F1 Red Bull e Ferrari são os reis da confiabilidade até agora - Julianne Cerasoli Skip to content

Red Bull e Ferrari são os reis da confiabilidade até agora

Enquanto alguns times quebram a cabeça para entender os Pirelli (assunto sobre o qual falaremos mais amanhã), outros têm questões mais urgentes para resolver. Dos grandes, McLaren, Mercedes (com os mesmos problemas hidráulicos de Valência) e Renault não estão conseguindo tanta quilometragem quanto os líderes da confiabilidade: Red Bull e, principalmente, Ferrari – que já tem mais de 400km a mais rodados que os rivais mais próximos, justamente os rubro-taurinos. A McLaren sofreu com alguns problemas mecânicos e teve seus testes aerodinâmicos atrapalhados pelo vento nesse que foi o primeiro teste do carro novo e deu apenas 233 voltas, contra 463 da Scuderia.

Alonso e Massa andam justificando o salário

Entre as médias, é a Williams que tem enfrentado mais problemas, principalmente no KERS, enquanto a Virgin surpreende pelo número de voltas dados em relação às concorrentes mais próximas.

Quanto as equipes andaram até agora nos testes

EquipeVoltaskms
Ferrari7493196
Red Bull6532782
Force India*5912479
Mercedes5412310
Sauber5342274
Toro Rosso5302261
Williams5122158
McLaren*5122149
Renault5042135
Virgin4351834
Lotus2511089
Hispania*188753

*usaram o carro do ano passado nos primeiros testes

Quanto cada piloto andou

  VoltasDivisão em %
Red BullVettel32449% 
Webber32951% 
McLarenHamilton17735% 
Button24448% 
Paffett9117% 
FerrariAlonso45260% 
Massa29740% 
MercedesSchumacher35165% 
Rosberg19035% 
RenaultKubica20038% 
Petrov15031% 
Senna6814% 
Heidfeld9618% 
WilliamsBarrichello33065% 
Maldonado18235% 
Force IndiaSutil21837% 
Di Resta30252% 
Hulkenberg7111% 
SauberKobayashi23845% 
Pérez29655% 
Toro RossoBuemi30157% 
Alguersuari19837% 
Ricciardo316% 
Team LotusTrulli13252% 
Kovalainen11948% 
HispaniaKarthikeyan188100% 
0% 
VirginGlock24756% 
d’Ambrosio14344% 

1 Comment

  1. Tendo em vista a severidade do regulamento quanto a durabilidade de caixa e motor, faz-se necessário abusar da quilometragem, ainda mais para se buscar parâmetros para arghhhhhh, Kers e ATM. Me vejo em um ciclo vicioso quando penso em motores de alto desempenho para competição, tendo que durar 5 corridas, não creio que seja teoria do desperdício, apenas acho impossível se extrair o melhor de uma máquina, quando falamos de competição de tiro curto, velocidade/desempenho, sendo transformada em endurance, f1 Le Mans. Essa tentativa artificial de fazer a f1 se enquadrar como genitora da indústria automobilística, ainda criará carros movidos à biodiesel, energia solar, lixo doméstico, energia nuclear,… até lá, espero não estar vivo para ver o Circo de Horrores da f1.


Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *