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GP da Turquia em dados: tempo de perda nos boxes

Piloto Perda total Nº de pits
D’Ambrosio 47.616 2
Sutil 1:03.739 3
Button 1:05.424 3
Buemi 1:05.929 3
Barrichello 1:07.272 3
Kovalainen 1:07.601 3
Kobayashi 1:07.731 3
Trulli 1:08.147 3
Karthikeyan 1:16.789 3
Vettel 1:21.609 4
Maldonado 1:22.188* 4
Di Resta 1:23.995 4
Webber 1:24.401 4
Rosberg 1:24.757 4
Alonso 1:26.121 4
Petrov 1:26.245 4
Heidfeld 1:26.975 4
Alguersuari 1:28.456 4
Schumacher 1:32.065 4
Massa 1:33.500 4
Perez 1:36.245 4
Hamilton 1:39.637 4
Liuzzi 2:29.973 4

*3 trocas de pneus + drive through

Vettel não apenas foi o mais rápido na pista, mas também contou com o melhor trabalho de box. Entre os que pararam quatro vezes, ele foi imbatível. Para quem pensa que são apenas alguns segundos pouco importantes, vale lembrar que a diferença na pista, por exemplo, entre Webber e Alonso foi de 1s2 ao final da prova em favor do australiano – e de 1s7 no box.

Outro problema se ter uma parada ruim é voltar no meio de um bolo de pilotos. Mas menos que num passado recente, já que as equipes não mais esperam abrir um espaço para que seu piloto volte com pista livre, pois é a degradação e a reação às paradas dos rivais que dita as decisões. Portanto, voltar ou não no tráfego hoje trata-se mais de uma questão de sorte.

Um destaque das perdas totais é a Force India, a melhor entre os que pararam 3 vezes – o erro no segundo pit de Button certamente não ajudou o inglês – e a segunda melhor no grupo das 4 paradas.

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