Raio-X do GP da Holanda e as três missões que Verstappen cumpriu

Verstappen tinha três missões: para vencer o GP da Holanda: escapar logo do DRS, pois a velocidade no final da reta da Mercedes era superior, evitar ficar exposto a um undercut (o que em Zandvoort significava algo em torno dos 2s5) e, ao mesmo tempo, cuidar dos pneus, já que as interrupções nos treinos livres significaram que os times foram no escuro em termos de simulações de corrida.

Vídeo: Ju Responde se a Mercedes errou ou não na estratégia (e mais)

Fazendo um pit stop rápido em casa entre os GPs da Holanda e da Itália, tiro as dúvidas enviadas pelo instagram myf1life após o GP da Holanda e falo sobre a estratégia da Mercedes, os méritos de Verstappen, a briga interna na McLaren e na Haas, o rendimento da Ferrari e o que podemos esperar da pista de Zandvoort em 2022.

Drops dos bastidores da balada holandesa (quer dizer, do GP)

Até porque os festivais, tão famosos na Holanda, não estão acontecendo devido às restrições feitas pelo governo, permitindo festas de até 750 pessoas, ao mesmo tempo em que eventos esportivos do tamanho do GP em Zandvoort, com 70 mil pessoas por dia, possam acontecer. E por isso o evento foi muito questionado na Holanda – e muita gente vai ficar de olho nos dados de covid após a bonança.

Do fundo do baú: A última vitória de Lauda

O pódio do GP da Holanda de 35 anos atrás foi para ninguém botar defeito: Niki Lauda, Alain Prost e Ayrton Senna. Na época, só Lauda era campeão – tricampeão, mais precisamente – mas o título de Prost era uma questão de tempo e Senna já se firmava como uma estrela do futuro. Ah, e…

Do fundo do baú e o time de uma vitória só

Quando o circo da Fórmula 1 chegou para a oitava corrida da temporada de 1975, na Holanda a expectativa era para mais um passeio da Ferrari, depois de Lauda e Ragazzoni terem dominado a prova de 74, e da Scuderia ter dado um passo adiante com seu V12. Além disso, Lauda vinha de três vitórias…