro, sem se falar do caso da “mangueira”… Não vou dizer que Massa perdeu o título por incompetência, pois o brasileiro não é o pior piloto que já passou pela categoria, mas os erros aconteceram, e acredito que o diferencial em um esporte como a F1, onde temos os melhores pilotos do mundo, o diferencial é: ser rápido e consistente, errando o “menos” possível, pois os gênios também erram!

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  4. Julianne, vale observar que R.Grosjean pontuou muito bem nas 4 corridas que completou (2º, 3º, 4º e 6º), média de 13,25 pontos por corrida. Nos abandonos, todas as vezes se envolveu em confusão na largada/primeiras voltas, quando disputava posições na frente.
    Acho que os favoritos ao título são mesmo Hamilton, Alonso e Vettel, mas se tivesse que apontar mais alguém, incluiria Grosjean e Rosberg.
    Parabéns pelo blog. Excelentes comentários!
    Abraço,
    Chinaski

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    1. Bem observado. E os três abandonos foram por batidas nas primeiras voltas. Ou seja, se Grosjean passar da volta, digamos, 10, é bom ficar de olho.

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