Raio-X do GP da Turquia e o que induziu Hamilton e a Mercedes ao erro

Perez entrou junto de Bottas, enquanto a Mercedes estudava suas possibilidades para a corrida de Hamilton, a esta altura mirando a terceira posição, já que Leclerc continuava na pista: por um lado, era tentador mantê-lo também longe dos pits, até porque seu ritmo era forte, parecido com o de Verstappen, que estava apenas 3s na sua frente. Por outro, ainda faltavam 20 voltas, e Hamilton faria oito a mais com o intermediário do que ano passado, e tendo economizado muito menos borracha ao abrir caminho no meio do pelotão.

Bastidores do GP da Turquia: o futuro da Alfa e mais despedidas

Os atuais donos são um grupo de investimento que entrou como patrocinadores de Marcus Ericsson e foram pagando as dívidas do time, assumindo, assim, seu controle. E lá ficarão até poderem lucrar com a saída. É por isso que tem gente graúda no paddock estranhando a história de uma compra iminente, achando que não é o momento de vender.

O que deu errado para Hamilton?

Todos os pilotos passaram por uma parte de graning dos pneus, o que aconteceu porque os intermediários acabavam aumentando de temperatura muito rápido logo após as trocas porque a pista não estava mais molhada, mas assim que essa fase passasse, a aderência voltava. E Hamilton parou tarde demais para passar dessa fase de graining.

Horários, características da pista e tudo sobre o GP da Turquia

Devido às condições do asfalto e do clima, a corrida de 2020 ofereceu poucas informações sobre o que esperar da estratégia. É importante salientar que as diferenças para este ano são muitas: as temperaturas estarão mais perto dos 20 graus, a possibilidade de chuva é bem menor, a pista estará mais aderente (ainda que não se saiba quanto) e a Pirelli está levando os pneus da gama intermediária (C2, C3 e C4) depois de ser mais conservadora ano passado. E, quanto mais macios os pneus, menor a temperatura necessária para que eles entre na janela de funcionamento

Coluna Diversidade: A conexão asiática por trás do projeto Zhou na F1

Ele chamou a minha atenção ao se aproximar do piloto da academia da Alpine Guanyu Zhou com um tom meio fraternal, e ao mesmo tempo duro e profissional, e alertá-lo para ficar “longe das baladas quando estiver em Shanghai. Lembre que você carrega a responsabilidade por mais de 1 bilhão de pessoas”. E soltou uma gargalhada.

Raio-X do GP da Rússia (antes, e depois da chuva)

tomadas quando os radares começaram a mostrar que vinha água do sul nas últimas voltas tiveram muito a ver com o que acontecera nas quase uma hora e meia antes que a garoa começou a cair em Sochi

Decisions, decisions

Verstappen sai de duas corridas em que a Mercedes teve vantagem em termos de desempenho tendo perdido apenas cinco pontos em relação a Hamilton, e ainda com uma unidade de potência nova. Do lado do dono de 100 vitórias na carreira, por sua vez, fica o ânimo renovado por vencer uma corrida difícil, recuperando-se de um erro na classificação. E a realidade de que, em um campeonato no qual o conjunto Red Bull-Verstappen foi superior na maioria das provas, mesmo após 15 corridas disputadas, é ele, Hamilton, quem é o líder.

Predominantemente culpado – parte 2

Os lances foram muito similares e totalmente diferentes ao mesmo tempo. Diferentes pelo tipo de curva, já que, em Silverstone, tratava-se de uma curva de alta velocidade e, em Monza, de uma chicane lenta. E semelhantes porque, em ambas as situações, os dois pilotos decidiram não ceder.

Como assim teve pódio, mas não teve corrida?

O GP da Bélgica não teve nenhuma volta de corrida de verdade, mas mesmo assim Max Verstappen estourou a champanhe na comemoração pela vitória e diminuiu a vantagem de Lewis Hamilton na liderança do campeonato de oito para três pontos, com dez etapas para o final da temporada. Mas por que a Fórmula 1 acabou…