Turistando na F-1: guia de sobrevivência do GP do Canadá

Uma cidade cool por vocação festejando as primeiras semanas em que o frio dá uma trégua. Ah, e tem uma corrida de F-1 também, que costuma ser das boas.

Compre ingresso para: arquibancadas 11 ou 15

São duas as melhores opções de arquibancadas em Montreal – o general admission lá não vale tanto a pena em relação à visão de pista: a 11 fica na saída da curva 2, então dá vista da primeira parte da pista, onde costuma haver bastante ação; e a 15 fica no hairpin, outro ponto de ultrapassagem. Os preços são praticamente os mesmos (1.150 reais e 1.115 reais respectivamente), e a 11 tem a vantagem de estar mais perto do pódio e a desvantagem de ser muito mais longe da entrada que a 15, de acesso super fácil via metrô. Só cuidado para escolher os assentos mais na parte de cima.

Hospede-se em: St. Catherine e redondezas

Isso, claro, se você quiser curtir o GP do Canadá com tudo o que tem direito, porque a festa invade a madrugada. Quem quiser garantir a noite de sono é só se afastar algumas quadras. Ainda assim você estará perto das principais atrações e também do metrô.

Vá de: metrô

O GP do Canadá é um dos de mais fácil acesso da temporada. Há muitas estações pela cidade e é fácil usar o sistema, que ganha esquema especial para o GP. A estação que vai até o parque onde fica a pista está a uma curta caminhada (uns 15 minutos) das arquibancadas do hairpin.

Não perca: atividades culturais

Em várias pistas, os organizadores promovem shows, muitas vezes trazendo artistas renomados, para o circuito. Em Montreal, também existe este tipo de entretenimento, mas talvez ele não seja a melhor opção, especialmente se você quiser uma experiência diferente. A Place des Arts costuma receber festivais culturais nessa mesma época e dá para você sentir a energia das pessoas que ficaram meses presas entre os subterrâneos da cidade devido ao inverno rigoroso. Isso é algo que não temos noção no Brasil pelo nosso clima ser mais estável: uma vontade incrível de aproveitar ao máximo o verão (mesmo que o GP não ocorra exatamente no verão canadense e o clima possa estar bem variável). Mas eles não parecem se importar.

Combine com: Toronto

É mais um caso de stopover grátis ou praticamente grátis se você voar AirCanada (a companhia cobra 50 dólares canadenses dependendo da tarifa): dá para conhecer duas cidades com apenas uma passagem aérea, neste caso, Toronto. Enquanto em Montreal você vai encontrar uma forte influência francesa e um ar mais europeu que em outras metrópoles da região, Toronto é famosa por ser a cidade mais multicultural do mundo, com mais de 140 línguas sendo faladas por lá. E, assim como na quase vizinha, é uma cidade que está cheia de atividades nessa época do ano.

Quanto fica? Os preços dos hoteis são salgados, mas o Airbnb funciona muito bem por lá e dá para se hospedar por cerca de 1000 reais. Contando mais 1000 para o ingresso e 1800 para as passagens, é um dos GPs mais baratos saindo do Brasil. Dá para comer razoavelmente bem com 50 reais.

4 comentários sobre “Turistando na F-1: guia de sobrevivência do GP do Canadá

  1. É tudo verdade! Eu estou por aqui. No meu caso só pude pagar pela General Admission. Paguei 70 dólares canadenses pra assistir ao treino classificatório e meu filho de 8 anos entrou de graça! Valeu muito. Montréal é muito legal e o canadense mais ainda. No meu caso vou combinar a visita com Quebec City, que fica a 2h30 de Montréal.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.