Com mais de um quarto da temporada cumprido, começam a chamar a atenção alguns números da unidade de potência. Isso porque acomodá-la e refrigerá-la estão longe de ser os únicos problemas que as equipes têm enfrentado nesta temporada. É preciso ter confiabilidade.
As regras determinam que cada piloto utilize, ao longo da temporada, cinco unidades de cada componente. O motor foi “desmembrado” em seis itens, que são contabilizados separadamente. A partir da sexta unidade de qualquer um destes itens, o piloto perde 10 posições no grid. Caso isso ocorra com um segundo item, serão mais cinco posições e, se toda a unidade for trocada pela sexta vez, o piloto larga do pit lane.
Tendo isso em vista, chamam a atenção os pilotos que chegaram ao terceiro item, como a dupla da Ferrari (em ambas as unidades de recuperação de energia no caso de Raikkonen), Vettel (central de controle eletrônico). Sutil e Maldonado estão ainda mais pendurado, mas quem tem punição quase certa a caminho é Kobayashi, que usa a quarta CE – e usa o mesmo motor Renault de Vettel.
Pelo que os números indicam até aqui, quem está tranquilo são os pilotos com motores Mercedes, todos com seus segundos itens dos elementos da unidade de potência.

ICE = Internal combustion Engine/ Motor de combustão
TC = Turbo Charger/ Turbo
MGU-K = Motor Generator Unit – Kinetic/ Gerador a partir de energia cinética
MGU-H = Motor Generator Unit – Heat / Gerador a partir de energia calorífica
ES = Energy Store / Armazenamento de energia
CE = Control Electronics / Central de controle eletrônico