Quando a Ferrari terminou a última corrida de 2009 nas 12ª e 16ª posições, poucos apostavam que eles liderariam os campeonatos de pilotos – ainda mais com Massa à frente -e construtores no início de 2010. Mas o sinal de alerta está piscando. Chegando na quarta prova do ano, Alonso utilizará seu quarto motor e Felipe, o terceiro. A maioria da concorrência está no segundo.

O regulamento permite o uso de oito motores durante a temporada. A partir do nono, o piloto perde dez posições no grid a cada nova unidade. Foi o drama vivido por Vettel ano passado, fatal na luta pelo título.
Foram três motores Ferrari quebrados na Malásia, somando o de Alonso a ambos Sauber. É fato que as primeiras provas são disputadas em locais mais quentes e duros com os propulsores, mas foram especialmente letais para os italianos.
Levando em consideração a situação de Alonso, são cinco motores à disposição para 16 etapas, basicamente um a cada três provas. Isso significa reduzir tempo de pista e baixar as rotações quando possível. Mas em pistas em que o motor fala alto, como Spa e Monza, é praticamente suicídio.
Publicado em 05.04