Saiba tudo sobre os desafios do GP da Turquia

Apesar de ser palco de provas emocionantes, o evento turco foi vencido quatro vezes pelo pole position e, nas outras duas provas disputadas em Istambul Park, que está no calendário desde 2005, o primeiro colocado ao final das 58 voltas largou na segunda colocação. Foi o que aconteceu no ano passado, em prova que ficou…

E não é que Vettel mentiu?

A FOM, que anda cruel nos seus race edits que disponibiliza no f1.com, entregou mais um: Sebastian Vettel. O alemão fez uma cena no pódio, questionou o pobre Jo Bauer e justificou o fato de estar longe de Webber na relargada a uma falha no rádio. Disse que não sabia que o Safety Car entraria naquela volta.

Pintou o campeão?

Hamilton encontrou o equilíbrio entre andar rápido e poupar os pneus mesmo correndo grande parte da prova turca num sanduíche entre as Red Bull e vendo Alonso, outro que sabe administrar uma prova como poucos, na sua cola no Canadá. Deu-se melhor em ambas as oportunidades.

Como está a situação dos motores

Cada piloto tem 8 motores para utilizar livremente durante as 19 provas do calendário. Os ferraristas já estão há algumas provas com o 4º, enquanto a maioria dos demais só o usou no final de semana da Turquia.

Turquia – classificação: Espanhóis viram a casaca

Para Martin Brundle, comentarista da BBC, inglesa, classificação será prateada e Alonso, azarão. “Não figurou no topo da lista de tempos em nenhum momento. Mas pela 1ª vez a Red Bull se sente ameaçada aos sábados, pela McLaren.” Era o indício de que, em alguns minutos, os italianos prefeririam arrancar o adesivo comemorativo dos 800 GPs de seus carros.

Corridaça num Tilke

O irônico é que o arquiteto Tilke acertou exatamente no lugar errado. Ninguém aparece para ver as corridas na Turquia. O interesse local é zero e Istanbul Park fica em um local afastado e com estrutura pouco convidativa para o público.

A hora é agora

Felipe Massa é o rei da Turquia. Teve por três vezes – de 2006 a 2008 – um carro competitivo por lá e venceu em todas elas. É um caso de encaixe quase inexplicável entre um circuito e um piloto, como Senna em Mônaco e Raikkonen na Bélgica.