GP do Canadá por brasileiros, espanhóis e britânicos: “Bateu, mas bateu atacando”

Motor Racing - Formula One World Championship - Canadian Grand Prix - Race Day - Montreal, Canada

“Rosberg vai defender a ponta como um diabo, vai fazer de tudo”. O GP do Canadá prometia ser mais uma briga ferrenha entre os pilotos da Mercedes, mas acabou se tornando muito mais do que isso.

Na largada, Hamilton coloca de lado e recebe o cartão de visitas do companheiro, que o joga para fora. “Se tivesse mais reta, Hamilton teria passado. Tentou fazer a curva por fora e o Rosberg tinha o direito de fazer a curva e Lewis fez o correto, pensando na corrida, e abriu. O Rosberg deu uma jogadinha, mas é coisa de corrida”, explica Luciano Burti, na Globo.“Limpo ou não, era o que tinha de fazer”, acredita Pedro de la Rosa, na Antena 3. “Lewis tem porque pensar que tinha o direito de tentar a manobra por fora ali, mas a defesa de Rosberg foi justa, ainda que um pouco rude. E inacreditavelmente as duas asas dianteiras ficaram intactas”, Martin Brundle segue a mesma linha na Sky Sports.

Mas a disputa logo é interrompida pelo forte acidente entre as duas Marussia, que traz o SafetyCar à pista. Max Chilton perde o controle na entrada da curva 4 e acerta o companheiro Jules Bianchi, em um “acidente que não tem culpa porque Chilton estava sem o controle do carro”, para Burti. Para Brundle, contudo, o britânico é culpado. “Temo que isso seja culpa de Max. E fiquei impressionado com como essas Marussia se despedaçaram com esse toque”, diz o inglês, comentário semelhante ao dos espanhóis.

Poucas voltas após a relargada, Daniel Ricciardo antecipa sua primeira parada em “uma estratégia para ganhar a posição de Massa. Ele volta com pista livre e isso ajuda muito”, explica Burti, demonstrando esperar que a manobra funcione. “Com certeza eles surpreenderam a Williams com isso”, crê Brundle.

Porém, no final das contas, nem precisava ter ousado na estratégia. Reginaldo Leme é rápido em ver que o tempo de parada de Massa fora de 7s, bem mais lento que o normal. Os britânicos não percebem e têm dificuldades em explicar por que o brasileiro perdeu quatro posições após a parada, enquanto os espanhóis estão mais preocupados com a demora de Alonso em fazer sua primeira troca de pneus, temendo que o compatriota perca terreno, o que não acontece.

Motor Racing - Formula One World Championship - Canadian Grand Prix - Race Day - Montreal, CanadaLogo uma variável importante fica clara:“as Force India devem fazer só uma parada e isso pode mudar a prova”, avisa o narrador Luis Roberto. É Hulkenberg quem se coloca à frente de Vettel, que já havia parado. “Grande piloto, foi um destaque do ano passado. Não é fácil passar ele não”, avisa Reginaldo. “É uma (boa ou má?) notícia para Vettel porque quem parará uma vez vai começar a atrapalhar”, prevê Brundle.

Enquanto isso, lá na frente, os primeiros problemas para a Mercedes: pressionado por Hamilton, Rosberg perde a freada e vai reto na chicane. Com isso, escapa do companheiro.“Vimos claramente que ele perdeu a freada e não aliviou. O que diz a regra é que, se passa reto na chicane, tem de devolver o tempo ganhado. Não foi justo”, opina De la Rosa, que quer o troco.“Sou muito contrário a essas chicanes com tanto asfalto, porque é isso que acontece. O Nico recebeu um aviso e, se fosse Hamilton, passava reto também e reapareceria colado na caixa de câmbio do Rosberg.” Brundle observa que o alemão “fez a volta mais rápida da corrida” com a manobra e também espera que os comissários tomem alguma atitude. “Vamos ver o que os comissários acham disso. Porque ele não ganhou posição, ele evitou perder, e não há nada no regulamento que cubra esse tipo de situação.” O que surpreende o inglês é que “não ouvimos Hamilton reclamar disso, nem de nenhuma outra coisa”, ao contrário das provas anteriores. Já Burti lembra que “quando o piloto erra uma vez, é normal. O problema é se fizer isso mais vezes.”

A punição, de fato, não veio, mas logo os dois pilotos começariam a reclamar de falta de potência. Era o Kers que havia falhado nas Mercedes e não havia nada que a equipe pudesse fazer para evitar a flagrante queda de ritmo. Os comentaristas se animam.“A Force India passa a 280 e os Mercedes, a 268km/h na linha de chegada”, De la Rosa confere que o problema é grave. “Se o Massa continuar nesse ritmo, ele pode chegar na Mercedes”, Burti faz as contas. “Se os problemas da Mercedes não se resolverem, o grande candidato para a vitória é Massa”, concorda Brundle, que vê Rosberg “mais assustado” com os problemas.

No meio da primeira chance real na temporada de ver as Mercedes perdendo uma corrida, só os britânicos prestam atenção em um lance que seria capital – e que até a geração de imagens perdeu: Ricciardo volta da segunda parada à frente de Vettel. “Ele pediu para a equipe ajudá-lo com a estratégia e deu certo, mas com o outro”, diz o narrador David Croft.

Falando em estratégia, a Williams pede que Massa economize pneus porque querem converter sua tática para uma parada apenas. O brasileiro estava na liderança, com as duas Mercedes atrás após seus pit stops. A ousadia divide opiniões. “Mais importante do que estar na frente, Massa tem dois escudeiros nas duas Mercedes para proteger contra os outros”, observa Burti em uma transmissão brasileira tomada pela empolgação. E eles não estão sozinhos: “Essa mensagem quer dizer que a Williams acredita que pode vencer. Seria a primeira vitória de Massa desde 2008!”, exclama Croft. De la Rosa, por sua vez, coloca um balde de água fria. “É bastante otimista Massa não parar mais.”

O espanhol está certo e a Williams logo desiste da tática. Antes, contudo, mais uma reviravolta na Mercedes: a parada de Rosberg é lenta, Hamilton o passa, mas logo no retorno à pista seus freios começam a falhar. Os britânicos estão em cima do lance. “Lewis foi muito fundo no hairpin, acho que ele perdeu a posição. Sim, perdeu!”, Brundle vira narrador.

Não demora para todos perceberem a fumaça saindo dos freios traseiros da Mercedes do inglês. “Já era, Hamilton tá fora”, sentencia Reginaldo. “Pobre Hamilton”, Antonio Lobato demonstra compaixão. “Problemas, problemas, problemas. Hamilton vai abandonar o problema. Deve ter quebrado a suspensão quando passou reto na chicane”, erra o narrador, logo socorrido por De la Rosa. “Perdemos o melhor da corrida, precisamos ver o que aconteceu no hairpin, se eles se tocaram ou se Hamilton começou a ter problemas nos freios.” Não, não foi um toque. Certo, Brundle? “Sabe o que aconteceu? O fato do motor elétrico ter quebrado forçou o freio. O mesmo vai acontecer com Rosberg.”

Voltando a Massa, o brasileiro para e volta em sétimo. “Para quem ia tentar chegar até o final, ele agora está bem atrás no pelotão. Fico imaginando se ele não teve um furo no pneu”, Brundle não se conforma com a mudança na estratégia da Williams. Reginaldo também não, mas por outro motivo: Felipe voltou atrás do companheiro Bottas, que está mais lento. O comentarista quer uma ordem de equipe. “O time inglês é um pouquinho mais lento no raciocínio. É a possibilidade até de lutar pela vitória.” Aquele que acreditou desde o começo que se manter na pista era roubada, De la Rosa, apoia. “A equipe Williams foi inteligente, agora o pódio está à vista. Ele tinha que parar, não chegaria no final se não parasse.”

Demorou algumas voltas, mas Massa se aproveitou de um erro de Bottas e passou o finlandês e Hulkenberg numa tacada só, para a alegria de Brundle, que continua apostando no brasileiro para a vitória. “Isso foi ótimo para Massa, caiu no colo dele, agora ele voltou para a briga porque ele tem muita velocidade. Ele estará a 6s da liderança ao final da volta, mas com muitos carros para passar. Massa precisa passar um carro por volta agora, tem carro para fazer isso.”

Lobato não tem tanta certeza. “Os deuses da Mercedes hoje estão tendo um dia de mortais”, define. “Então, em quem apostar? Se Rosberg consegue resolver seus problemas, é nele. Perez está fazendo uma grande corrida, mas tem os pneus mais velhos. Outra opção é a Red Bull, com Ricciardo ou Vettel.”

Segundo colocado com a tática de uma parada, Perez consegue se manter à frente das Red Bull, mas britânicos e espanhóis chamam a atenção para como o mexicano não se aproxima de Rosberg. “O que está salvando Rosberg é que o DRS de Perez não está abrindo”, diz o comentarista Jacobo Vega, dando a entender que há um problema com a Force India. Mas Croft resolve o mistério: “Não acho que é um problema de DRS, acho que ele perde tanto tempo nos dois primeiros setores que, mesmo se aproximando nas retas, não consegue ficar a menos de 1s.”

Nas últimas voltas, vai ficando claro que, se alguém poderia roubar a vitória de Rosberg, seria uma das Red Bull. E Ricciardo vai ao ataque, passando Perez com quatro voltas para o final. “Ricciardo passou, que corridaça! Cuidado que ele vai à caça de Rosberg”, diz Lobato, aos berros. Na penúltima volta, o australiano passa o alemão. “Incrível! A Red Bull lidera uma prova em que eles não acreditavam que teriam nenhuma chance!”, se empolga Croft.

E o candidato de Brundle? “Mais uma vez, acho que faltou um pouco de determinação a Massa. Você tem de se arriscar mais, Felipe, porque a corrida está escapando”, pede Lobato. “Bora, Felipe. Pra cima do Sergio Perez!”, suplica Luis Roberto. E vem a batida.

“Que erro de Massa! Acabou com a corrida de Perez”, se precipita Lobato. Os comentaristas esperam vários replays e ficam um Motor Racing - Formula One World Championship - Canadian Grand Prix - Race Day - Montreal, Canadatanto em cima do muro. “É difícil dizer, mas houve um erro de cálculo. O Perez se mexeu um pouco, o Felipe tentou a ultrapassagem… coisa de corrida. Faltou espaço para os dois carros. Perez mexeu um pouco o carro na freada e talvez o Felipe tenha sido otimista demais”, opina Burti. “O que vemos é Massa buscando a tangência mais à direita e Sergio parece que freia mais pelo lado de dentro. O que não vemos é se ele muda de trajetória ao frear”, acrescenta De la Rosa. “Parece que Perez puxou um pouco para a esquerda e sabemos que ele tinha problemas de freio. Isso claramente pegou Massa de surpresa”, Brundle segue o mesmo raciocínio.

Mesmo com o acidente, Reginaldo faz questão de exaltar a performance de Massa. “Ele voltou a nos entusiasmar, atacando o tempo todo, fazendo exatamente aquilo que precisava fazer. A tentativa da Williams de não parar novamente seria muito difícil, mas a equipe poderia ter pedido para o Bottas abrir antes porque ele poderia lutar pela vitória. Ele bateu, mas foi atacando, tentando chegar nos líderes para lutar pela vitória. Isso é muito importante.”

Mas o entusiasmo em pessoa, como não poderia deixar de ser, era Ricciardo, após vencer pela primeira vez na carreira. “A Mercedes ficou oferecendo a corrida para todos e ninguém parecia que ia aproveitar”, se impressionou Brundle, enquanto De la Rosa voltava no tempo. “Quando fiz meu primeiro teste na HRT, usei o assento do Ricciardo e perguntei o que achavam dele. Disseram-me que era ok. Às vezes, com um carro ruim, você se perde no final do pelotão. Ele teve que chegar à Fórmula 1 andando com um piloto como Vettel para que todos os valorizassem como merecia.”

Mas o grand finale ficou com Croft, citando a frase “nice guys finnish last” – ou a quebra dessa escrita. “Dizem que caras bonzinhos não chegam em primeiro. Mas um deles conseguiu hoje.”

20 comentários sobre “GP do Canadá por brasileiros, espanhóis e britânicos: “Bateu, mas bateu atacando”

    1. hahahahaha, Grande Chris, e o Power é?? Ta desaparecido.
      Belissimo trabalho Julianne. Nem imagino quantas horas investidas para nos dar este presentaço. Muito, mas muito Obrigado pela sua dedicação.

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  1. Oi, Ju,

    A corrida quando é tão boa, como foi a do Canadá, acaba contribuindo para uma boa transmissão.

    Muitas vezes é notável a diferença nas transmissões, sempre com uma sobressaindo mais que as outras, mas desta vez tanto a brasileira, como a espanhola e a inglesa seguiram a mesma linha de raciocínio.

    Mais uma vez parabéns por este tão banaca post que você nos brinda depois da cada corrida.

    Não sei como que você faz a edição, mas fico imaginando que não deve ser fácil e que leva um bom tempo. Então, como fã, só tenho também que agraceder.

    Abs.

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  2. Legal Ju, mesmo com a copa do mundo monopolizando os noticiários e atenções, vc ainda tem a atenção com seus leitores para publicar o tradicional post das transmissões.

    De novo parece que o De la Rosa é o que tem a mellhor leitura da corrida. Acho que essa fase discreta do Alonso, ajuda a transmissão espanhola, e dos ex pilotos parece que é o que melhor comenta.

    Vamos ver como vai ficar essas duas corridas durante a copa, espero que vc mantenha o blog ativo para a gente comentar aqui sobre os GPs.

    Abraço

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  3. Especulei uns post atrás que por conta do arrebato de Hamilton em Monaco, a situação dele na Mercedes podia azedar, e que bastariam duas quebras para que suas chances de levar o campeonato de pilotos menguarem. Também especulei sobre uma provavel ida para sua para a Ferrada para se convertir de vez numa lenda.
    Pura especulação da minha parte, porque nem leio o café nem fumo porra nehuma. Eu já sou louco mesmo de nascimento. Mas…. Já Hamilton teve sua primeira quebrinha no calor do Canadá, eeeee…. Não é que o negão esteve esta semana visitando Maranello???? E aí Aucam? Você tem uma velha jaqueta vermelha ou vai ter que comprar uma novinha??
    Simples especulações, mas vai fazer visitinhas justo quando Matachi diz que “temos que reformular até a ultima porca”. Raikkonem ficou nas fofocas de Canada como demitito no natal (de novo??), mas eu acho que quem vai é o rilipojas asturiano, a pedido do Santander, num superacordo com Honda e McLatas.
    Se Lewis vai para Ferrada, pinto minha Honda Lead de Vermelho e queimo meus casacos Williams-BMW (pois é, velha paixão).

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    1. Pois é, meu amigo Bruz. Hoje eu postei um comentário lá naquele post da Julianne intitulado COLGATE justamente sobre esses dons proféticos que você vem demonstrando ultimamente. Postei lá para não ficar fora do tema aqui, mas são 82 comentários ao todo, então fica meio difícil de achar, por isso vou repetir aqui:

      Bruz, você tem sido muito profético ultimamente, veja isto abaixo (mas eu acredito mais em uma volta à McLaren, em caso de descontentamento com a Mercedes):
      http://www.gptoday.com/full_story/view/490662/Hamilton_spotted_at_Maranello

      Eu “abro os trabalhos” todo dia com a leitura do gptoday (vou postá-lo em outra remessa, para não ser pego pelo fluxômetro), que é uma coletânea dos melhores sites ingleses relativos à F 1 e se você abri-lo agora vai ver a quantidade de sites que repercutiram a notícia da visita do Hamilton à Ferrari (inclusive os sites italianos Autosprint, Gazetta dello Spport e outros, não dá para listar aqui por causa do fluxômetro, mas a notícia é uma só). Meu caro amigo Bruz, eu ainda acho que se houver um estranhamento entre Hamilton x Mercedes o inglês voltará para a McLaren, Dennis já disse que adoraria tê-lo de volta. Por causa disso, creio que Ron vai cozinhar até o último minuto uma eventual contratação de Alonso: é claro que, entre os dois, Dennis opta por Lewis, em vista de tudo o que ocorreu com o Alonso x McLaren.

      Mas você está se tornando um profeta, hein?

      Grande abraço.

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      1. Bruz, o http://www.gptoday.com/ “marca em cima”. Abro os trabalhos diários com ele porque pela diferença de fuso horário com a Europa ele antecipa as notícias do dia que já vai alto na Europa enquanto os sites daqui do Brasil ainda “nem acordaram”. A propósito, abra o link e leia a notícia-bomba em manchete de que a Ferrari pode sair da F1! (Já disseram isso zilhões de vezes, a Ferrari tem é que correr atrás do prejuízo; aliás sou contra mudanças de regulamentos frequentes, quando uma equipe se destaca, na minha opinião as demais deveriam se esforçar para suplantá-la, e não ficar pressionando por mudanças de regras).

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      2. Grande site amigo Aucam, Boa dica essa. Já veremos que pinta toma o nego, mas eu acho que de que rebola, rebola.

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    2. Ah, e mais um detalhe, amigo Bruz: Hamilton não teve sua primeira “quebrinha” no Canadá, a primeira “quebrona” foi em Melbourne, com aquele “cabo de vela” mal apertado, hahahaha!!!! “Quebrinha” teve o Rosberg, que continuou pimpão e lampeiro na corrida do Canadá.

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  4. Lendo o comentário do bruz e fiquei imaginando como nasce um post desta espécie.
    O tempo que leva e se existe alguma ajuda, etc e tal.
    Vc poderia explicar para a gente.
    Sempre leio esses comparativos e, pelo que noto, os espanhóis são mais torcedores que os brasileiros….
    Será pelo fato de ter um de La Rosa ainda ligado à Ferrari?

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    1. Este post é o carro-chefe do blog. É por causa dele que o blog nasceu, há quatro anos. Para mim, é um trabalho que nunca teve como objetivo “patrulhar” comentarista X ou Y mas, sim, serve para dar perspectivas, pontos de vista, para mostrar como muitas coisas não são preto no branco.

      Quando assisto ao GP, já vou anotando o que é dito em momentos capitais, momentos que vão servir para montar a narrativa da corrida. E como eu sei, de antemão, quais são esses momentos? Bom, tinha um professor na faculdade que pedia para anotarmos as entrevistas enquanto as gravássemos para desenvolver essa precisão: jornalista tem uma certa intuição para captar frases/momentos importantes.

      Depois, faço o download das outras duas transmissões (a que eu assisto ao vivo varia, mas geralmente é a brasileira) e faço o mesmo processo. Com as frases anotadas, vou “costurando” o texto.

      O processo total leva 6/7h. Como tenho outras obrigações no site e fora dele, raramente termino o post antes da quarta-feira.

      Bom, é isso! E aproveito para agradecer aqueles que sempre comentam só para agradecer pelo post. Dá um trabalhão, mas muito orgulho também.

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      1. Ju,

        Você teria como informar onde consegue o download das outras transmissões? Tem corridas, como o GP do Canadá que eu gostaria baixar. Nos tempos do vídeo cassete eu gravava tudo. Na Globo.com eu conseguia baixar o compacto das corridas, mas acho que fizeram algo lá que não consigo mais.

        Então, se possível, gostaria de baixar compactos, mesmo que de outras transmissões.

        Abs

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    2. Sobre os espanhóis, a postura alonsista durante a transmissão da corrida é proposital (digo isso por ter conversado com gente da equipe). Eles acreditam que o público interessado na categoria e não apenas no Alonso assiste à programação anterior, de cerca de 1h, em que temas mais gerais são abordados. Na corrida, estão falando com um público mais amplo e menos entendido.

      E é um público amplo mesmo, percentualmente muito maior que no Brasil: eles andam se perguntando se vai existir F1 em TV aberta por lá sem Alonso, dizendo que, em 2012, a audiência era de 4,8mi e hoje fica em 3,5 em média. No Brasil, a média está em 4mi. Porém, a Espanha é um país de 47 milhões de pessoas e o GP do Canadá, com Alonso/Ferrari muito mal, teve audiência duas vezes maior que a final de Roland Garros, com Nadal ganhando!

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      1. Você deve estar ligada também nas categorias menores, e deve saber que estão promovendo muito o Carlos Sainz Jr, para asumir a vaga de Vergne na Toro no ano que vem. pelo menos o Jr esta fazendo a lição de casa e domina a placer a WS 3.5. Cabe considerar que papai Sainz (El Matador), é muito querido dos hispanicos, sendo um piloto ainda ativo no Rally, ganhador de dois mundiais pela Toyota e do Dakar 2010 pela Volks. Acho que estarão servidos por um bom tempo.

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