Viagens e bastidores

Meu muito obrigada (e uma pergunta)

Esse ano foi louco!

Quem nunca teve a sensação de que todas as dificuldades por que passou na vida serviram como preparação para o que viria adiante? Há 12 meses, eu não tinha certeza nenhuma de como estaria minha vida agora. Meus dias eram uma sequência de “ele está numa reunião, quer deixar mensagem?”, ligações não atendidas, emails ignorados. Ninguém queria saber de colocar um tostão sequer na cobertura da F-1. Ok, as coisas não mudaram um ano depois. Meu nível de incômodo com tudo isso, sim.

Porque vou fechar minhas contas neste ano tendo gasto exatamente o que ganhei. Tudo o que recebi foi para pagar a cobertura da temporada e minha escolha (com muita paixão por essa cidade, mas juízo nenhum) de morar num lugar caro como Londres (mesmo morando praticamente de favor! haha). Não estou escrevendo isso para gerar empatia. Sei que meu trabalho é romantizado por muitos, e muita gente me escreve dizendo que quer seguir meus passos, então tenho o dever de compartilhar.

Calculo que não sejam 100 os jornalistas que vão para todas as etapas da Fórmula 1. E, ainda que estejamos salvando o mundo, dá muito orgulho sim chegar onde tantos outros sonharam. Até porque foram anos de muito sacrifício, trabalhando em três empregos e ainda mantendo o blog em determinadas épocas, fazendo escalas bizarras como da 1h da manhã à meia-noite em pleno fim de semana.

Lewis deu uma entrevista muito boa ao podcast oficial dizendo que “a F-1 me deu uma vida, mas também acabou comigo”. É bem por aí mesmo. Especialmente para quem não nasceu em berço de ouro, ela abre um mundo a sua frente, na mesma medida em que esse mesmo estilo de vida cobra um preço muito alto, da saúde ao social.

Quando sonhava, ainda criança, em fazer o que faço hoje, pensava só nas corridas. Não tinha ideia de como isso me daria a oportunidade de me transformar. Sendo sincera: as corridas hoje são o de menos. Com a F-1 e minha curiosidade estive em mais de 50 países; com o jornalismo deixei a timidez (ou boa parte dela) para trás e hoje até me impressiono com o que faço sem um pingo de nervosismo – até sinto falta de um frio na barriga de vez em quando, quem diria! – e com o trabalho de freelancer aprendi a conhecer melhor minhas habilidades: fez de mim quase uma hacker para encontrar formas de baratear as viagens o máximo possível, além de ensinar aquela menina criada por um servidor público que sempre destacou a importância de se ter segurança no emprego a viver, digamos, mais perigosamente em termos financeiros.

Acredito que seja por uma mistura de tudo isso que muita gente vê a diferença no trabalho que estou tentando fazer. E fico muito feliz cada vez que alguém percebe essa paixão por querer fazer melhor do que ontem, por querer fazer algo diferente.

Ano passado o grande desafio foi fazer rádio pela primeira vez na vida, sem treinamento algum, e ainda estou aprendendo a me colocar da melhor maneira. Neste ano, comecei a fazer os vídeos em parceria com o Boteco, fui testar meu limite mais uma vez. Lia os comentários no começo do tipo “coitada, ela é muito ruim” dando risada (e impressionada com esse povo que certamente nasceu andando e falando!). Só queria que o vídeo seguinte fosse melhor que o anterior. E continuo querendo. Muito obrigada pelo reconhecimento e um ótimo 2019 a todos!

 

Como de costume, comecei o texto deixando-o me levar, sem saber exatamente onde iria dar. E no meio do caminho me veio uma ideia, uma pergunta: mesmo com todas minhas “feitiçarias” de hacker das viagens, a cobertura da temporada do ano que vem vai ficar em 120 mil reais (e a prova da minha feitiçaria está na conta que o Dieter Rencken fez, que dá mais de 140!). Vocês apoiariam uma vaquinha virtual (se sim, sob quais condições) ou conhecem empresas que se interessariam em patrocinar um apoio à única representante brasileira em todas as etapas da F-1? Como a vida me ensinou especialmente nessas oito intensas temporadas, não custa perguntar!

47 comentários em “Meu muito obrigada (e uma pergunta)”

  1. Oi Ju, eu juro que pensei pelo pior quando comecei a ler o post. Pensei que fosse uma despedida, que você não continuaria fazendo as coberturas in loco(!), mas ainda bem que foi só um susto.

    Eu sempre vou me achar suspeito pra falar de você, porque acompanho seu trabalho desde o início, quando era apenas um blog denominado Faster F1, e já no primeiro post que li, me apaixonei, botei o blog nos meus favoritos, e “JAMAIS DEIXEI DE LER UMA FRASE SEQUER QUE VOCÊ ESCREVEU/ESCREVE, ONDE FOR”.

    Então, sou, sim, suspeito pra falar sobre o seu trabalho, do mais alto nível, qualidade e conteúdo. Sou assumidamente um fã incondicional, e você é digna de todos os aplausos, respeito e consideração.

    A empresa que investir em seu trabalho não será em vão, você merece pela dedicação, profissionalismo e amor pelo que faz. Conte sempre com o meu apoio, e acho válido a ideia da ‘vaquinha virtual’, embora você mereça muito mais do que uma vaquinha virtual.

    Um forte abraço, um Feliz 2019, muito sucesso e boa sorte. Conte sempre com minha torcida!

  2. Sua escrita é muito boa. Seria prazeroso ler um livro seu. O conteúdo deste blog também se destaca muito de outros aqui do Brasil. Acredito que seja devido ao fato de você acompanhar as corridas localmente. Parabéns.

  3. Acho este blog o melhor espaço de conteúdo F1 da internet brasileira. Parabéns pelo trabalho e essa louca iniciativa da cobertura in loco!

    A vaquinha tem tudo pra ser sucesso, e te ajudar nos gastos anuais. Eu topo, e acredito que boa parte dos leitores também. Minha sugestão seria um esquema de assinatura mensal, tipo o que o Cinema em Cena faz atualmente (https://www.catarse.me/cinemaemcena), com valores variados por assinante, de R$ 10 a R$ 200/mês, por exemplo.

    Quem sabe algum tipo de sorteio de brindes mensais (mimos das corridas/viagens) entre os assinantes incentivaria o pessoal também.

  4. Acho este blog o melhor espaço de conteúdo F1 da internet brasileira. Parabéns pelo trabalho e essa louca iniciativa da cobertura in loco!

    A vaquinha tem tudo pra ser sucesso, e te ajudar nos gastos anuais. Eu topo, e acredito que boa parte dos leitores também. Minha sugestão seria um esquema de assinatura mensal, tipo o que o Cinema em Cena faz atualmente (https://www.catarse.me/cinemaemcena), com valores variados por assinante, de R$ 10 a R$ 200/mês, por exemplo.

    Quem sabe algum tipo de sorteio de brindes mensais (mimos das corridas/viagens) entre os assinantes incentivaria o pessoal também.

  5. Fala Jú! Parabéns pelo trabalho, sigo vc direto está aqui nos meus favoritos junto com outras fontes de F1.
    Acredito sim na vaquinha, acho válido sim! A idéia do Christopher é boa, troca por mimos das corridas.
    Acho mais fácil e rápido do que criar conteúdo pago por assinantes!
    Conta comigo!

  6. Ju, confesso que o “Muito obrigada” me deu um frio na barriga… mas o “e uma pergunta” me tranquilizou imediatamente!

    Sou totalmente a favor da “vaquinha”, as informações e pontos de vista que você nos dá em seu blog e vídeos são únicos. Hoje eu acho que não mais acompanho a F1, eu acompanho a Julianne Cerasoli! Vale a pena!

  7. Ju, conheci seu trabalho através do Boteco F1 e gostei muito. Eu apoio a ideia da vaquinha ou de uma assinatura nos moldes dos padrinhos do Boteco.
    Conte comigo.

  8. Oi Julianne, conheci se trabalho através do Boteco F1 e passei a adminirá-la muito. Sou a favor da vaquinha ou de um modelo como os padrinhos do Boteco.
    Conte comigo.

  9. Julianne, o conteúdo de seu blog é sempre muito interessante, trazendo sempre algo de bastidores, ponto de vista e analise dos fatos muito diferente do que vemos nos principais sites sobre F1. Não queremos ficar órfãos disso.
    No Brasil, infelizmente não vemos muito investimento da mídia na cobertura da F1, não dão importância que deveriam dar. Mas torço e acredito que pelo seu imenso talento, capacidade e amor pelo trabalho que faz, consiga muito mais do que a sua meta.
    E no que nós, leitores e admiradores do seu trabalho pudermos ajudar (com vaquinha ou o que for), será com imenso prazer.
    Boas Festas e um 2019 repleto de realizações!

  10. Ju, sou frequentador daqui desde sempre. Comento às vezes. Fui no evento do Boteco e até fiz uma pergunta sobre a quantidade de etapas num ano. Enfim, tudo isso pra dizer que apoiaria sim uma vaquinha que permitisse uma cobertura in loco nas etapas do calendário, sejam elas 16, 21 ou 25.

    “Sob que condições”?

    Que voce sempre continue crescendo como temos visto.

  11. Sim, apoiaria sim. Sou fã do seu Blog e as pitadas de conhecimento técnico. A leitura é muito gostosa. Está de Parabéns’

  12. Eu podendo ajudaria sim com uma vaquinha! Acho que você trouxe todo um novo ar ao jornalismo automobilĩstico, sua cobertura da F1 é a melhor da internet.

    Acho que seria uma pena que você fosse obrigada a parar de fazer isso. E acho que mais gente pensa assim.

    Fazendo a vaquinha via qualquer site de financiamento coletivo, só avisar.

    E obrigado pelo seu trabalho!

  13. Muito bom o sei trabalho e sua determinação, apoio a vaquinha online, gostaria de contribuir mas não tenho muito kk. E não ligue para as críticas, acho que você sabe muito da parte técnica, o que falta ainda em alguns. Bom final de ano 🙂

  14. Claro que eu apoiaria uma vaquinha virtual. Espero que você consiga, ano que vem, patrocínio para continuar fazendo o bom serviço que nos presta. Sempre boa profissional e muito competente.

  15. Sim, Ju. Eu estaria disposto a ajudar. Uma pequena ajuda, diga se de passagem, mas é o que posso oferecer pelo belíssimo trabalho que você faz. Parabéns.

  16. Olá, Julianne! Eu te acompanho desde a época do Total Race e fico muito feliz com a sua evolução nos últimos anos. Vc é a melhor comentarista sobre F1 no Brasil e eu companho a narração na Band News só para escutar os seus comentários.

    Sobre a ideia da “vaquinha” on line, eu sugiro de vc criar um podcast. Seria uma contrapartida aos seus eleitores/doadores e estes teriam um material “exclusivo”. Espero que tudo dê certo para vc! Um abraço!

  17. Acredito que vc representa o sonho personificado de muitos que te acompanham e que gostariam de ter conseguido fazer o que vc faz. Não é inveja, pelo menos da minha parte, mas admiração, pq só imagino o quão difícil deve ter sido e ainda é, arranjar meios de todos os tipos, para acompanhar todas as corridas da F1. Espero muito que vc consiga continuar fazendo o q gosta e que vc continua gostando de fazer isso, para o nosso deleite, pq certamente um dia vc não terá mais essa vontade. Até lá continua fazendo seu ótimo trabalho.

  18. Ju, você já é referência em cobertura de F1 em língua portuguesa. Orgulhe-se (novamente) da qualidade e detalhismo de sua narrativa jornalística, pois pra mim, jornalista de meia tigela que sou, é de babar no esmero :).

    E imagino que já esteja pensando na viabilização dessa vaquinha, né? Pq a turma já deu sinal verde. Agora, sei que tu sabe que não é uma brincadeira fácil, ultimamente vi projetos no meio jornalístico patinando por falta de aderência ao público. Reflexo também da dificuldade geral em terras tupiniquins, imagino. Acho que tu poderia trocar uma ideia do Juliano Barata do FlatOut sobre estratégias de monetização, eles estão numa luta ferrenha pra manter o site vivo e viável (tem projetos arrojados por lá, imagino que já tenha visto algo).

    No mais, mãos a obra! A contribuição pra vaquinha é garantida. Sucesso!!

  19. Oi Jullianne!
    Muito bom o seu texto, pois a uns quatro anos resolvi seguir um sonho antigo de mochilar oelo Brasil (e minha mera agora é cruzar o mundo de bike, literalmente) e assim compreendo bem diversas partes do seu texto!
    Então gostaria de colocar duas coisas:
    01. Sim, apoiaria uma vaquinha virtual para continuarmos a ter a melhor cobertura da F1.
    02. A algum tempo penso em montar um fã clube seu, então poderíamos fazer algo de mão dupla, os fãs contribuem com o que podem, e em contrapartida ocorre um papo pessoalmente (como do boteco f1esse ano) com você de quando em quando.
    O quê acha da ideia?
    Ah! Se quiser tenho algumas dicas de mochileiro para baratear os custos das viagens, mas creio que você já saiba dessas dicas.
    Rs
    Grande beijo e tudo de bom pra você!

  20. Em tempo:
    Já procurou saber sobre o Instagram patrocinado? Procurei isso um tempo atrás para ajudar a bancar as minhas viagens de mochila, mas não deu muito certo, com toda certeza dará mais certo pra vocês que tem diversos seguidores.
    Grande abraço a todos do Blog e ótimo fim de ano a todos.

  21. Parabéns, Ju! Um Bom Natal, primeiro que tudo.

    Segundo… é, é caro, Em euros, dependendo dos cálculos, anda à volta dos 30 mil, o que é muito. Uma vaquinha para ajudar nas despesas seria ótimo para ti, tudo o que vem à rede é peixe, como se costuma dizer. Mas o que interessa é que em 2019, vais continuar a fazer aquilo que tu gostas. Um grande beijo!

  22. Julianne,

    Seu trabalho é fantástico!!! Tanto no blog, quanto na rádio. Sempre aprendemos um pouco mais com você. Assisto F1 ouvindo pela Band por causa dos comentaristas. Este ano você foi impecável. Os pequenos erros fizeram parte do seu aprendizado. Continue assim com esta cobertura de qualidade e aspectos curiosos que você traz.
    Apoio sua “vaquinha”. Informe-nos que te apoiaremos!
    Um excelente 2019, que Deus te abençoe ainda mais!

  23. Olá Juliane,acompanhei praticamente todas transmissões da F1 pelas rádios do grupo Band e pude perceber seu crescimento neste segmento.
    Seu blog é muito bem redigido, sabendo das dificuldades em conciliar todas suas atividades.
    Desta forma agradeço seu trabalho.
    Aprendi a admirar vc como jornalista.
    Espero que 2019 Novas oportunidades para vc.
    Um abraço

  24. Claro que eu apoio a vaquinha, Ju!
    A única condição é que vc continue produzindo esse conteúdo excelente sobre automobilismo que tanto amamos, mas que só sofre derrotas nesse país =/

  25. Ju

    Com certeza um crowfunding ajudaria, eu e tantos outros fãs de automobilismo que admiram seu trabalho contribuiriam.

    Fiquei com uma dúvida: grupo Band e Uol não contribuem com suas despesas? Uma parte?

    Existem outras coisas que podem ser feitas para angariar um $$.

    Por exemplo aquele evento no final de semana de F1. Montar algo trazendo você para falar de bastidores, algum outro convidado e que no final gere um lucro não é complicado.

    Você também poderia distribuir “mimos” para quem fizer parte deste “clube de investidores” que te patrocinaria. Coisas que acredito que você consiga durante os finais de semana de corrida ou ainda que consiga adquirir nas corridas que são impossíveis de conseguir no Brasil seja pelo preço ou pela inexistência.

    Ideias dá para ter algumas. Se quiser discutir, pode me chamar no inbox do Facebook ou me mandar e-mail que trocamos contatos e falamos.

    De qualquer forma conte comigo. Só não podemos perder sua cobertura de F1 feita de forma tão profissional, divertida e com tanta paixão.

    Abraço.

  26. Ju, seu blog fez eu voltar a acompanhar a F1 religiosamente como fazia nos anos 2000. Sem dúvida, a dobradinha do seu blog e do YouTube (Youtube e Projeto Motor) é, de longe, a melhor cobertura que tivemos sobre F1 no Brasil.

    Sobre a ajuda financeira, creio que uma assinatura seria mais efetiva que a vaquinha, desde que tivesse um serviço exclusivo (grupo de Whatsapp, comunidade, notícias etc.).

    Grande abraço!

  27. Jú,
    Primeiro Feliz Natal e um ótimo ano de 2019 com muitos e muitos quilômetros de cobertura.
    Quero apenas te lembrar que você me fez voltar a fazer corridas a pé desde 10km até maratonas com os relatos das suas corridas pelos circuitos, só isso já vale muito pra mim.
    O sua cobertura sobre a F1 é espetacular pois ela é leve com o turistando e ao mesmo tempo densa com às matérias sobre estratégias e matérias técnicas.
    Não teria dúvida em colaborar com uma vaquinha virtual para te ajudar, pois você colaborou não só com a minha paixão pela F1 como também com a minha saúde.

    Um abraço

  28. nem vou repetir o orgulho que a turma que te acompanha desde o faster F1 tem dessa sua trajetoria, Julianne…

    (opa, repeti…)

    crowdfunding/vaquinha/assinatura/patreon sao otimas sugestões pra ajudar a financiar seu trampo, com certeza

    mas procure ver quais plataformas sao as mais simples pra nós, seus leitores

    nunca tive problemas com nenhuma plataforma de crowdfunding quando comtribuí com algum projeto (ou quando um pessoal montou uma vaquinha pra um proieto do qual participei), mas achei algumas plataformas de assinatura nao muito amigaveis pra quem contribui

  29. Parabéns pela bela iniciativa!! Eu acompanho seus vídeos e blog mas não tinha muito conhecimento dos detalhes e desafios que enfrenta para cobrir o circo da F1.
    Tem diversas iniciativas onde os que acompanham fazem assinaturas que dão acesso à conteúdos exclusivos…Além que seria interessante também deixar em aberto sempre uma campanha voluntária, e sempre divulgá-la, acho que pelo menos parte do pessoal tem engajamento em ajudar.

  30. Ju,
    Totalmente a favor de uma vaquinha eletrônica.
    O seu trabalho é a realização de um sonho, é como se um de nós fanáticos pela F1 estivesse in loco fazendo as coberturas, e como é fácil notar que esse tipo de viagem na qual cada semana se está num país fica cada vez mais caro e difícil, nada mais justo que você propor algo assim.
    Lembro que, quando você entrou no ar na rádio bandeirantes para falar com o Odinei Edson e dar as notícias do dia na rádio Bandeirantes, pensei: nossa, puseram uma novata no lugar do Ico, não vai dar conta… ledo engano, em 5 minutos de participação já percebi que você manjava tudo de Fórmula 1 e automobilismo e foi uma escolha perfeita. Suas participações sempre enriquecem as transmissões, faço questão de colocar a TV no mudo e botar na Bandeirantes só por sua causa das suas participações in loco sempre muito ricas.

    Te acompanho há muito tempo, comento aqui às vezes, não deu para ir no evento em Moema te conhecer, mas espero que breve possa ser possível!

    Quanto a isso de você tentar o patrocínio de alguma marca grande para bancar as suas viagens para cobrir Fórmula 1 em troca de de repente alguma exposição em suas redes sociais, canais e blogs, tenho algumas idéias (um cliente meu era de publicidade rs), não sei se tem algum e-mail ou algum canal de contato que você possa passar, de repente pode ser alguma coisa que vai lhe ajudar a conseguir algum progresso nesse sentido.

    E que 2019 venha com mais corridas e mais Fórmula 1, sempre com as suas participações ao vivo e no blog também!

  31. Parabéns Julianne! Seus conteúdos são ótimos e melhoram exponencialmente. É a melhor escrita de F1 no Brasil e será a melhor vloguer, poadcaster, etc… É nítida a paixão que tem pelo seu trabalho e a competência com que você o realiza.
    Acho a ideia da vaquinha virtual válida sim. Me parece feita exatamente para esse propósito, o de contribuirmos com um valor acessível para o financiamento da produção de conteúdo que nos agrada. Eu, particularmente, não gosto do formato de mensalidade, mas tudo é conversável rsrs.
    Sucesso!!!

  32. Quando você fala do dogmatismo estatal, o único contraponto que me veio foi: bem vinda ao capitalismo e sua arte de matar um leão por dia! É difícil? Sim, mas fortalece.

  33. Ju, quando a fonte é boa, a inspiração é longa. Na verdade, todo estilo de vida citado por você, remete à liberdade. Em países de primeiro mundo, o estado enxuto interfere menos na vida do cidadão, fazendo apenas o necessário. Em um país com governos populistas, de viés estatizante como o Brasil, temos uma mentalidade que o estado deve cuidar de tudo, ora, salário mínimo é questão de país subdesenvolvido. Todo país verdadeiramente capitalista que se preze, os trabalhadores tem o mínimo de vinculo com as empresas, ganham por hora, e como as empresas não são sugadas pelo estado interventor, o empregado pode ganhar mais…enfim, temos um longo caminho para nos livrar dessa CLT que aprisiona o trabalhador brasileiro, que diminui sua liberdade e seus lucros. Nossa mentalidade estatista vê empreendedores sem carteira assinada, como vergonha, mas pelo contrário, ganham o sustento sem depender do papai estado. A F1 e o futebol são constatações capitalistas que a população brasileira não enxergam, onde o empregador negocia diretamente com o contratado, sem interferência do governo, os salários, o tempo do contrato. O capitalismo malvadão e verdadeiro dos Estados Unidos é tão ruim, que um pedreiro, pintor, vai para a terra do tio Sam, trabalham duro por 5, 6 anos, e juntam dinheiro que demorariam 30, 40 anos aqui no Brasil. Essa historinha de igualdade salarial é coisa de comunista caviar. Liberdade salarial, menos leis, menos amarras do estado, empreendedorismo, livre circulação de idéias e serviços, palavrinhas que fazem Fidel, Marx, Stalin, Che Guevara revirarem no túmulo! Sempre admirei seu trabalho, sabendo de sua luta pessoal, valorizo ainda mais, continue brilhando em 2019 😉

  34. Julianne, primeiramente parabéns!

    Acompanho alguns jornalistas de cobrem a F1 a alguns anos e passei a acompanhar seu trabalho a uns 2 a 3 anos e diga é de muito bom nível, imparcialidade, detalhamento técnico e um bom toque de humor!
    Depois do final de semana de F1, fico aguardando a seção ‘DROPS’, a cereja do bolo!!

    E respondendo sua pergunta, sim para a vaquinha virtual, para ajudar a você fazer esse trabalho notável!!

    Um grande 2019

    Abs

  35. Eu achava que era a Band que bancava a sua volta ao mundo anual. Apoio sim, claro. Ler o seu blog mudou muito a perspectiva pela qual vejo a F1. Seu trabalho é fabuloso e tem que continuar.

  36. Minha sugestão seria o Patreon, onde os espectadores/ouvintes/leitores pagam um valor (uma espécie de assinatura) a cada vídeo,podcast ou post que você faz. Você tem incentivo para gerar cada vez mais conteúdo de qualidade e quem acompanha tem o incentivo de te ajudar a gerar o conteúdo – especialmente quando tem material exclusivo como chats restritos aos colaboradores, entrevistas extendidas ou perguntas que os colaboradores podem fazer aos pilotos, por exemplo.
    Outra ideia que se soma a essa é live do Youtube com super chat ativado. Não é tão rentável mas dá pouco trabalho e ajuda a pagar as refeições nas viagens, por exemplo 🙂

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