Turistando na F-1: guia de sobrevivência do GP do Azerbaijão

Que tal essa fanzone às margens do Cáucaso?

Muita gente por aqui sabe que o GP do Azerbaijão está longe de ser um dos meus favoritos por conta de alguns “causos” que aconteceram por lá, mas tem quem goste. E, depois da corrida maluca do ano passado, esse time pró-Baku cresceu bastante! Quer saber mais sobre a cidade? Leia aqui!

Compre ingresso para: Sahil

É a arquibancada com o melhor custo-benefício, localizada no trecho que em duas retas se encontram paralelamente, além de ser do lado do metrô e da área em que são realizados os shows. Isso por pouco mais de 600 reais. Não acredito que valha muito a pena ficar na arquibancada mais “vistosa” do circuito, perto da muralha da cidade velha, pois é uma subida, dá para ver pouca coisa e nada acontece naquela parte da pista. Naquela curva apertada antes da muralha, não há arquibancadas com ingresso vendido.

Hospede-se no: centro

É melhor evitar a cidade velha na época de GP, por se tiver de pegar um táxi, ele será bloqueado muito antes de seu hotel. Prefira as proximidades da rua Nizami.

Vá de: metrô

O transporte público é muito barato e funciona bem. Uma passagem de metrô custa menos de 80 centavos de real (!) e te deixa bem perto da pista. Também há vários hoteis perto do circuito, ainda que eles costumem ficar lotados e caros na época de GP.

Não perca: Mari Vanna

Nada contra a cozinha azeri – prove o dolma se passar por lá – mas esse restaurante russo que fica colado em uma das entradas para a pista é puro charme. A decoração é como se fosse uma casa chique do início do século passado, mas com muitos, muitos detalhes. Até o banheiro é incrível. E a comida não decepciona. Para quem gosta de arquitetura, Baku também é um prato cheio, com construções medievais e um prédio assinado por Zaha Hadid, famosa arquiteta iraquiana que morreu há dois anos.

Combine com: Geórgia

A vizinha do Azerbaijão está na moda como rota turística especialmente para jovens baladeiros europeus e há quem diga que a capital Tbilisi é a nova Berlim. Se não é a sua, outro grande atrativo do país é sua rica coleção de igrejas e monastérios antiquíssimos e ruínas pré-históricas. Dá até para visitar uma igreja do século 14 e uma geleira ao mesmo tempo. Só não vá para a outra vizinha, a Armênia. A rivalidade é antiga e você corre o risco de ter o visto negado se tentar entrar no Azerbaijão depois de passar por lá.

Quanto fica?

A passagem encarece bastante a viagem – é difícil ir para Baku do Brasil por menos de 5000 reais. A hospedagem pode ser a parte mais complicada: quem o acompanha o blog sabe que eles costumam cancelar reservas quando percebem que elas não têm a “inflação” do GP inclusa e a intromissão masculina que vivi nos GPs anteriores desencoraja tentar o Airbnb lá. Assim, pode ser difícil achar hoteis por menos de 800 reais para o GP. No mais, o Azerbaijão não é um país caro: uma boa refeição sai por cerca de 40 reais.

4 comentários sobre “Turistando na F-1: guia de sobrevivência do GP do Azerbaijão

  1. Também não é minha corrida favorita além de não gostar de corridas de rua com exceção de Maçau e Norisring a arquitetura é um destaque mas sempre tem programas sobre viagem para ver essas atrações

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