Ferrari errou, mas não jogou uma vitória certa no lixo

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A Ferrari deu uma de Williams enquanto o time inglês correu riscos incomuns para assegurar o terceiro lugar para Valtteri Bottas no GP do Canadá. O time italiano perdeu uma – pequena, diga-se de passagem – chance de vencer ao largar em Montreal comprometido a fazer duas paradas. E foi se atrapalhando cada vez mais durante a corrida para entregar uma vitória que acabou se tornando fácil para a Mercedes e Lewis Hamilton.

Antes da largada, não estava claro qual seria a melhor estratégia, como é de praxe em Montreal, uma vez que as ultrapassagens são relativamente fáceis e a posição de pista não representa tanto. Porém, havia alguns fatores a serem considerados: as baixas temperaturas favoreceriam os pneus macios, que têm uma janela de operação maior, e não temos observado, com os pneus atuais, o chamado ‘penhasco’, uma queda brusca de rendimento, como acontecia em anos anteriores.

Sendo assim, seria importante ir para a corrida com pelo menos dois jogos de pneus macios novos, caso a expectativa de que este fosse o melhor para a prova se confirmasse. E uma mentalidade mais aberta sobre a possibilidade de fazer uma ou duas paradas também seria importante.

Mas a Ferrari não tinha as ferramentas necessárias para saber que o macio era melhor, pois apostou em simulações com os supermacios e ultramacios nos treinos livres. E logo se comprometeu com uma tática de duas paradas desde o início, o que explica a facilidade com que Vettel se manteve fora da zona de DRS no início da prova após uma ótima largada.

Nas primeiras voltas, Hamilton revelou que não sabia se faria uma ou duas paradas, com a Mercedes observando o ritmo dos carros que largaram com pneus macios. A decisão de optar pela primeira tática acabou sendo tomada pela própria Ferrari quando os italianos decidiram usar o VSC do abandono de Button para tentar ganhar tempo e fazer a primeira parada.

Neste momento, mesmo quem estava comprometido com as duas paradas já havia percebido que os macios seriam os melhores pneus da prova. Tanto, que só a Ferrari insistiu em usar os supermacios. Do lado de Hamilton, o fato da Ferrari ter mexido as peças primeiro e impedido que o inglês tentasse o undercut, além do bom rendimento dos macios, foi a senha para que a estratégia de duas paradas fosse adotada.

A Ferrari ainda cometeria mais um erro ao chamar Vettel cedo demais para a segunda parada, fazendo com que o alemão voltasse com tráfego. Como seu ritmo ainda era bom a esta altura, esperar mais algumas voltas seria o indicado.

Mesmo que os erros tenham sido claros, é difícil cravar que Vettel perdeu a vitória por conta deles. Afinal, o ritmo era inferior e, caso ele e Hamilton fizessem a mesma estratégia, fatalmente o inglês usaria o fato de que seu carro preserva mais os pneus para permanecer na pista e voltar na frente. Uma das grandes qualidades da Mercedes que pôde ser observada claramente em Montreal é a aderência do carro nas reacelerações, e isso é muito bom para aumentar a vida dos pneus.

Não deixa de ser curioso que a Ferrari não tenha percebido que o pneu macio seria um ator importante em uma prova com temperaturas baixas, pois eles estiveram entre as equipes que escolheram acertadamente este composto em Mônaco.

Do lado da Williams, Felipe Massa havia dito na sexta-feira que seria difícil fazer uma parada “a não ser que você tenha uma Mercedes”. Porém, a evolução da pista fez sua equipe mudar de ideia e os pilotos já largaram determinados a trocar os pneus apenas uma vez. Apesar de não ser o caminho mais rápido até a bandeirada, a aposta era ganhar posição de pista em relação às Red Bull e utilizar a velocidade de reta maior para permanecer na frente. No final das contas, o pneu macio teve uma durabilidade tão boa que Bottas nem precisou se defender, enquanto Massa ficou pelo caminho pela primeira vez no ano devido a um problema no sistema de arrefecimento da unidade de potência.

13 comentários sobre “Ferrari errou, mas não jogou uma vitória certa no lixo

  1. Vi uma entrevista com ARIVABENE na SKY onde ele aparecia devastado pelo erro, ASSUMINDO a culpa pela estratégia errada, mas também demonstrando resignação, altivez e esperança. Espicaçado por uma rude pergunta do entrevistador, que aludia a erros além da conta, ARRIVABENE não perdeu a serenidade. GRANDEZA se vê TAMBÉM nas derrotas e tanto ARRIVABENE quanto VETTEL foram exemplares em demonstrá-la.

    Parabéns aos dois por suas atitudes, gostei. ARRIVABENE se referiu na entrevista ao fato de eles terem superestimado a degradação dos pneus. JOCK CLEAR já havia dado – antes do GP do Canadá – uma entrevista onde ele apontava o fato de que eles, na FERRARI, ainda precisam compreender melhor o funcionamento dos atuais pneus. JOCK chegou a falar até em buraco negro, pois para eles ainda há muito para descobrir sobre o âmago de sua construção.

    De fato, a MERCEDES a esta altura dos acontecimentos já compreende melhor os pneus que a FERRARI, sem dúvida. E a boa compreensão do funcionamento dos pneus é essencial para posicionar VETTEL o MÁXIMO possível na frente do grid, para que possa aproveitar bem o bom ritmo de corrida que a FERRARI começa a ter. Largar o máximo possível à frente (se possível na pole) evita muitos percalços e riscos na largada obviamente, além de dar à VETTEL as condições para aproveitar uma das melhores qualidades de seu estilo, que lembra muito nesse particular o de JIM CLARK e o de JACKIE STEWART: fazer uma PRIMEIRA volta VOADORA, (ou mais de uma), distanciando-se dos concorrentes enquanto eles ainda “apalpam” a corrida.

    A alegria e a leveza com que VETTEL encarou a derrota após a corrida me deu a impressão do quanto ele está confiante em que a Rossa esteja no caminho certo para conseguir êxitos a curto prazo. Aliás, ANDREW BENSON elogia esse comportamento de VETTEL, de não ficar culpando injustamente a equipe pelos insucessos, inclusive relatando os elogios de JAMES ALISSON à VETTEL, de que SEBASTIAN é muito solidário com a equipe, no melhor estilo SCHUMACHER.

    Torço para que esse otimismo de VETTEL dê frutos, acho isso inclusive essencial para LEWIS, ter o alemão na sua cola ameaçando-o, pois isso também obriga a MERCEDES a ser AINDA MAIS cuidadosa na preparação do carro do inglês, já que na hora de um “VAMOS VER PRA VALER” com o conjunto VETTEL/FERRARI, é com o conjunto LEWIS/MERCEDES PODE CONTAR MAIS, e não com o conjunto ROSBERG/MERCEDES, na minha insignificante opinião. E nós, aficionados, certamente seremos os maiores beneficiários, principalmente se aos dois se juntarem MAX VERSTAPPEN e RICCIARDO, em duelos não recomendados para os fracos de coração (já tivemos uma “provinha” disso no duelo VERSTAPPEN/ROSBERG).

    Creio que as todas as condições estão dadas para que a FERRARI saia desse “QUASE” que às vezes a aflige por períodos que duram anos, e digo isso porque na serenidade de VETTEL e ARRIVABENE vejo o antídoto para as enormes pressões que vêm de todos os lados SEMPRE – PERENEMENTE, incessantemente – sobre a ROSSA.

    JULIANNE, a sua análise sobre o que ocorreu está ótima. Eu a princípio até fiquei com a impressão de que VETTEL sem a MENOR DÚVIDA poderia ter ganho a corrida, mas depois andei lendo declarações de HAMILTON de que ele tinha alguma reserva para aumentar o seu ritmo, assim tendo o controle da corrida, e, diga-se, de passagem, LEWIS esteve em um de seus grandes dias, cuidando dos pneus com maestria.

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    1. Aucam, rapido comentario sobre sky tv. Eu estava eu vendo ao vivo a corrida na sky quando o Rosberg falou no ar que estava pissed off com o resultado da corrida. O cidadao estava meramente ventilando uma frustracao, um dia de trabalho que nao saiu bem. Acontece com todos nos.

      E eis que a fdp da reporter se desculpa ao publico em casa pelas palavras proferidas pelo rapaz, no que ele de imediato falou que faria isso ele mesmo no ar. Desculpou-se.

      Nao gosto da expressao banal ”mundo esta ficando chato”, mas essa onda de PC que vigora ha uns 20 anos esta enchendo meu saco.

      George Carlin continua fazendo muita falta. Enorme!

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    2. Estimadissimo Aucam, esqueci de mencionar na nossa ultima conversa minhas previsoes para a Moto GP , sei que nao esta acompanhando , e sabemos que ano passado mesmo Rossi sendo sacaneado, ele nao era mais rapido que os espanhoes , alias foi um milagre o Doutor lutar ate a ultima corrida, entretanto vc pode nao acreditar, mas Valentino este ano vem sendo o piloto mais rapido do grid, venceu duas corridas e venceria outras dus se nao fossem problemas mecanicos, fez duas poles e acredite amigo pois nao costumo errar previsoes, somente Marquez pode derrotar Rossi esse ano e para isso a Honda precisa melhorar, caso contrario teremos Rossi campeao novamente, quanto aquele assunto da Red Bull, chegara o dia em que o amigo concordara comigo, veja bem ate o momento analisando somente classificacoes, Ricciardo vem colocando tempos significativos em Max, na corrida passada o holandes ja recebeu ordens para abrir pois estava atrasando a corrida de Daniel, depois Kimi ficou entre eles e Max acabou superando o companheiro novamente, mas veja bem, outra vez Max teve sorte, em condicoes normais nao vejo nenhum piloto do grid em condicoes de superar o australiano, muito menos o talentoso piloto holandes que vislumbra tanto o amigo

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      1. Meu caro amigo HERMES LEANDRO: apesar de eu não estar vendo a temporada deste ano da MOTO GP, acredito no que você diz sobre VALENTINO ROSSI e MARC MÁRQUEZ. Na minha percepção, LORENZO – apesar da suavidade com que pilota e de sua velocidade – está LONGE de ter o mesmo TALENTO NATURAL daqueles dois.

        Sobre MAX VERSTAPPEN, analise sempre muito bem os fatos sobre o desempenho dele, os aspectos sobre a sua pilotagem que já expus a você em outros posts. Achei que você foi – digamos assim – um pouquinho imprudente (ou ousado) ao dizer que RICCIARDO VAI ANIQUILAR VERSTAPPEN, mas NÃO CABE A MIM mudar a sua opinião sobre MAX, como já lhe disse. Aniquilar?

        Desde que RICCIARDO se livrou daquelas Kryptonitas que eram a Toro Rosso e principalmente da branca, a HRT, e se transformou no SUPERMAN com uma RED BULL, para mim ele não tem mais NADA A PROVAR. Considero que precisa apenas um carro à altura de seu talento para obter estatísticas e CONTRAPOR-SE como ameaça REAL ao Trio de Ouro, TRIO esse que já TRANSFORMEI, do alto da minha petulante insignificância, em QUARTETO DE OURO com RICCIARDO, e que está praticamente CERTO que até o final desta temporada poderei denominar QUINTETO DE OURO, SEM QUALQUER DÚVIDA, com a adição de MAX VERSTAPPEN.

        Sabe, HERMES, eu ATÉ acho que RICCIARDO seja MAIS RÁPIDO, MAIS VELOZ que MAX VERSTAPPEN, mas eu acho que MAX tem um conjunto potencial de qualidades que PRATICAMENTE JÁ O IGUALA A RICCIARDO. O australiano JÁ CHEGOU à F 1 com muito mais experiência de AUTOMOBILISMO, de MONOPOSTOS POTENTES (como a Fórmula RENAULT 3.5), do que VERSTAPPEN. Leve isso em consideração, em sua análise.

        Nem sempre a velocidade PURA é TUDO no estilo e no valor de um piloto, veja por exemplo que ALONSO TEM MENOS VELOCIDADE NATURAL DO QUE VETTEL E DO QUE HAMILTON, MAS TEM INDISCUTIVELMENTE MAIS CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO A QUALQUER CARRO QUE OS DOIS, tem melhor leitura de corrida do que Hamilton, mais capacidade de superação do que VETTEL. Eu não tenho a menor dúvida de que o espanhol teria sido campeão mundial como OS DOIS, tanto com aquela RED BULL voadora de VETTEL, como com essa MERCEDES dominante de HAMILTON, DESDE QUE TIVESSE COMO COMPANHEIROS WEBBER e ROSBERG, respectivamente. No entanto, se tivesse como TEAMMATES na MANOR HAMILTON E VETTEL, ALONSO seria bem provável que chegasse ao final da temporada melhor situado que os dois (Vettel e Hamilton). Portanto, OS TRÊS SE EQUIVALEM NO CONJUNTO, e a preferência por qualquer um dos três fica por conta das características que cada aficionado valorizar mais.

        Por último, se RICCIARDO se provar MAIS PILOTO que MAX VERSTAPPEN, eu não terei qualquer problema em reconhecer a superioridade do australiano, MAS É ELE QUE TEM QUE PROVAR ISSO PARA MIM, assim como é VERSTAPPEN que tem que se PROVAR MELHOR que RICCIARDO PARA VOCÊ, e não eu que tenho que demonstrá-lo. E ambos devem demonstrar isso nas pistas. Eu não sou daqueles que tentam tapar ou tapam o Sol com a peneira, sei reconhecer competência. E um piloto não se faz apenas com números, titulos ou estatísticas: para ser lembrado DEPOIS de muitos anos, TEM QUE SE FORJAR TAMBÉM com performances épicas. Poucos falam em MIKE HAWTHORN, em DENNIS HULME e JODY SCHECKTER, por exemplo, MAS MUITÍSSIMOS ATÉ HOJE FALAM EM STIRLING MOSS, RONNIE PETERSON e GILLES VILLENEUVE. Atente para isso.

        No mais, um forte abraço e um pedido para que você comente mais aqui no Blog da nossa competentíssima e imparcial JULIANNE. Respeito e aprecio muito as suas opiniões, amigo HERMES.

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  2. LINDA FOTO! Quem disse que a Fórmula 1 não pode ser perigosamente poética? Essas bravas gaivotas sem dúvida tinham nervos de aço e plena confiança na habilidade e no bom coração de VETTEL. Grande SebVet!

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  3. Bela análise da corrida. Também acho que o Vettel até poderia ter ganho, mas mais importante foi o bom ritmo de corrida. E no treino também. Acho que ficaram com medo de um undercut do Hamilton e aproveitaram o VSC. E ai já era tarde para mudar a tática e bater o Hamilton.
    Já a estratégia da Willians, eu gostei. Enfim arriscaram e conseguiram um pódio. Espero que possam ter estratégias diferentes para seus pilotos, assim erram com um só carro.
    Parece que o Vettel tem paciência para ajudar a Ferrari voltar aos títulos. E esta cumplicidade é o que os italianos mais precisam.

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  4. JULIANNE, você estará “in loco” em BAKU? Complementando suas excelentes ana´lises sobre a F 1, posso sugerir que relate como viu a cidade sob o ponto de vista turístico? O que achou?
    Abraço!

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  5. A pré-temporada e as 04 primeiras vitórias do Rosberg deram a impressão que seria um outro passeio da Mercedes! Más este ano a concorrência (leia-se Red Bull e Ferrari) estão dispostos a não necessáriamente incomoda… más quem sabe, destronar a soberana-Mercedes! Como já bem observados por colegas, em certos circuitos a Red Bull éh um seriíssimo candidato a vitórias. Já em circuitos de alta, a Scuderia mostra os seus dentes para a Mercedes. Acho que éh questão de tempo a Ferrari “compreender” melhor os pneumáticos e a Renault entregar uma “Unidade-de-Força-atômica” para a Red Bull. E daí veremos um campeonato que, quem sabe, dará muuuuuito que falar!

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  6. Vettel não contava com a frieza de Hamilton para fazer o pneu durar tantas voltas e ainda ter reserva para qualquer aproximação.
    O cara evolui a cada ano
    Rumo ao tetra

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  7. Boa tarde meu povo!
    Gostaria que os mais entendidos me explicassem uma coisa:
    O estilo agressivo de Lewis Hamilto não deveria fazer a borracha acabar mais rápido, justamente por ser mais agressivo aos pneus?
    Ainda não consegui compreender essa relação agressividade de pilotagem/economia de pneus.
    Essa luta para destronar a Mercedes, é ótimo para mostrar que o que a F1 precisa é de estabilidade de regras. A F1 sempre teve a cultura de mudar as regras quando uma equipe se torna dominante e isso é péssimo para a categoria.
    Arrivabene e Abiteboul (ainda é ele na Renault?) mostraram isso, foram a luta e fizeram de Ferrari e RedBull ameaças reais às Mercedes ainda esse ano.
    Agora o sr° Yusuque Hasegawa, está queimando as mufas para aprender a mexer bem nesse motor com os seus 11 tokens!
    Ju,
    Com a renovação do Ricciardo com q RedBull, como ficou a temporada de especulações no paddock?
    Carlos Sainz ou Sérgio Pérez no lugar do Raikkonen? Ou o Raikkonen renova?
    Pascal Wherlein ou Nico Rosberg na Mercedes?
    Felipe Massa sai para a Renault? Ou a Renault vai fechar com Carlos Sainz e Sérgio Pérez? Ou fecha com Pérez e Kvyat?
    Esse abi vai ser um mercado movimentado e cheio de dê especulação!
    Abraços pros meninos e bjs pras meninas!

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    1. NATO disse:
      ”Gostaria que os mais entendidos me explicassem uma coisa:
      O estilo agressivo de Lewis Hamilto não deveria fazer a borracha acabar mais rápido, justamente por ser mais agressivo aos pneus?”

      Pra começar eu não sou expert (bem que gostaria) no assunto! Sou apenas um apreciador do automobilismo-em-auto-nível. Más, gostaria de dar um pitáco sobre a sua primeira observação da “discrepância” da condução-agressiva do capitão-Amilton e a sua surpreendente economia de pneus: puro-talento! São aquelas coisas na vida, difíceis de explicar para pessoas comuns como nós más que só os privilegiados têm a sapiência de fazer. Quanto ao mercado de pilotos seria muuuuito interessante se a Renault fechasse com o ligeirinho-do-México e com o bom-plito-Sainz. Más também fica a minha torcida que para algum dos Felipes-do-Brasil possam abocanhar uma das vagas!
      Ah! Não esquecendo que no TL2 o Hamilton mamdou-o-sapato e botou quase 0,7s sobre o Rosberg…

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    2. O segredo do Hamilton é o quanto ele muda seu estilo da classificação para a corrida.
      Quanto ao mercado, o termômetro continua semelhante ao que escrevi após o GP da Espanha. Não se esperava que o Ricciardo saísse de onde está.

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