
| Webber x Vettel | 0s173 |
| Hamilton x Button | 0s149 |
| Alonso x Massa | 0s352 |
| Schumacher x Rosberg | 0s273 |
| Grosjean x Raikkonen | 0s197 |
| Di Resta x Hulkenberg | 0s013 |
| Perez x Kobayashi | 0s592 |
| Ricciardo x Vergne | 0s654 |
| Maldonado x Senna | 0s252 |
| Kovalainen x Petrov | 0s261 |
| Glock x Pic | 0s347 |
| De la Rosa x Karthikeyan | 0s741 |
Sim, as McLaren fecharam a primeira fila novamente, mas este não deve ser o dado que salta aos olhos nessa classificação para o GP da Malásia. Apenas 0s445 separaram os oito melhores tempos – ainda que não sejam os oito primeiros pela punição de Raikkonen – mostrando um grupo coeso de quatro equipes separadas por detalhes.
O pelotão do meio não está menos animado. A briga para entrar no Q3 ficou entre o surpreendente Perez, que passou o final de semana todo reclamando do carro e, na hora do ‘vamo ver’, cravou Kobayashi em quase seis décimos, Alonso e Maldonado, que repetiu a velocidade e os exageros de Melbourne. E os três ficaram separados por 0s210.
O próximo grupo determinou as posições do 12º ao 16º, e foi o mais apertado de todos. Incríveis 0s159 separaram Massa, Senna, Di Resta, Ricciardo e Hulkenberg. As Force India, aliás, têm algo a provar na corrida de amanhã, depois de um início bem aquém do esperado.
Mas o melhor é que o rendimento das equipes que ocupam as melhores posições, ao menos na Austrália, se inverteu na corrida, gerando uma série de dúvidas para amanhã. Em Melbourne, vimos Lotus e Red Bull mais fortes nos long runs do que na classificação, mas será essa uma tendência para o resto da temporada? A alta degradação prevista vai afetar quem tem mais pressão aerodinâmica ou quem deslizar mais nas longas curvas de Sepang? Teriam as Mercedes resolvido o problema de ritmo de corrida? E Raikkonen, depois de sair em 17º e terminar em 7º em Albert Park, o que poderá fazer largando em décimo?