Duelos internos: molecada que dá trabalho

Motor Racing - Formula One World Championship - Australian Grand Prix - Qualifying Day - Melbourne, Australia

Em um post anterior, comentei sobre as brigas internas de Williams e Red Bull, destacando como Daniel Ricciardo e Valtteri Bottas, ainda que menos experientes, estão dando trabalho a seus companheiros. Adaptabilidade, constância e inteligência são marcas registradas de ambos – e habilidades fundamentais para lidar bem com o atual regulamento.

O australiano e o finlandês são os destaques, mas não os únicos jovens que estão usando um momento diferente da Fórmula 1 para mostrar serviço. Teoricamente, como o conjunto de regras que estreou neste ano é uma novidade para todos, a experiência de anos anteriores acaba contando menos.

No caso de Kevin Magnussen, isso acontece mais em classificação do que em corrida, justamente uma especialidade de seu companheiro, Jenson Button. Com isso, apesar de ser mais rápido aos sábados, o dinamarquês peca em algumas avaliações em ultrapassagens e de quando forçar ou não durante a prova. Assim, uma marca de sua campanha de estreia até aqui é chegar sempre em posições piores do que largou quando saiu do top 10.

O campeão da World Series ano passado deu um grande salto neste ano e era esperado que tivesse alguma dificuldade – as comparações com Hamilton, que estreou em uma F-1 muito mais pé embaixo e depois de passar também pela GP2, nunca foram muito justas. Mas está claro que o dinamarquês precisa melhorar se quiser despontar como um futuro campeão.

MCLAREN

Kevin Magnussen Jenson Button
Pontos

37

60

Placar em classificação

5

6

Diferença média em classificação

-0.234s

Placar em corrida

2

8

Voltas na frente

198

478

 

O novato que realmente está impressionando é o mais jovem deles, Daniil Kvyat. O russo de 20 anos se destaca naqueles momentos em que a pista está mais complicada, relevando seu talento natural. Mas também tem constância e raramente se envolve em acidentes.

Na verdade, todos os seus quatro abandonos foram por falhas mecânicas, algo que vem atrapalhando decisivamente os resultados da Toro Rosso, que teve outros 4 problemas em GPs com Jean-Eric Vergne. A grande maioria relacionada ao motor Renault, com o qual o time trabalha desde o início desta temporada.

TORO ROSSO

Daniil Kvyat Jean-Eric Vergne
Pontos

6

11

Placar em classificação

4

7

Diferença média em classificação

+0.215s

Placar em corrida

2

2

Voltas na frente

193

222

21 comentários sobre “Duelos internos: molecada que dá trabalho

  1. Kvyat tem apenas 19 anos. Apostar que será campeão mundial é uma barbada. Outro que dizem que está destinado a quebrar recordes é Max Verstappen, filho do Jos. E o Jann Mardenborough começou a ganhar na GP 3, mas ainda acho que está devendo.

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      1. OK, Julianne, obrigado pela correção (preciso mesmo me atualizar, rsrs). E o Verstappen, se não me engano, tem apenas 16 e já está cobiçado pela Mercedes e pela Red Bull!!! Deve ser muito bom mesmo. No kart ele jantava todo mundo. Quanto ao Mardenborough, (que ganhou até agora apenas uma na GP 3 ), talvez esteja custando a se acostumar com uma coisa séria que existe fora do mundo virtual, chamada transferência de peso, perceptível sobretudo (e bota perceptível nisso) na execução de traçados de urgência. De qualquer modo, Mardenborough é realmente mais talentoso que o Lucas Ordonez, outro egresso do mundo virtual.

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  2. Caro, Aucam, fim de semana vi um trecho da moto 2, e, rssrsrsrs, pra meu espanto, até essa categoria tem mais som que a F-1 atual, kkkk, isso é estarrecedor! Conclui então: isso não é normal!!!! Rsrsrs

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    1. Pois é, Wagner. A F1 tem muitas coisas para aprender com as motos, atualmente. Lá tudo é feito à vera, e, no entanto, as motos estão no estado da arte, o progresso se faz sem artificialismos e não houve uma rendição a hibridismos. Por falar nisso, veja-se o Porsche 918. Em matéria de velocidade, é um dos mais impressionantes e alucinantes hipercarros híbridos de hoje e a Porsche NÃO está na F 1 – que seria o tal “laboratório indispensável”. Sou de opinião que hibridismos deveriam ficar restritos ao WEC apenas, onde a Porsche está presente com o modelo híbrido 919.

      Como você diz, não é uma Fórmula 1 tradicional, longe das raízes, barulhenta e “gastadeira” que vai deslocar o eixo terrestre. O gastadeira vai entre aspas porque é infinitesimal o gasto dela com combustível fóssil se a compararmos com tantas outras coisas indispensáveis no mundo de hoje e cuja mudança para outros combustíveis – pelo menos em escala comercial – ainda não está nem horizonte, como a aviação comercial. Grandes fabricantes de carros de massa, como a GM, Ford, Toyota e Nissan, como alguns exemplos, não estão na F 1 e todos têm e desenvolvem carros híbridos sem a necessidade de estarem presentes na F 1.

      Não perco a MotoGP e olhe que lá só tem um ganhando, mas nem por isso faltam emoções.
      Um abraço!

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      1. Correções:
        ainda não está nem NO horizonte, como aviação comercial
        e
        Grandes fabricantes de carros de massas

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      2. Hehe, vc anda lendo pensamentos, kkkk. Outro dia pensei sobre o mesmo tema, a indústria aeronáutica, e o inconfundível e longínquo rastro que se faz ao passar das aves de metal, mas sabe como é: são beberrões, barulhentos, mas como estão longe do cotidiano….aquela bela imagem ao pôr do sol não tem nada de ecologicamente correta…

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      3. É verdade, Wagner, isto sem falar em apavorantes teorias conspiratórias sobre as CHEMTRAILS que estariam sendo deixadas pelos aviões.

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  3. Eu sempre achei que o Vettel era fora de série, que poderia lutar pelo campeonato mesmo com o terceiro melhor carro como fez Alonso em 2012, mas ele deixou a desejar, mesmo com o segundo melhor carro do grid ta em sexto e ta levamdo uma surra de um novato que perdeu até para o Vergne, nem o velho Schumy que voltou depois de 3 anos com regulamentos diferentes e idade avançada sofreu tanto com o companheiro de equipe.

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    1. Chrystian, eu tenho a impressão de que o Vettel vai cumprir o contrato dele com a Red Bull até o final de 2016. É o tempo em que vão se resolver outras coisas também, como o provável encerramento da carreira de Kimi (talvez já no final de 2015) e a maturação dos novos projetos da Ferrari com James Alisson e da McLaren com a chegada da Honda, que poderão se mostrar competitivos ou não, ou um dois sendo nitidamente melhor que o outro. Aguardemos. Até lá, Vettel já tem um bom desafio a curto prazo: adaptar-se a esses carros com o atual novo regulamento; nada que não possa ser superado, creio eu, considerando-se o respeitável retrospecto dele. Como – além do campeonato principal – temos vários campeonatos em paralelo entre companheiros de uma mesma equipe, está sendo muito interessante observá-los.

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      1. Caro Aucam eu acredito que um piloto só é bem cotado quando ele esta mostrando resultados, olha o que aconteceu com o heptacampeão foi demitido da Mercedes, olhe o fiasco que Raikkonen esta fazendo este ano, não importa as duas temporadas maravilhosas que ele fez com aquela Lotus capenga, olhe para o Vettel esta fazendo um fiasco, você acha que uma ferrari arriscaria pagar um salário altissimo para um piloto que não mostra resultado sem ter o melhor carro, ah não me venha dizer daquela vitória com a toro rosso pois Maldonado também venceu com uma willians capenga em 2012, eu não gosto do Alonso mas pelo menos ele entrega bons resultados mesmo sem ter o melhor carro, se o Vettel não conseguir dar a volta por cima e continuar apanhando do companheiro de equipe vai acabar tendo o mesmo destino que Schumacher ou vai ser rebaixado para uma equipe mediana, me desculpem a maneira que me referi ao Schumacher, eu sempre fui fan dele, mas eu achei muito humilhante ver ele perder 3 temporadas para o Rosberg.

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      2. Caro Marcelo, eu não sou torcedor do Vettel, mas respeito seu retrospecto e acho que ainda é cedo para bater o martelo sobre a grandeza ou não do talento dele. Cada um tem a sua opinião, e eu de jeito algum quero ou tenho intenção de mudar a sua, respeito seus argumentos, mas eu ainda mantenho minhas fichas em Vettel. Acho que o contexto entre Vettel e Schumacher é muito diferente, esses três anos que Schummy passou fora, aliados a uma idade maior e a uma realidade diferente na F 1 que ele encontrou quando voltou, infelizmente fizeram diferença em sua volta, o que, consequentemente, influiu na continuação/prolongamento de sua carreira. Vettel passa por uma fase ruim, é verdade, mas veja que também tem enfrentado quebras, problemas técnicos inesperados. Também não gostei da decisão de volta de Schumacher, pois deu motivos a que muitos questionassem sua grandeza. Particularmente, não dou muito valor a números e estatísticas, posto que no automobilismo os competidores dependem muito dos meios que têm em mãos e decisões equivocadas sobre a própria carreira podem contribuir para a escassez deles, vide Alonso, só para citar um exemplo atual. No entanto, caro Marcelo, quando esses números são superlativos, na minha insignificante opinião eles não podem ser desconsiderados. Da mesma maneira que Alonso extrai – é preciso reconhecer, goste-se ou não do espanhol, resultados acima da possibilidade de maus carros, evidenciando extraordinária capacidade de superação de adversidades, como você mesmo reconhece – Vettel quando teve um carro excelente extraiu tudo e mais alguma coisa dele, demonstrando muita frieza e competência ao decidir paradas duríssimas contra Alonso (em 2010 e 2012, em especial). Não é fácil bater Alonso.

        Eu sempre disse em meus pitacos que a diferença entre os três grandes – Alonso, Hamilton e Vettel – é pequeníssima, com cada um deles sendo melhor que os outros dois em alguns aspectos e vice-versa entre si. A preferência ou empolgação de cada aficionado por qualquer um deles se dá em função da (s) característica (s) à qual (is) nós – aficionados – atribuirmos maior peso. Mas uma coisa ficou evidente: a capacidade de adaptação de Alonso é soberba, e, claro – a meu ver – maior que a de Vettel, o que não diminui outras características que o alemão tiver como melhores em cima do espanhol.

        E essa capacidade de adaptação é uma característica muito valiosa. Guardadas as devidas proporções e aspectos diversos, a capacidade de Alonso de adaptação a adversidades de um carro ruim lembra a pilotagem de Jim Clark: no GP de Mônaco de 1967, Clark teve a barra estabilizadora de sua Lotus quebrada, transformando seu carro de “oversteering” para “understeering”, característica desfavorável àquela pista. Mas Jim, quando percebeu isso, mudando rapidamente seu estilo de pilotagem e abordando as curvas de outra maneira, conseguiu ARTIFICIALMENTE produzir a característica de “oversteer”. Mesmo assim, com a barra estabilizadora quebrada, Clark, que havia largado da pole, conseguiu fazer a sua melhor volta e manter-se na liderança, com confortável vantagem à frente do segundo colocado, ninguém menos que o velocíssimo Dan Gurney. No entanto, com a barra pendurada e temendo uma desclassificação, Chapman chamou Clark ao box para a troca da peça, mas ele ainda conseguiu chegar em quarto lugar. Outra prova de adaptação e superação de adversidades foi no GP dos EUA em 1967, quando teve um dos braços da suspensão traseira de sua Lotus totalmente quebrado: mesmo assim, Clark resolveu continuar na prova para vencê-la, à frente de Graham Hill, com apenas 6 s de vantagem, depois de ter construído sobre ele uma diferença de 30 segundos. Isso tudo mostra o que é facilidade de adaptação a circunstâncias inesperadamente diferentes e cito esse aspecto de adaptação porque o próprio Vettel já declarou que está com dificuldades em ajustar a sua pilotagem à falta de aderência que sente na traseira do RB-10, sob o ponto de vista dele (já Ricciardo lida melhor com isso).

        Bom, mas esses e outros episódios épicos sobre Clark, além de terem sido notícia nas principais revistas e jornais da época, estão contados com RIQUEZA de detalhes na magnífica biografia de Jim escrita por Bill Gavin intitulada “A História de Jim Clark”, publicada no Brasil em 1967, cujo leitura recomendo. Por ser muito antigo, está esgotado, mas pode-se encontra-lo em sebos. Clark é para mim uma das maiores referências em pilotagem, juntamente com Ronnie Peterson (pelo estilo incrivelmente acrobático).

        Voltando a Vettel, também acho que – encontrando dificuldades de se adaptar – talvez isso tenha contribuído para que tenha se desmotivado. Nesse ponto, se realmente isso estiver ocorrendo – é preciso reconhecermos como Alonso e Hamilton têm “tutano” para se manterem motivados, Alonso em especial, nesses anos ruins da Ferrari, está muito tempo dando murros em ponta de faca. Mas enfim, é só a minha opinião, e lhe digo que opinar sobre esses três – ALO/VET/HAM é como entrar e pisar em terreno minado, rsrsrs, pois despertam muitas paixões e logicamente opiniões contraditórias, não é mesmo? Por fim, sugiro que aguardemos, Marcelo.

        Grande abraço.

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  4. Você disse uma coisa certa (aliás quase sempre concordo com seus comentários), Aucam: ” A Fórmula 1 tem muitas coisas a aprender com as motos”.

    E eu acho que uma das coisas que ela precisava se espelhar – uma espécie de retrocesso, mas às vezes é preciso – seria voltar aos velhos e bons tempos das placas da mureta dos boxes.

    Se tirasse o rádio e deixassem os pilotos se virarem sozinhos na pista, orientados apenas pelas placas, de quebra dificultaria as ordens de equipe. Depois saberíamos quem sabe, de fato, ler as corridas.

    Não perco uma etapa da MotoGP e mesmo com Márquez dando show, não tira em nada o brilho das corridas.

    Quanto aos combustíveis da Fórmula 1, houve época, lá pelo final dos anos 80, a guerra de petroleiras era tão intensa pela melhor qualidade de combustível que tinha gasolina que só o cheiro fazia nariz cair, de tão ardida.

    Sou a favor da diminuição de poluentes, de combustível verde, mas isso para carros de rua, do dia a dia. Não é uma competição de Fórmula 1 que só corre a cada 15 dias, 18, 19 vezes por ano que vai poluir o mundo ou colocar o planeta em risco.

    Essa é outra bobagem da Fórmula 1.

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    1. Concordo 100% com suas observações, caro Sérgio. Isto porque o campeonato é “Mundial de PILOTOS”. Eu também preferiria uma competição mais instintiva, com maiores poderes de percepção e decisão para eles.

      Quanto ao Supermárquez, como bom herege que sou, eu disse lá no Blog do Gabriel que – depois de se sagrar campeão mundial em duas e quatro rodas (como Surtees) – quando a idade chegasse (rsrsrs) esse alienígena deveria se dedicar à conquista dos “sete mares”, pilotando e vencendo campeonatos com aquelas potentíssimas e velocíssimas off-shores. Supermárquez nasceu para dominar as extremas velocidades, que ninguém duvide disso. E todo esse talento ainda é turbinado pela precocidade!

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  5. Aucam se rosberg for campeão este ano fica provado que schumy não deixou de estar em alto nivel mesmo retornando depois dos quarenta, schumy bateu rosberg na classificassão em 2012 e durante a segunda metade do campeonato de 2012 schumy detonou rosberg, os numeros não mentem confira na wikipédia, o que matou schumy foi não ter ao menos ter voutado ao menos com o segundo melhor carro do grid, você acha se schumy tivesse voltado numa ferrari e com o massa como companheiro de equipe, ou na redbull com mark webber como seu companheiro ou estivesse até mesmo na mclaren em seu retorno com um kovaleine, você acha que o seu retorno não seria triunfante, schumy tem uma coisa em comum com alonso e vettel,só funciona se for primeiro piloto e tiver a equipe girando ao seu redor.

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  6. Eu sou muito fan de Honnie Peterson, não era nascido na época mas ouvi muita coisa sobre ele e gostaria de ver suas corridas completas, você conhece um site que disponibilize corridas completas de todas as épocas o youtube só disponibiliza alguns trechos e algumas corridas completas agradeço se souber.

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    1. Marcelo, infelizmente não conheço nem creio que exista um site assim como você imagina, com todas as corridas da F1 na íntegra, sejam as de Ronnie Peterson ou as de outros pilotos. Se soubesse, teria prazer em indicar-lhe, pois Peterson tinha um estilo de pilotagem arrebatador e inacreditável. Eu tive o privilégio de pessoalmente vê-lo em ação várias vezes, tanto na F 1 como na F 2. Como grande aficionado que você é por F 1, você deve saber que bons tempos se obtém andando-se com o carro para a frente. Pois bem: Peterson obtinha melhores tempos (inclusive os seus próprios) andando com o carro “de lado”, o chamado “four wheel drift”, sua marca registrada. O grande pioneiro brasileiro Chico Landi chegou a declarar na época que Peterson contrariava as Leis da Física, e eu, do alto da minha insignificância, ouso ir além, dizendo que Peterson as “desmoralizava”. É aquilo que eu falei pra você no post acima: eu não dou demasiada importância a números e estatísticas (mas não os desconsidero e tenho respeito quando são superlativos) e o que vi Peterson fazer é um dos motivos. Gosto de ver o domínio do homem sobre a máquina contra as Leis da Física. Não gosto de ramerrames, não gosto do automobilismo de espera, não gosto do automobilismo apenas de resultados. Peterson não precisou de títulos e estatísticas grandiosas para virar lenda (ver um jovem como você dizer que é um admirador do estilo e dos feitos de Ronnie só comprova isso). E lendas atravessam os tempos. Estatísticas, números e recordes ficam arquivados em anuários e estão aí para serem batidos e, consequentemente, esquecidos. As lendas não: são contadas e recontadas através dos tempos. Sempre haverá alguém para bater ou trazer novos recordes. Feitos épicos são repassados de geração em geração, e assim permanecem vivos em corações e mentes. Peterson é hoje uma lenda. Não precisou de números. É o testemunho que eu posso lhe dar, Marcelo.

      Abraços.

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      1. Meu pai sempre me falava muito do Ronnie Peterson, então resolvi me aprofundar a respeito dele e confesso que fiquei emocionado com a maneira trágica que ele morreu encerrando sua brilhante carreira, eu já assisti vários documentários e li muito a respeito dele me tornei um grande fan do seu estilo.

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