Na coletiva de quinta-feira, um jornalista francês perguntou a Alonso em que achava que seu ex-companheiro Romain Grosjean precisava melhorar. O espanhol disse que só lhe faltava consistência, algo que viria naturalmente com o tempo. Enquanto lá na ponta o bicampeão dá uma aula, pontuando pela 20ª corrida seguida (e, o que é mais impressionante, apenas por duas vezes fora do top 5 nesse período), junto de Webber e de Rosberg – que, tivesse começado a pontuar antes da China, estaria lutando pela ponta – a inconsistência é a grande marca dos jovens que buscam seu espaço neste jubilado grid.
Maldonado disse para o TotalRace também na quinta que era claro que ele, Grosjean e Perez formavam o trio do futuro da F-1. É uma possibilidade, mas, até agora trata-se do trio (um quarteto na verdade, com Kobayashi no mesmo padrão) da inconstância, de “heros to zeros”. O francês hoje não teve culpa, mas não pode dizer o mesmo dos três abandonos anteriores. Para chegar a 20 corridas seguidas nos pontos – e isso não é uma questão só de idade, pois Vettel teve uma sequência de 19 e só é mais velho que Perez nessa turma – ainda precisam comer muito feijão. Têm tempo para isso, pois essa geração que está no topo hoje ainda tem lenha para queimar.