O futuro da F-1

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Se a memória não me trai, foi em 2012 que Pastor Maldonado cravou em entrevista exclusiva ao TotalRace que “o futuro da Fórmula 1 somos eu, Perez e Grosjean”. Naquela época, o venezuelano estava todo cheio de si após ter vencido o GP da Espanha, com méritos somados a uma loteria causada pelos pneus, enquanto Perez – em maior medida, chegando perto de vencer na Malásia – e Grosjean apareciam como ‘encantadores de Pirelli’.

Muita água passou por debaixo da ponte depois dessa declaração – que, mesmo na época, já soava exagerada: Daniel Ricciardo apareceu tímido na Toro Rosso e surpreendeu a todos esmagando Vettel na Red Bull; Nico Hulkenberg foi se firmando com sua consistência como candidato natural a qualquer vaga que surgisse nos times grandes; Valtteri Bottas cresceu junto da Williams e é visto hoje como, potencialmente, um futuro campeão mundial e, mais recentemente, Max Verstappen e Carlos Sainz vêm se mostrando bem preparados para terem uma carreira vitoriosa na categoria.

Maldonado, Perez e Grosjean agora têm, respectivamente, 30 anos e 87 largadas, 25 anos e 85 largadas e 29 anos e 75 largadas. Já tiveram tempo, portanto, de mostrarem a que vieram. E talvez o menos cotado há três anos é quem se deu melhor.

Maldonado poderia estar competindo consistentemente por pódios com a Williams, mas tomou uma decisão claramente errada ao trocar a Williams pela Lotus em momento no qual o time de Enstone passava por um desmanche e tinha o motor Renault, do qual a equipe de Grove estava se livrando e o qual se sabia que seria mais fraco que o Mercedes. Além disso, a evolução que era de se esperar em quem está em sua quinta temporada não é perceptível. Na verdade, é quase uma involução: a velocidade nas classificações se tornou em uma lavada homérica frente a Grosjean nas últimas duas temporadas e o venezuelano continua insistindo em não deixar espaço – ou mergulhar quando não tem espaço – em disputas por posição. O que eram muitos erros em um piloto rápido e com dinheiro agora é apenas muito dinheiro a um custo igualmente alto.

Perez teve talvez a jornada mais dramática dos três, aparecendo muito bem na Sauber, se desgarrando da amarra do programa de desenvolvimento da Ferrari para ir para a McLaren, chegando a Woking em um ano muito difícil – e internamente dificultando a própria vida com atitudes das quais hoje admite se arrepende e as quais credita à imaturidade – sendo demitido e tendo um grande prejuízo para sua imagem. Capacidade o mexicano já provou inúmeras vezes que tem, como no belo final de semana na Bélgica, mas a inconsistência ainda cobra seu preço e faz com que sejam muitos os pilotos que estejam na sua frente quando imaginamos quem seria o próximo campeão do mundo da F-1.

O próprio Grosjean é um deles. O francês foi um raro caso de segunda chance na Fórmula 1: apareceu muito imaturo em 2009, foi ‘rebaixado’ para a GP2 e voltou mudado em 2012. Mesmo tendo crescido, fez suas bobagens, em momentos de afobação como no já clássico strike de Spa, mas aos poucos foi se acertando. Tanto, que hoje é bastante respeitado dentro da equipe Lotus, pela qual conquistou 9 pódios nos últimos quatro anos. “Ele tem sido perfeito corrida sim, corrida também, desde 2013”, disse recentemente Alan Permane.

Hoje, quem diria, Grosjean é o piloto mais consistente dos três. E potencialmente o mais rápido. Não fosse a evolução tão lenta do francês, que deixa dúvidas de quanto ele ainda pode melhorar, talvez Maldonado tivesse acertado ao menos parte de sua previsão.

18 comentários sobre “O futuro da F-1

  1. Me pergunto como será a F1 quando Hamilton, Raikkonen, Alonso,Vettel, e Button (está dando o último suspiro) não estiverem mais lá. O Bottas me dá sono, não consigo vê-lo como aquele piloto que vai para cima. O Hulkenberg… vejo as chances dele se esvaindo a cada dia. Só sobra mesmo o Ricciardo. O restante pode esquecer, não vejo nenhum do resto com aquela aura de quando você bate olho e sente: esse é o cara!

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  2. Sua análise está brilhante, Julianne! Bom, Julianne, já que estamos falando em futuro, andei pensando em escrever um livro. Claro que eu iria precisar de seus valiosos subsídios, sempre e cada vez mais brilhantemente expostos aqui no Blog. O enredo? Vou adiantar as linhas gerais, e a passagem do tempo se encarregaria de dizer se teria sido profético ou apenas uma peça de ficção “maionésica” rsrsrs: em 2016 a Ferrari tem extraordinária melhora, e Vettel briga para valer com Hamilton, superando Rosberg por confortável margem.

    Ao final da temporada, os rumores gerais nos bastidores são de que, com o novo regulamento para 2017, a Ferrari virá ainda mais forte, pois já haveria indícios consistentes nessa direção. Para infundir mais temores aos adversários, a Rossa contrata Max Verstappen, após mais uma vez o holandês ter superado de maneira ainda mais brilhante a Carlos Sainz, que por sua vez continuou dando provas de ser um piloto muitíssimo talentoso.

    A McLaren, insistindo com o Arai-kiri (todos os direitos autorais reservados para o Braz), continua sem se encontrar em 2016 e, a despeito de pequenas melhoras, o já conhecido calvário perdura por todo o ano, com a equipe terminando à frente apenas da Manor, da Sauber e da Haas. Alonso, desesperançado e desiludido, fala até em deixar a F 1.

    No final do ano, após uma temporada com uma silly-season muito longa e cheia de alternativas – e preocupadíssima com a força ameaçadora da Ferrari – a Mercedes não renova com Rosberg para 2017 e, como garantia extra, convida Alonso, que aceita prontamente, com igualdade de condições claramente expressas em contrato. Lewis, já tetracampeão mundial e confiando em seu próprio talento e na excelência do carro que tem em mãos, não faz a menor objeção.

    Marko finalmente consegue um motor Mercedes e Newey dá a Ricciardo uma Red Bull extremamente competitiva. A temporada de 2017 começa sob o novo regulamento, com Hamilton, Alonso, Vettel e Ricciardo se dando feroz combate prova a prova ao longo de todo o ano, com vitórias divididas apenas entre eles.

    Na prova final, com qualquer variação matemática entre os quatro, o título terá que ser decidido apenas pelo número de vitórias (como acabou de ser entre Dixon e Montoya). Sou torcedor do Hamilton, mas deixarei o final do livro em aberto, para ser decidido de acordo com as preferências de cada leitor. O título será “O mais inesquecível de todos os campeonatos”, e , a depender da intensidade das batalhas, prometo que o livro será menor que Guerra e Paz, hahahaha!!!!

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    1. Quanta inspiração! Será que Verstappen não complica para Vettel no duelo interno só para colocar ainda mais pimenta na história? E Sainz, não podia ser companheiro de Ricciardo? Ou será que Bottas vai ficar com essa vaga do Alonso?

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      1. Pois é, Julianne, mas não se preocupe, vou botar mais pimenta ainda. Vou contar uma das tramas paralelas, rsrsrsrs: Dennis afasta Boullier (aquele que na Lotus “sabiamente” preteriu o esfomeado Valsecchi em favor do enfastiado Kovalainen) e contrata Ross Brawn, que promove uma chacoalhada geral, preparando a McLaren para ser vencedora novamente. Paralelamente, a cúpula da Honda, em mea culpa, afasta Arai-kiri (copyright Braz) e põe alguém com mais jogo de cintura para aceitar a ajuda da expertise da própria McLaren, além de ir ao mercado contratando gente com bastante experiência em híbridos no WEC (Porsche, Audi e Toyota). Além disso, a Honda oferece na F 1 um teste a Marc Márquez, que impressiona a todo mundo, fazendo de cara tempos extremamente competitivos (lembrem-se que o único campeão mundial em duas e quatro rodas – John Surtees – foi SEGUNDO colocado em sua SEGUNDA corrida de F 1 (Mônaco 1960) e POLE POSITION em seu TERCEIRO GP (Portugal)!!! Márquez, com a coroa de campeão da MotoGP recuperada de Valentino Rossi, é convidado a ser o companheiro de equipe de Stoffel Vandoorne, então já com um ano de experiência na F 1, após a aposentadoria de Button ao final de 2015. A chacoalhada geral funciona (lembrem-se como funcionou bem a chacoalhada que o então jovem Montezemolo deu na Ferrari com a contratação de um então pouco acreditado novato – Lauda – após a primeira grande seca, que durou 11 anos, de Surtees a Ickx. A McLaren começa então a recuperar sua competitividade, chegando a incomodar algumas vezes seus velhos e tradicionais adversários, beliscando muitos pódios em 2017 e abrindo um novo e promissor horizonte.

        Ah, se a Fórmula 1 fosse como a gente quisesse, rsrsrs!!!

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    2. Grannnnnnnde AUCAM! Me diga: Quando será o cocktail de lançamento do livro (rsrsrs)? Me mande o convite blz?!?!

      Quanto a toda esta saga descrita por você aí em cima, quem sabe se o destino nos brinde com o “maior campeonato de equipes & pilotos de todos os tempos”? Apesar deste Verstappinho mostrar aqui-e-ali uma faceta digamos politica (alô Alain Prost) vejo este moleque-atrevido com potencial pra ser um-futuro-incomodo-no-sapato do “Fettel”. E já imaginou a Red Bull com um motor Mercedes servindo ao Ricciardão-Sorrisão? E se o “astuto” do Dom-Alonso aparecer lá pelos lados da Mercedes? Será que o futuro repetirá o passado (Hamilton vs Fernandito)? Seria no mínimo épico este cenário.

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  3. Julianne, agora com os pés mais no chão, eu concordo inteiramente com você: também acho que Grosjean provou ser dos três (juntamente com Maldonado e Pérez) aquele que tem maior potencial. No entanto, toda essa turma – a começar por Hulkenberg – tem contra si o fato de Vettel, Hamilton e Ricciardo serem muito jovens, alguns até mais jovens e já serem consagrados. Isso sem falar em Alonso, que, apesar de ser o mais velho dos Grandes, aparenta ter um vigor no melhor estilo Jack Brabham (que ao se aposentar aos 44 anos ainda conseguia andar na frente do incrivelmente rápido e acrobático Rindt com 28), fazendo supor que o espanhol poderá ser altamente competitivo por pelo menos mais uns 4 ou 5 anos. Alonso – mesmo com todos esses anos de insucessos – mostra o quanto é tenaz, ele nunca se abateu até agora.

    A política da Red Bull – e parece que agora a da Mercedes também, com Pascal Wehrlein – de darem preferência à prata da casa é mais um fator que elimina possibilidades e estreita o caminho de Grosjean, Hulk, Maldonado e Pérez. Esses quatro estão condenados a serem no máximo coadjuvantes de luxo dos Grandes já consagrados. Qualquer sucesso maior – vitórias ou pódios frequentes por exemplo, nem falo de títulos – estará muito dependente do progresso das equipes onde eles estão atualmente. O futuro já chegou para eles e é esse que se apresenta atualmente: em equipes médias. Paralelamente, há gente nova muito talentosa chegando – Max Verstappen, Sainz e Kvyat na F 1, além de Stoffel Vandoorne da GP 2 (este totalmente pronto para a F 1), Esteban Ocon e Pascal Werhlein (que tem apenas 20 anos, já está apadrinhado pela Mercedes e faz ótima campanha no DTM em 2015 contra nomes muito experientes). Sem dúvida, esses jovens lobos que estão chegando agora estão eclipsando as possibilidades de Grosjean, Pérez, Maldonado e até mesmo de Hulk para voos mais altos. Isso sem falar que a fila na F 1 anda devagar.

    Até gosto muito da tocada combativa e petulante de Sérgio Pérez, mas eu me decepciono com a sua falta de velocidade em treinos (ou então ele não sabe bem acertar os carros, pois Hulk, apesar de sua pilotagem mais morna e menos aguerrida, nitidamente é mais rápido que o mexicano nas classificações).

    Maldonado – apesar de sua constante falta de sorte, eis que tudo que é tipo de quebra acontece com seu carro – também vem me decepcionando, até em velocidade. Maldonado não consegue ter um mínimo de consistência, além de ter sucumbido em pontos e velocidade a Bottas e agora a Grosjean.

    E quanto a Bottas não gostei da sua performance em piso molhado (atuação sofrível em Silverstone este ano). Sob esse aspecto, as expectativas ficam ainda mais frustrantes considerando a tradição de seu país, pois a Finlândia – esse notável país com pouco mais de 5 milhões de habitantes – produziu 6 campeões mundiais de Rally: Ari Vatanen (2 títulos), Hannu Mikkola (2 títulos), Marcus Gronholm (2 títulos), Juha Kankkunen (4 títulos), Tommi Makinen (4 títulos) e Timo Salonen (1 título), além de nomes que se tornaram verdadeiras lendas, como Rauno Aaltonen, Markku Alen e Henri Toivonen – TODOS MESTRES em dirigir em pisos escorregadios, no gelo e na neve – além de 3 campeões mundiais de F 1! Uau!!!

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  4. As vezes fico imaginando como estaria hoje Nelsinho Piquet, seria ja campeao?Na época, todos diziam que ele “acelerava p diados”!Penso eu, que foi falta do Pai(meu grande idolo), que entregou a sorte de seu filho a ninguém menos que Dom Flavio Rapoza Briatori…Mas isso a gente nunca vai saber.

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    1. Este foi o pecado do Nelsão! Entregar o seu-rebento a um gangster da pior qualidade. Más me parece que a Toro Rosso (satélite da Red Bull) tinha oferecido uma cadeira ao Nelsinho que, foi prontamente rejeitada. Más que este garoto creio eu, teria um futuro na F1, isto eu não tenho dúvida.

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  5. Aucam esse seu livro será um sussesso,mas se em 2016 vettel e lewis disputar pau a pau acho q vettel leva esse pra maranello rsrsrsrs ele esta faminto pra ser campeão na vermelinha sonho de infancia dele e fará de tudo pra isso acontecer…em 2017 acho q a mclarem vem forte. E se a red bull vier de mercedes ninguem pega o sorrisão hehehe alonso na prateada acho q leva um vareio do negão, o negão estreante ja peitou pau a pau, imagina ele tetra campeão vai sucumbir e aposentar alonso rsrsrsrsrs eu ainda quero ver 2016 primeiro, e em 2017 tudo pode acontecer. E quero um livro tb

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    1. Amigo Chrystian, seu exemplar gratuito e autografado também já está reservado, hahahaha. . .

      Sobre as perspectivas para 2016, se formos fazer um raciocínio lógico em cima do que está posto até agora – e essa é a minha percepção, a minha intuição – Lewis será tetracampeão, pois os regulamentos só serão mudados mais substancialmente para 2017 e a Mercedes construiu uma equipe que pode ser considerada talvez a mais forte e a mais perfeita da História da F 1. Além disso, o próprio Hamilton está cada vez mais maduro e melhor como piloto. É claro que às vezes ele não consegue refrear seu espírito indomável e se atrapalha como aconteceu na Hungria – isso é inevitável e faz parte do estilo arrebatador dele – mas na maior parte das vezes ele vem tocando sua Mercedes como um virtuose do violino toca um Stradivarius.

      Acredito que a Ferrari deverá melhorar ainda mais em 2016 – mas poderá enfrentar complicações imprevistas e talvez intransponiveis se pegar pela frente uma Red Bull-Mercedes com um projeto inspirado de Newey (que certamente será convocado para voltar às pranchetas em regime integral). Uma Red Bull-Mercedes by Newey seria uma séria ameaça até mesmo à Mercedes, daí tanta relutância dos alemães em ceder seus motores. Agora imagine para a Ferrari! Por isso mesmo, para limitar danos e aplainar o caminho pela frente, Sérgio Marcchione está fazendo de tudo para fechar um contrato de fornecimento de seus propulsores à Red Bull. Segundo dizem, ele promete fornecer aos taurinos motores com as mesmas especificações usadas pela Scuderia Ferrari. Então, pelo menos nesse aspecto das PU a Rossa estaria equalizada com a Red Bull: o desafio adicional de superar um projeto de Newey ficaria sob a responsabilidade dos projetistas e engenheiros de Maranello (imagine a pressão que enfrentarão, felizmente Vettel é altamente ESTABILIZADOR na equipe).

      Grande abraço.

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      1. Grande Aucam, peça pra Ju prefaciar o livro e guarde o meu!!!

        Você crê que a Mercedes forneceria para a Red Bull? Não seria um grande erro entregar o motor pra uma concorrente de peso?

        Abs.

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  6. dos 3, certeza, Grosjean é mais piloto.
    não sei o que a Ferrari viu no Bottas. Pra ter chances de ser campeão, tinha que dar uma surra no massa. Só que não é o que vem acontecendo.
    hoje em dia é difícil. O cara tem que ser fera na pilotagem, trazer muita grana, ter um carro sensacional, falar bem, ter uma namorada bonita, bom hálito, pesar menos de 55 kg, estar em todas as mídias.
    É tanta coisa que fica difícil até fazer um exercício de futurismo.
    Uma coisa é certa. Vários do grid, com Mercedes, seriam campeões.

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  7. Caro AUGUSTO, eu acredito que o Sérgio Marchionne neste final de semana em Monza, em reunião que terá com a Red Bull, vai jogar pesado para ser o fornecedor de propulsores para os taurinos. Inclusive se noticia (como você já deve ter lido por aí) que esses propulsores seriam da mesma especificação usada pela Ferrari. Anteriormente, a Rossa acenava com PUs de uma especificação anterior.

    Marchionne e o estado-maior da Ferrari estariam, assim, limitando danos à propria equipe, pois já pensou uma Red Bull projetada por Newey (que eu creio que será convocado para isso) impulsionada pela Mercedes? Até Hamilton não gosta dessa idéia, hahahaha, e já dá declarações puxando pra trás, hahahaha!!!!

    Com uma motorização comum com os Reds, as coisas ficariam mais controláveis para a Ferrari, que teria que se preocupar apenas com a engenharia e projeto do chassi. Além disso, existem alguns detalhes decorrentes de uma associação comercial da Mercedes com a Renault que os alemães não pretendem mexer para não criar constrangimentos gerais entre as três partes – Red Bull, Renault e Mercedes. Acresça-se a isso o fato de nem Toto Wolff nem a cúpula da Mercedes quererem abrir mão assim tão facilmente da superioridade que exercem, arriscando-se a de repente verem surgir um competidor que comece a incomodá-los ou possa até batê-los! Então, eu acredito que é mais fácil, mais viável um acordo da Red Bull com a Ferrari, que inclusive forneceria para a Toro Rosso também, e pavimentaria o caminho para a transferência do Verstappinho para Maranello em 2017. Marchionne está de olho nele e em Carlos Sainz, mas admira mais o holandês. Então, vou CRAVAR a minha APOSTA nas DUAS equipes taurinas “powered by Ferrari” JÁ PRA 2016!

    Mas não dá pra considerar como favas contadas o fornecimento da Ferrari para Red Bull, pois sabemos todos que na Fórmula 1 as coisas acontecem às vezes muito rapidamente e de maneira SURPREENDENTE! No entanto, dizem que a data-limite para essa decisão seria agora em setembro, para dar tempo de Newey e sua equipe trabalharem no projeto de 2016 já em função do propulsor Ferrari.

    Augusto, às vezes me divirto RELENDO os comentários de todo mundo e OS MEUS PRÓPRIOS relacionados ao post do dia e escritos tempos atrás, que o Blog agora disponibiliza de maneira tão fácil (parabéns Julianne, muito interessante isso). Às vezes TODOS ACERTAMOS nas percepções que externamos lá atrás, mas às vezes TODOS também passamos longe! Hahahaha!!! Eu constatei, por exemplo, que eu já mudei duas vezes a intuição que eu tinha sobre o desenvolvimento de Bottas (hoje diminuí minhas expectativas sobre ele, que deu mostras de não correr bem no molhado). Também errei longe quanto ao desempenho da McLaren para este ano, e por aí vai. . . Bom, mas também ninguém tem bola de cristal, não é mesmo?

    Quanto ao meu “livro”, não se preocupe, seu exemplar gratuito e autografado já está reservado também, rsrsrsrsrs, vamos torcer para que o cenário descrito se torne realidade, e tenha certeza que, não apenas o prefácio seria da Julianne, como este Blog seria citado como a maior fonte na bibliografia! Aqui se aprende muito, com ela (Julianne é imprescindível) e com TODOS os comentaristas.

    Grande abraço.

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    1. Grande AUCAM! Este cenário sobre com-que-roupa não… digo… (rsrsrs) com que “Unidade-de-Potência” a Red Bull irá pra 2016, faz todo sentido o que vc postou e eu também creio. Depois de todo este mega-investimento que a Mercedes fez não seria justamente ela que iria, de mão beijada dar “asas” pro inimigo! A red Bull éh mais perigosa que a Scuderia porque tem uma estrutura que pra mim éh a melhor da F1 e tem nas suas-fileiras nada mais e nada menos que um dos melhores projetistas que a F1 já viu! Então eu acho que eles irão mesmo éh de Ferrari em 2016.

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