GP do Japão por britânicos, brasileiros e espanhóis: “Ninguém viu a corrida”

Motor Racing - Formula One World Championship - Japanese Grand Prix - Race Day - Suzuka, Japan

Depois de serem o centro das atenções nas últimas duas etapas, as pressões mínimas dos pneus pautaram os minutos que antecederam a largada para o GP do Japão na espanhola Antena 3 e na Sky Sports britânica. “Eles tiveram de aumentar as pressões em 2psi em relação ao ano passado e isso é muito, vai afetar o comportamento dos carros”, alerta Martin Brundle, ainda que sua expectativa é de mais um passeio da Mercedes. Atento, Antonio Lobato percebe que a medição das pressões do pneu de Rosberg, 2min antes da largada, estavam baixas. “Vejam que eles estão colocando mais e mostrando de novo”, lembrando que agora é permitido que as equipes façam esse tipo de correção no grid.

O alemão é o pole pela segunda vez na temporada, mas não por muito tempo. “Felipe costuma largar bem mas desta vez foi o Bottas, e quase o Massa se tocou. O Hamilton assume a ponta, trazendo com ele o Bottas. Massa teve um problema, talvez um pneu furado”, narra Luis Roberto. “A verdade é que o carro do Massa vinha batendo no chão desde a largada, o que pode significar pneu furado ou suspensão quebrada”, avalia Reginaldo Leme.

O narrador inglês David Croft vê o que aconteceu. “Ricciardo se toca com Massa, as duas Mercedes estão lado a lado na primeira curva e é Hamilton que fica à frente.” Já Lobato não se conforma com a chance perdida pelo pole. “Madre mía, Rosberg, que mal!”, enquanto o comentarista Pedro de la Rosa observa que “Hamilton fez a curva o mais por fora possível e Rosberg ficou sem velocidade.”

Com a Mercedes misteriosamente aparecendo pouco na transmissão, o foco é na McLaren, que corre em casa. Quando Carlos Sainz ultrapassa Fernando Alonso com facilidade, Luis Roberto diz que é o novato o “espanhol da vez”. A manobra também não passa despercebida por Brundle. “Ai minha nossa, como está lenta essa McLaren! Carlos sempre teve Alonso como seu herói e agora está passando ele por fora em uma curva que já é desafiadora mesmo fazendo sozinho.”

Mas a situação ficaria ainda mais embaraçosa para a Honda quando Jenson Button é ultrapassado, de uma vez, por Nasr e Verstappen. “Eles encontraram a chicane ambulante da McLaren e tiveram de desviar. Igual Schumacher e Hakkinen com o Zonta”, lembra Lobato.

Voltas depois, os espanhóis voltam a fazer graça da situação. “O Ericsson deve ter um problema grave porque uma McLaren vai ultrapassá-lo”, brinca Lobato. Como Button vai para os boxes, De la Rosa aproveita para emendar. “Deve ter ido para o box porque sabia que não ia conseguir.”

Diante da lentidão das McLaren, Brundle parece prever o que está por vir. “Não tem como Alonso aguentar isso três anos, sabemos como esse cara trabalha duro e está frustrado.”

Com a chegada das paradas, o assunto são as estratégias. Para Burti, “a Mercedes quer uma distância boa para fazer uma parada a mais. A Pirelli colocou uma pressão [mínima] muito alta, e isso ajuda na degradação do pneu”, justifica. Porém, quando Rosberg faz sua primeira parada, o comentarista vê que isso não vai acontecer.

Já britânicos e espanhóis se animam com a estratégia da Williams, que chama Bottas antes de Rosberg para manter o terceiro posto do finlandês. “Estou muito animado, a Williams está sendo ousada na estratégia! Não esperem os outros pararem, tomem a iniciativa!”, vibra o repórter Ted Kravitz. “Criticamos a Williams algumas vezes, mas desta vez eles foram agressivos”, concorda De la Rosa.

A opção da Ferrari, de colocar o segundo colocado, Vettel, e o quinto, Raikkonen, com os pneus duros também chama a atenção. “Vettel colocou os duros para se proteger de Bottas no final da corrida, porque estará com o pneu médio”, avalia De la Rosa. “Isso dará informações importantes para Hamilton e Rosberg”, lembra Brundle.

O comentarista ri quando vê Verstappen tentando passar Kvyat por fora na 130R. “Esse é o mesmo cara que passou por fora na Blanchimont. É um tipo único no mundo”. A manobra também chama a atenção de Burti, que diz não ser “aconselhável” tentar um ataque naquele trecho da pista.

Kvyat vai para os boxes e a próxima vítima de Max é Alonso, que se defende bem por algumas voltas. “Segredo do Alonso é tracionar bem na saída da chicane”, observa Lobato, enquanto De la Rosa vê “voltas bonitas de pilotagem defensiva.” Mas o esforço é em vão e o espanhol é superado na reta com facilidade.

f1-japanese-gp-2015-max-verstappen-scuderia-toro-rosso-str10Não demora para a frustração do bicampeão ser ouvida por todos. “Motor de GP2! Motor de GP2”. Para Brundle, a reação é de “um cara tentando ser demitido.” Croft pega mais leve. “Na casa da Honda, Alonso dá uma review de bem menos de 5 estrelas para seu motor.” Kravitz, por sua vez, imagina como a cúpula da montadora recebeu a mensagem. “Ele sempre pilota como se suas calças estivessem pegando fogo. Estou olhando as reações no pitwall e ninguém se mexe. Acho que eles gostariam que houvesse um botão de privacidade. O presidente da Honda está aqui na área VIP, tomara que a TV não tenha som.”

Na Antena 3, Lobato tenta aliviar. “Às vezes você tem de liberar a emoção”. Porém, De la Rosa toca no ponto. “Mas ele falar isso, no Japão, na casa da Honda. Vai doer.”

A reação é tão forte que Burti até duvida. “Olha, vou falar o que eu ouvi. Ele falou motor de GP2. Mas vou ser sincero: não tenho certeza que ele falou isso porque é meio pesado, ainda mais na casa da Honda.”

Voltas depois, Kravitz informa que Alonso falou outra das suas no rádio: “Quem são esses caras com quem eu estou disputando? Que coitados!”, enquanto dividia a pista com Rossi, Stevens, Ericsson e Perez.

Com a prova chegando a seu final, os comentaristas estranham a falta de imagens do líder Hamilton. “Essa corrida foi uma volta ao normal, não?”, pergunta Croft. “Acho que sim, porque não vi a corrida do líder. Ninguém viu”, salienta Brundle. O inglês acredita que a Mercedes não teve muita exposição porque não quis dar motor para a Red Bull.

O fato também chama a atenção dos espanhóis. “Esquecemos de quem está em primeiro. Nem vimos a corrida dele”, diz De la Rosa. “Agora nos mostram, para nos lembrar quem era”, ironiza Lobato, a uma volta do fim. A dupla não se conforma com o ritmo de Hamilton no final, 1s por volta mais rápido que Rosberg. “Por que não economiza freio, motor?”, questiona o comentarista. “É que ele está pressionado, Pedro. Rosberg está só 18s atrás”, brinca o narrador.

É com essa tranquilidade – e pressa ao mesmo tempo – que Hamilton “vem se aproximando do mesmo número de vitórias de seu ídolo, sua inspiração”, como diz Luis Roberto, citando o fato de que Hamilton está igualando as 41 vitórias de Senna com o triunfo.

Fazendo suas considerações finais, Brundle avalia que “a curva 2 disse muita coisa. Lewis sentiu que tinha o direito de tomar a trajetória e espalhar o companheiro para fora.” Enquanto Burti diz que “essa prova mostra que o GP de Cingapura foi algo fora da curva, onde a Mercedes teve dificuldade. Ficou claro que voltou tudo ao normal, que a Mercedes é o melhor carro mesmo e que a dupla que luta pelo mundial é Hamilton e Rosberg.”

Na Antena 3, Alonso é entrevistado logo após sair do carro e diz que “é frustrante quando você vê pilotos que erram muito, fazem as curvas como se estivessem num carro de rali, como Ericsson, e, ainda assim, te passam na reta.” Os comentários deixam Lobato “triste”. O narrador diz que a insatisfação de Alonso é tanta que “ele não consegue mais fingir”. Para De la Rosa, contudo, “o que surpreende é que isso tenha demorado tanto.”

21 comentários sobre “GP do Japão por britânicos, brasileiros e espanhóis: “Ninguém viu a corrida”

  1. Maravilhoso esse post, Julianne. Destaco:
    “O comentarista ri quando vê Verstappen tentando passar Kvyat por fora na 130R. “Esse é o mesmo cara que passou por fora na Blanchimont. É um tipo único no mundo”. A manobra também chama a atenção de Burti, que diz não ser “aconselhável” tentar um ataque naquele trecho da pista.”
    Não me lembro de tempos tão atribulados na F 1 como atualmente. Abre-se qualquer site no começo do dia e só se vê reclamações, parece uma pancadaria generalizada, todo mundo atirando cadeiras em todo mundo. Agora, a Pirelli ameaça sair se os taurinos saírem. E se os taurinos saírem mesmo? Ricciardo deveria ser alocado na Ferrari ao lado de Vettel e o atrevido e espetacular Max Verstappen ao lado de Hamilton na Mercedes, assim até esqueceríamos a magreza do grid.

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  2. esse post, Julianne, é um dos mais espetaculares que vc já escreveu. lembro como hj essa ultrapassagem citada acima entra Schumacher e Hakkinen, Spa-Francorchamps, ano 2000. Zonta, mantinha seu curso, Michael desviou para a esquerda. enquanto Hakkinen preferiu a direita o que lhe favoreceu na retomada da curva, uma das mais belas ultrapassagens da F1. no pódio com cara de poucos amigos, logo após Schumacher revelou que não tinha ideia que Mika teria aquela atitude no momento da corrida.

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    1. Caro Gerônimo, Lewis Hamilton considera essa ultrapassagem de Hakkinen em Schumacher uma das maiores da F 1. Hakkinen descreveu a curva em traçado de urgência, praticamente sem tomada. Numa pilotagem, existe uma coisa chamada “transferência de peso”, que é um negócio muito sério!
      Grande abraço!

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      1. prezado, AUCAM, não sabia que o grande e espetacular Lewis Hamilton considerava essa ultrapassagem uma das maiores. obrigado por compartilhar o conhecimento. olha só que encontrei não sei se vc já viu esse vídeo. olha os adjetivos que atribuem a Lewis Hamilton. ai me pergunto por que essa mudança de pensamento desses dois com um dos maiores piloto de formula 1 da atualidade e da historia.

        Grande abraço…

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      2. Caro Gerônimo, estive sem sucesso tentando encontrar o link da entrevista em que Hamilton classifica a dupla ultrapassagem de Hakkinen sobre Zonta e Schumacher como uma das maiores da F 1. Tenho um formidável arquivo por pastas, sobre muitos assuntos que me interessam. No entanto, há alguns meses atrás, houve uma perda total do HD do meu notebook, e com ela perdi uns 30% de tudo o que eu tinha, pois já fazia algum tempo que eu não fazia back up das atualizações. Então, estou achando que o link dessa interessante entrevista de Lewis estava entre o que perdi. O dia em que eu conseguir localizá-la vou postá-la aqui no Blog da Julianne, pois há muitos jogadores de games que acham fácil essa ultrapassagem de Hakkinen, que conseguem fazê-la facilmente em seus jogos, esquecendo-se que na vida real existe uma coisa chamada “transferência de peso”. Então, prefiro ficar com o peso indiscutível da opinião de Hamilton, que vivencia de verdade essa sensação, a mais de 300km p/hora, nas aproximações de curvas. Um jogador de game, por mais exímio que seja em suas habilidades, precisa ser exposto à realidade para ver e sentir como ela é de verdade: a própria NISSAN faz isso com seus pilotos virtuais antes de lançá-los em campeonatos de acessos; foi assim inclusive com os mais famosos, o Lucas Ordoñez e o habilidoso Jan Mardenborough, ambos campeões de torneios virtuais da Nissan, que até hoje estão por aí lutando sem grandes sucessos em categorias menores, sem serem cobiçados pela F 1.

        Não tinha visto esse vídeo que você postou. Obrigado, valeu! Existe uma ultrapassagem dupla de Lewis na GP 2 semelhante à de Hakkinen em Schumacher. E concordo com a sua opinião, não dá mesmo pra entender como mudaram de opinião da água para o vinho. . . Lewis sempre teve uma tocada empolgante, espetacular e arrebatadora, desde as categorias de base. Desse atual grid, ele o Verstappinho são da mesma estirpe, que comparo a arrojados e exímios trapezistas que dispensam redes protetoras.

        Abs.

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      3. Caro, AUCAM, verdade há uma grande disparidade entre o mundo real e o virtual, julgar algo fácil porque se consegue fazer através de um jogo, não quer dizer que tal manobra foi tranquila de executar, como vc falou existe a “transferência de peso” e o próprio piloto com a maquina, a adrenalina alta e qualquer erro pode ser muito perigoso.
        espero que vc consiga recuperar seus arquivos, procurar armazená-los em um HD externo, por que qualquer problema no notebook, os arquivos estão seguros.

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  3. Julianne, acabo de ler mais um excelente texto seu lá no portal UOL, sobre o filho de Sophie Kumpen, uma kartista que derrotou em torneios importantes simplesmente ninguém menos que Jarno Trulli, Giancarlo Fisichella e Giorgio Pantano. O garoto Max Verstappen tem o DNA da velocidade no sangue, pois ainda tem avô e um tio maternos também pilotos, isso sem falar em Jos.

    Aliás, falando em uma kartista fera, vale lembrar a italiana Susanna Raganelli, CAMPEÃ MUNDIAL DE KART de 1966, em cima de ninguém menos que Ronnie Peterson. Susanna era velocíssima, e viria a namorar Ronnie antes do relacionamento deste com Barbro. Mas, que pena, não prosseguiu em sua carreira. Daí porque sempre digo que da quantidade se extrai a qualidade e as meninas devam ser incentivadas para que vejamos mais campeãs no esporte motorizado.

    Quanto ao “affair” havido entre Max Verstappen e Massa, ao qual você se referiu no texto em questão, francamente confesso que não entendi as críticas do brasileiro, já que quando Massa tinha 20 anos, ou seja, 3 anos a mais que Max, e muito mais “chão” em monopostos do que o holandês, pois havia sido inclusive Campeão Brasileiro da Fórmula Chevrolet, Felipe ainda na Sauber protagonizou uma batida praticamente idêntica à de Verstappinho, na mesma pista de Mônaco, no mesmo lugar, abalroando a Arrows do subestimado brasileiro Enrique Bernoldi.

    Max Verstappen é agressivo e atrevido, mas, francamente, para quem tem apenas 17 anos, acho-o até bastante maduro, e credito seu arrojo ao seu próprio estilo de tocada, o que constitui uma garantia de que não vai mudar, para o bem do espetáculo. Na ocasião do incidente com Grosjean em Mônaco houve muito quiproquó com relação à pouca idade de Max, eu abomino preconceitos. Abaixo, o link da batida de Massa, muitíssimo semelhante à de Max, e da qual quase ninguém falou:

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    1. obrigado pelo link, Aucam.

      Julianne, quem sabe você não avisa a gente aqui no seu blog quando tem texto novo no UOL? Fica mais fácil acompanhar o resto da sua produção…

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  4. Vou confessar publicamente aqui que não deixo passar nada que a Julianne escreve/posta.

    Esse post das transmissões é simplesmente fantástico, me faz lembrar os tempos de juventude quando eu assistia as corridas e ficava aguardando a chegada da antiga e saudosa revista-poster Grid.

    Eu assisto as corridas e fico à espera do post das transmissões!

    E pegando gancho no que o Aucam escreveu acima, o texto sobre o Verstappen é 10! Aliás, eu voltei a ler Fórmula 1 no UOL pela credibilidade da Ju.

    Passei a ler o portal quando o Lívio foi para lá, parei quando ele saiu e voltei por causa da Ju.

    Abraços!

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  5. Pelos comentários do Alonso, deu pra perceber que o nível dele, e provavelmente do Vettel e Hamilton é outro… Ele descreveu como os caras fazem as curvas “quadradas”… E ele com carro de gp2 ainda consegue disputar com os caras… Realmente é uma pena estar num carro tão ruim… Acredito que ele venceria o Hamilton na Mercedes… Mas infelizmente, acho que não vamos ter mais oportunidades de ver isso novamente…

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    1. Não venceu uma vez. Porque venceria agora? O que vejo é um cara arrogante que se apresenta como se tivesse nascido pilotando um F1. Querer comparar a forma de pilotar de um cara que já está avô na F1 com esse meninada que entrou ontem é, no mínimo, ridículo.

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  6. Por falar em GP 2 e nas declarações de Alonso, é claro que os tempos são outros e não pode haver uma comparação dela com a precursora F 2 de outrora em relação à F 1, mas vou reproduzir aqui um comentário que fiz aqui no Blog há muito tempo atrás:

    “Jacky Ickx (apesar de não ter ganho um título, e ter tido uma carreira muito controvertida), era o Rei da Chuva e osso duro de roer em seu auge, pois era velocíssimo. Ickx, nos tempos mais românticos em que a Fórmula 2 chegou a correr misturada com a Fórmula 1 em algumas provas, chegou a classificar seu Matra de FÓRMULA 2 em TERCEIRO (!) lugar no grid de largada num GP de F 1 válido pelo Mundial, (Alemanha, 1967), em Nurburgring, atrás apenas dos Fórmula 1 de Hulme e Clark, a despeito da DIFERENÇA DE POTÊNCIA entre as duas categorias! Mas os carros da F 2 eram obrigados a largar atrás dos carros da F 1, por isso Ickx começou a corrida atrás do pelotão da F 1. Porém, em 4 voltas apenas, alcançou o quinto lugar na prova, após ultrapassar 12 (!) carros, sendo obrigado a abandonar após correr 12 voltas com a suspensão dianteira quebrada! Mas estabeleceu a volta mais rápida da prova entre todos os F 2 que alinharam.

    Lembro-me das revistas na época noticiando que “papai Ickx” chegou a ser avisado por vários jornalistas para tentar sinalizar para Jacky abrandar seu ritmo, se não quisesse “perder seu rebento”, rsrsrsrs. . . Ickx foi um dos mais duros contendores de Jochen Rindt, Emerson Fittipaldi e Stewart naquela época.”

    Ickx teve um final de carreira marcado por muitas controvérsias, em função do triste acidente em que o espetacular e fora-de-série Stefan Belof perdeu a vida na Eau Rouge em Spa, numa prova do Mundial de Protótipos e Endurance.

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  7. Olá Julianne, o Alonso com toda sua insatisfação com o carro da Mclaren, agora público para todos verem, e a Renault ter assinado uma carta de intenções para compra da Lotus, você acha que essa dupla estará de volta ano que vem?
    Fernando Alonso e Team Renault:

    Obrigado Julianne e forte abraço!!!

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    1. Esses rumores sobre o Alonso vêm do que as pessoas imaginam, não dele. Ele está frustrado, claro, mas sempre reitera que cumprirá o contrato. E a Renault me parece uma opção pior do que a McLaren para 2016, lembrando que eles já estão no segundo ano sem se entender com esse motor, e sem um motor competitivo é impossível brigar na F-1 de hoje.
      Dito isso, essa carta de intenções estava assinada faz tempo e só foi divulgada para frear o processo de falência da Lotus na corte britânica, dando mais prazo para uma decisão (até dezembro). A equipe ainda corre risco.

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