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Placar de posições de chegada entre companheiros

Vettel 14 (0) x 1(1) Webber
Hamilton 6 (2) x 6 (2) Button
Alonso 11 (1) x 2 (2) Massa
Schumacher 5 (5) x 5 (2) Rosberg
Senna 1 (0) x 2 (2) Petrov
Barrichello 5 (3) x 5 (5) Maldonado
Sutil 7 (2) x 6 (2) Di Resta
Kobayashi 5 (2) x 4 (3) Perez
Buemi 5 (3) x 5 (4) Alguersuari
Kovalainen 5 (5) x 3 (4) Trulli
Ricciardo 4 (2) x 1 (2) Liuzzi
Glock 7 (2) x 4 (2) d’Ambrosio

*apenas computando as provas que ambos completaram. Entre parênteses, os abandonos de cada um.

 

Nada de Kers ou DRS. O que fez diferença no GP da Coreia foi a degradação dos pneus. Em um dia em que ser mais rápido em termos de performance não garantia ultrapassagens, quem adotou a melhor estratégia e soube lidar melhor com a equação pneus/combustível se deu bem.

Destaque, como tem sido relativamente comum a partir do GP do Canadá, para Jaime Alguersuari. Em sua segunda temporada completa na F-1, o espanhol de apenas 21 anos vem crescendo junto de sua Toro Rosso, que no momento compete com a Force India pelo posto de quinto carro do grid – posição que, no campeonato de construtores, é da Renault mais pelo início brilhante que pela falta de consistência das últimas provas.

Outro que brilhou em Yeongam foi Kovalainen. O piloto comprovou a evolução da Lotus, que ficou pela primeira vez na volta do líder no Japão e agora superou ambas as Sauber na Coreia – e, com mais uma volta, chegaria na frente da Renault de Bruno Senna também.

Na ponta, atuação irrepreensível de Hamilton – e olha que ele foi “provocado ao erro” por Webber mais de uma vez. Uma conversa no rádio, no entanto, chamou a atenção e evidenciou algo que é latente na carreira do inglês – e que talvez tenha dado espaço para Button crescer na equipe. Lewis perguntou à equipe se eles tinham mexido na asa dianteira em seu pit e ouviu um “claro que mexemos”. A impressão é de que, ao invés de ser o líder, ele precisa que a equipe o guie. Já que é hora de rever o que está errado em sua abordagem, eis algo que poderia entrar no pacote!

Falando em liderança desde o cockpit, foi interessante a solução que Alonso encontrou para passar um Massa cujo ritmo de corrida impressionou: sem achar espaço na pista, economizou pneu e, muito provavelmente, combustível para fazer três voltas voadoras após a segunda parada do brasileiro e passar a andar 0s6/volta mais rápido que todos os rivais no retorno. Que Webber e Red Bull, cuja decisão de parar na mesma volta de Hamilton tornou praticamente impossível a dobradinha, tomem nota para o futuro.

 

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