Julianne Cerasoli

Que venha a Espanha

Tem muita gente ansiosa pelo GP da Espanha na F-1. Não pelos encantos de Barcelona, mas pela certeza de uma prova disputada praticamente em fila indiana. Depois de três etapas com grids mesclados pela chuva e corridas decididas em apostas táticas – que o diga Button, que vem se mostrando cada vez mais um discípulo de Prost, sobrando no meio de pilotos agressivos –, é difícil estabelecer a hierarquia das equipes.

Alonsistas vestirão azul ou vermelho?

Na classificação, a Red Bull parece cada vez mais intocável. Nas dobradinhas de Austrália e China, a diferença para o terceiro colocado – sempre Alonso – passou de 107 para 371 centésimos para o pole, mas o ritmo de corrida continua uma incógnita.

O circuito da Catalunha é o local perfeito para encerrar as dúvidas, pois oferece mínimas chances de ultrapassagem e dificilmente chove. Quem for mais rápido lá, é porque tem o melhor carro.

Outro fator que torna esta prova – normalmente enfadonha – interessante é o desenvolvimento. Tradicionalmente, o começo da temporada europeia significa um mar de inovações. Espera-se, especialmente, uma profusão de dutos de ar como o da McLaren.

Publicado em 19.04

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