Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação do GP do Japão

Hamilton 12 a 2 Rosberg
Ricciardo 9 a 4 Kvyat
Massa 7 a 7 Bottas
Raikkonen 3 a 11 Vettel
Button 5 a 7 Alonso
Hulkenberg 9 a 5 Perez
Verstappen 5 a 8 Sainz
Maldonado 1 a 12 Grosjean
Nasr 7 a 7 Ericsson
Rossi 0 a 2 Stevens

Diferenças de hoje:

Rosberg x Hamilton: 0s076

Ricciardo x Kvyat: 0s704

Bottas x Massa: 0s313

Vettel x Raikkonen: os102

Alonso x Button: 1s197

Hulkenberg x Perez: 0s327

Verstappen x Sainz: sem tempo

Grosjean x Maldonado: 0s219

Ericsson x Nasr: 0s087

Stevens x Rossi: 8s331

As diferenças são calculadas nas sessões em que o companheiro com classificação pior é eliminado e os placares contabilizam o resultado do treino, e não a posição de largada, que pode ser alterada devido a punições.

9 comentários sobre “Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação do GP do Japão

  1. Parece que tudo voltou ao normal, acho que Cingapura foi apenas um “blip”, nunca vamos saber o que realmente aconteceu com a Mercedes.

    Rosberg largando na frente dividindo a primeira curva com o Hamilton traz esperança de uma boa briga pela primeira posição.

    Torcendo aqui pra uma boa corrida…

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  2. Alex, seus competentes pitacos estão fazendo falta por aqui.

    Sobre seu questionamento, vamos examinar alguns fatos: Ericsson foi Campeão da Fórmula BMW inglesa e Nasr Campeão da F BMW Européia (houve uma fusão das duas após o campeonato vencido primeiramente por Ericsson). Dando prosseguimento às suas carreiras, Ericsson venceu o Campeonato Japonês de F 3 e Nasr venceu o Campeonato Inglês de F 3. Nenhum dos dois conseguiu ser campeão da GP 2, mas Ericsson venceu uma corrida em sua primeira temporada completa nessa categoria, enquanto Nasr precisou de 50 corridas para vencer a primeira, já na terceira temporada.

    Francamente, até aqui não consegui me empolgar com Nasr. Para mim, houve muitos outros brasileiros com mais talento e mais vitoriosos do que ele, que chegaram à F 1 mas não tiveram sucesso: Roberto Moreno, Ricardo Zonta, Cristiano da Matta, Antonio Pizzonia, Lucas Di Grassi e até mesmo Bruno Senna – que teve uma formação muito tardia e truncada, mas que demonstrou qualidades ao vencer o GP de Mônaco da GP 2, se considerarmos a opinião de Sir Jackie Stewart, de que ninguém vence no Principado se não tiver talento. Em três temporadas completas, Nasr não conseguiu vencer em Mônaco na GP 2.

    Nem Ericsson é assim tão mais ruim que Nasr, nem Nasr é assim tão melhor que Ericsson. Mas ambos dispõem de sólidos e robustos patrocínios, enquanto um talento como Robin Frijns foi desperdiçado pela F 1 por falta de grana – e isso, mais do que nunca, é o que vem contando. Torço para que Nasr vingue na F 1, porque acredito que não seria bom o Brasil não ter um representante lá, veja que até Q 1 e o Q 2 já não vêm mais sendo transmitidos pela RGT, e Nasr é o que temos pra hoje na categoria máxima para suceder Massa quando este se aposentar.

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    1. AUCAM, reposto abaixo um comentário que fiz em 16 de março, logo após o GP da Austrália:
      “Quanto ao Nasr, vou com cautela. Se existe um esporte cheio de oba-oba, este é a F-1. Já o novo brazuca da categoria não fez grandes coisas na GP2, categoria que até “coisas” como Di Grassi, Glock ou Pantano foram campeões ou vice. É melhor dar tempo ao tempo.”

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    2. Caro AUCAM! Vc relacionou uma galera aí cima que supostamente éh melhor que o Nars, más eu relacionaria com menção honrosa (???) o Cristiano da Matta. Pra mim foi um grande desperdício a F1 não ter tido os olhos-mais-atentos ao mineirinho. Detentor de grande-técnica e velocidade que foram muito mal aproveitadas na duble-de-equipe-grande a finada Toyota. E ainda me atrevo a lhe dizer que o Nelsinho Piquet também tem muito=talento pra estar neste grid atual! Grid este que tem o patético-Maldonado teria ou não teria espaço para o Nelsinho?

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      1. Amigo BRAZ, concordo com você: dessa galera aí citada, também acho o Cristiano da Matta o mais talentoso. Infelizmente, na Toyota ele foi vítima da truculência do projetista Mike Gascoyne, dê uma lida no link lá embaixo, para rememorarmos o assunto. Não comentei em especial sobre Cristiano para não encompridar ainda mais meu post, afinal reconheço que tenho tendência a ser prolixo, rsrsr, é inevitável isso para mim, rsrsrs. . . Assisti pessoalmente a muitas corridas e vitórias de seu pai – Toninho da Matta – um tremendo bota!

        Quanto a Nelsinho Piquet, também concordo que ele tem mais talento que muitos desse grid que está aí na F 1, mas infelizmente foi vítima daquela grande bobagem que fez. Acredito que as portas da F 1 só voltariam a se abrir para ele com um altíssimo patrocínio – além do que, ele já está passando do timing para a F 1. Gostaria de vê-lo na categoria principal da F Indy, onde tenho certeza de que teria sucesso. Sempre torci por seu pai, Nelsão Piquet, embora também tenha grande admiração por Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi – este não obstante o fato de eu não apreciar pilotos cerebrais.

        Mas Emerson – mesmo sendo cerebral demais para meu gosto – sempre foi um fora-de-série, isso é incontestável, e, dentro de suas muitíssimas qualidades, sempre admirei o seu espírito de humildade e respeito ao se referir aos adversários e também quando trocava de categoria para carros mais potentes – MAS SEMPRE ENTREGANDO EXCELENTES RESULTADOS). Emerson não era dado a gabolices, ao contrário. Parodiando uma certa propaganda, “gabolice não é nada sem demonstração explícita de genialidade”. E Emerson era genial sem ser gabola. Não sei se você o viu correr pessoalmente, caro BRAZ, mas era impressionante a PRECISÃO de suas linhas de trajetória na pista, ele passava 500 vezes pelo mesmíssimo ponto, pelo mesmíssimo lugar! Parecia um compasso traçando! Ele também tinha um modo especial de jogar com a traseira do carro, como um kart, e era um show vê-lo na entrada do antigo Pinheirinho e do Bico-de-Pato, no antigo e maravilhoso traçado de Interlagos. Fazia isso com qualquer tipo de carro, desde os Karmann-Ghia-Porsches da poderosa DACON, passando pela F Vê 1.300 (Fitti-Vê de sua fabricação) até aos F 2 e F 1. Grande Emerson! Como sou contemporâneo dos grandes dinossauros, acompanhei de perto e ao vivo a carreira dos três grandes campeões brasileiros da F 1 ainda aqui no Brasil, nas categorias de base, Senna ainda no kart.

        http://www.autoracing.com.br/f1-cristiano-da-matta-critica-mike-gascoyne/

        Grande abraço!

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    3. Valeu Aucam, eu leio todo o dia o blog, mas ando com preguiça de comentar, reflexo dessa temporada monótona, sem grandes brigas. Rosberg, o único que poderia dar um alento ao campeonato, sucumbiu de vez ao talento de Hamilton e Vettel que poderia ser um bom adversário ao inglês , só tem carro para chegar em terceiro,

      Enquanto isso Alonso desperdiça seu talento em uma Mclaren com motor de GP2

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