Drops do paddock

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Vou estrear nesta terça-feira uma nova coluna pós-GP com algumas curiosidades e informações que circularam no paddock durante o final de semana anterior. Aproveito o GP de Cingapura por ser uma das provas mais únicas do campeonato – disputada em um momento de efervescência tanto da parte política, quanto do mercado de pilotos no meio do pelotão.

  • Valtteri Bottas já começa a se preocupar com seu companheiro ano que vem.  E com razão. A decisão da Williams, que deve surpreender muita gente, vem recheada com um caminhão de dinheiro que ninguém consegue precisar. E se precisar, compram o time.
  • O primeiro GP de Chase Casey, efetivamente o novo dono da F-1, deve ter sido traumático para Bernie Ecclestone. O norte-americano foi o centro das atenções, a ponto de Bernie, com seus 85 anos e pouco mais de 1,50m, ter quase sido derrubado por um cinegrafista, na ânsia de capturar uma imagem de Chase. Ninguém sabe como o profissional manteve sua credencial. Talvez seja sinal dos tempos.
  • Em uma nota triste, o repórter inglês da TV americana, Will Buxton, perdeu o pai pouco antes do início das atividades e não compareceu ao GP. Apenas dois pilotos perguntaram por que o profissional não estava com o microfone da NBC: Daniel Ricciardo e Lewis Hamilton.
  • Na madrugada de sexta para sábado, com o paddock ainda cheio, às 2h da manhã, a Manor fez uma pequena festa de aniversário para Esteban Ocon para comemorar seus 20 anos.  O francês foi cobiçado, posando para fotos tanto com a chefia da Mercedes, com quem tem contrato, quanto da Renault, que deve tê-lo como titular ano que vem.
  • Uma decisão sobre o futuro de Felipe Nasr deve sair nas próximas semanas. No momento, parece que as maiores chances são do brasileiro permanecer onde está. Mas ele está de olho em uma vaga na Renault.
  • Falando em Nasr, o brasileiro e seu companheiro Ericsson passaram a contar com a estrategista Ruth Ruscombe, apontada como a cabeça por trás das táticas criativas que deram pontos importantes para a Haas.

12 comentários sobre “Drops do paddock

  1. Na Williams o Bottas terá um companheiro Canadense com pai Rico , ou Mexicano com Padrinho Mega Rico ?
    Muito legal essa sua nova coluna / post.

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    1. Ja ja ja , Pai rico Canadense ! Julianne, esqueci de perguntar , como vc viu a corrida do Fettel ? Sei que nessa coisa de F1 e em muitas outras coisas o ¨SE nao existe, mas….. ele poderia ter ganhado ? Obriugaduuuuu…

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  2. “O norte-americano foi o centro das atenções, a ponto de Bernie, com seus 85 anos e pouco mais de 1,50m, ter quase sido derrubado por um cinegrafista, na ânsia de capturar uma imagem de Chase.”

    Hilário!

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  3. Acompanho seu blog há algum tempo e não tenho o costume de comentar, mas desta vez gostaria de deixar meu agradecimento pelo seu ótimo trabalho e também por esta coluna. Obrigada pelas informações precisas e pelo profissionalismo e imparcialidade.

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