| Vettel | 9 x 0 | Webber |
| Hamilton | 6 x 3 | Button |
| Alonso | 6 x 3 | Massa |
| Schumacher | 4 x 5 | Rosberg |
| Heidfeld | 5 x 4 | Petrov |
| Barrichello | 8 x 1 | Maldonado |
| Sutil | 5 x 4 | Di Resta |
| Kobayashi | 4 x 4 | Perez |
| Buemi | 6 x 3 | Alguersuari |
| Kovalainen | 2 x 7 | Trulli |
| Ricciardo | 0 x 1 | Liuzzi |
| Glock | 4 x 5 | d’Ambrosio |
E não é que a única ordem de equipe clara que vimos nesse primeiro ano de liberação, de fato, foi daquela que mais chiou contra a prática no ano passado? E, seja para qual tabela que queira olhar, a do campeonato ou esta comparação, é difícil encontrar uma justificativa plausível. No entanto, trabalhar levando em consideração apenas seus interesses é um direito adquirido pelos times e não há muito a dizer do ponto de vista legal.
No entanto, como era de se esperar, nenhuma regra vai apagar a má impressão que um “Fernando is faster then you” ou um “mantain the gap”, como Webber ouviu, segundo ele, por quatro ou cinco vezes no GP da Grã-Bretanha – mesmo palco do já histórico “nada mal para um segundo piloto”– , deixa nos torcedores. Junto dela, vem o descrédito de tudo o que for feito em relação ao australiano a partir de agora.
É esse o custo com o qual a Red Bull vai ter de arcar agora. Talvez consigam colocar panos quentes e nunca mais se falará nisso. Mas Christian Horner nunca mais poderá encher os pulmões para falar sobre a esportividade imaculada de sua equipe. Quem disse que as ordens de equipe não seriam mais punidas?
