GP do Brasil por britânicos, brasileiros e espanhóis: “Poucos se despediram assim”

Sem a água que caíra insistentemente desde sexta-feira, mas com a expectativa de uma prova disputada ‘no escuro’ em termos de preparação para pista seca, o GP do Brasil começou com uma largada hesitante de Vettel, que foi superado por Rosberg, ao mesmo tempo em que Alonso ficou encaixotado pela Red Bull e perdeu posição para Hamilton, para decepção do narrador espanhol Antonio Lobato, que deu a entender que o plano do piloto da Ferrari era aproveitar suas boas largadas para ficar na frente de Vettel. “Ele foi duro na defesa de posição. Hamilton largou muito bem e roubou a posição de Alonso – e Webber largou mal, claro. Mas Fernando ainda tem alguns ases guardados.”

Na Globo, o destaque é para Massa, que “vem ganhando posições. Ganhou três logo na largada”, como destaca Galvão Bueno, enquanto David Coulthard, na BBC, vê Vettel “se preocupando demais com Alonso e deixando a porta aberta para Rosberg.”

A primeira volta é animada, com o alemão indo para cima de Rosberg e o espanhol, de Hamilton. “Fernando está raivoso”, diz o comentarista Pedro de la Rosa. Mas Lobato foca na luta pela ponta. “Rosberg tem de defender de qualquer jeito, por Deus! Senão acaba a corrida.” Mas Vettel “vai para cima mesmo antes do DRS poder ser usado”, como salienta o narrador britânico Ben Edwards e “Vettel se vai, que favor Rosberg fez para a corrida…”, lamenta Lobato.

O início alucinante faz o narrador perder o fôlego – “se forem 71 voltas assim eu não termino essa corrida” – e Reginaldo Leme se impressionar – “tivemos seis manobras em uma volta e meia de corrida que acho que não aconteceram no ano todo.”

Alonso vai abrindo caminho e, com menos de 10 voltas, já é o segundo. “Incrível! Agora veremos se ele consegue descontar tempo para Vettel. Já devem estar falando para ele que Alonso está chegando”, aposta Lobato. O espanhol também está bem para Tom Clarkson, repórter da BBC. “Se continuar no seco, Alonso tem uma grande chance nessa corrida, porque há dois pontos de ultrapassagem e ele era o carro mais rápido em reta na classificação.”

Por outro lado, Luciano Burti chama a atenção na Globo para o começo ruim de Nico Rosberg. “Ele era muito rápido na chuva, então a Mercedes deve ter adotado um acerto com muita carga aerodinâmica e são muito lentas de reta”, vê o brasileiro, enquanto Coulthard pede que a Mercedes “libere Hamilton, que está sendo seguro pelo companheiro.”

Mas a empolgação dos espanhóis com seu piloto vai diminuindo à medida que fica claro que Alonso não tem como chegar em Vettel e passa a ser pressionado por Webber. Resta apelar aos céus. “Se chegasse uma chuva no final, seria bom. Vettel está indo embora como sempre, mas Fernando tem um ritmo muito melhor que os demais”, aponta De la Rosa, mas Galvão já vê “Webber armando a dobradinha.”

De fato, o australiano passa com certa facilidade – e se torna a esperança para a corrida, “vamos ver qual o ritmo de Mark, mas é o mesmo problema de sempre: ele já tem 10 segundos de vantagem”, diz De la Rosa – , enquanto as Ferrari passam a ocupar a terceira e quarta colocações. “Alonso disse que vai ajudar, mas eu duvido”, diz Galvão, referindo-se à chance do espanhol ceder o pódio a Massa, que adota estratégia diferente do companheiro na primeira parada. “Felipe colocou médio para andar forte o tempo inteiro e Alonso fez diferente”, explica o narrador brasileiro. Mas De la Rosa não entende muito bem. “Interessante a opção de Massa com pneus médios porque eles sofreram muito graining e têm de durar muito. A menos que chova.” O único problema que Burti vê “é porque o Lewis está com pneu mais duro, então vai durar mais e ele será pressionado no final do stint.”

Após uma parada ruim para Webber – sempre para ele, como destacam os espanhóis – De la Rosa brinca: “Agora Vettel para e poderia colocar intermediários se quisesse.” A chuva, esperada por toda a prova, teimava em não cair. “É uma pergunta de um milhão de dólares”, diz o chefe da Red Bull, Christian Horner, entrevistado ao vivo na BBC. “A Ferrari está mais feliz com os pneus duros e Mark fez um grande trabalho em passar o Fernando rapidamente”, destaca o dirigente, após ver seu piloto perder a posição para o espanhol na parada. Com Alonso custando a se dar por vencido, Lobato vai à loucura. “Por fora não!”, berra. “Acho que ele tem que continuar perto para tentar DRS, só para ganhar tempo. A única chance que ele tem com Webber é se os pneus acabarem.”

O engenheiro de pista de Massa, Rob Smedley, aparece no rádio pedindo ao piloto que não atravesse mais a linha branca que delimita a entrada dos pits e Galvão torce para que seja apenas “um cartão amarelo”. Mas logo vem a confirmação da punição. “É difícil quando você está correndo em casa, e está indo muito bem, mas é uma penalização preto no branco, não tem o que interpretar. Nós fomos alertados antes da corrida que não poderíamos colocar os quatro pneus fora da linha branca ali, porque isso te dá uma vantagem e você está saindo da pista”, aponta De la Rosa. “É curioso que estão falando para Webber parar de entrar na linha branca. Isso quer dizer que Massa fez várias vezes. É possível que eles não estejam vendo, é muito rápido, mas a equipe tem que avisar.”

Coulthard lembra que “nunca foi um problema cortar a linha de entrada nos boxes, é algo que os pilotos sempre fizeram, mas parece que Massa está ficando com as quatro rodas lá por mais tempo do que eles querem. Regras são regras, mas obviamente isso é um saco.” O narrador Edwards lamenta. “Que pena, isso estava nos animando. Massa está pilotando bem e Hamilton estava vindo para cima.”

Na Globo, a discussão é longa. Burti parece informado da determinação dada aos pilotos neste ano, enquanto Barrichello demora para se convencer de que a punição não foi por uma irregularidade no momento da primeira parada de Massa. Com o replay, explicam exatamente a mudança em relação aos últimos anos. “Fizeram uma alteração para mostrar que não pode passar com as quatro rodas. Vou dizer uma coisa: olhei para o Rubinho e ele torceu o nariz”, diz Galvão. “Só se eles mudaram alguma coisa neste ano”, o ex-piloto não se convence.

De qualquer forma, Galvão começa a dança da chuva para ajudar Massa. E não está sozinho. “Precisamos de mais água. Essas quatro gotas não servem para nada”, reclama De la Rosa. “A não ser que o cinegrafista tenha escorregado, está chovendo”, conclui Coulthard após ver pingos na câmera, enquanto Barrichello aparece com os conselhos da avó. “Se vem ali do ‘S’ do Senna, vai chover. A gente sempre pode contar com uma nuvenzinha em Interlagos.”

O banho-maria segue até que a Williams de Bottas aparece sem pneu saindo pela área de escape. Os espanhóis não veem, estavam nos comerciais. Inicialmente, Burti acha que a roda escapou e depois corrige. “É estranho porque a roda está ali. Tem alguma coisa estranha na pista porque é muita gente parando ao mesmo tempo”, vê Barrichello, ao mesmo tempo em que Coulthard vê a possibilidade de “detritos” na pista pois, logo em seguida, o pneu de Hamilton aparece rasgado e muitos correm para os boxes. Inclusive com direito a trapalhada da Red Bull, que não tinha todos os pneus prontos para Vettel. “Pela primeira vez, parece que a sorte do Vettel o abandonou”, diz Edwards. “Deu um momento Ferrari neles”, explica Galvão.

O replay mostra o toque entre Hamilton e Bottas, levando Coulthard e Barrichello a compreenderem que a correria nos boxes foi causada pelo temor de um Safety Car. O escocês só não concorda com a punição ao piloto da Mercedes. ”Você não pode jogar o carro para fora, mas acho que havia espaço para Bottas na direita. No fim dos dias, se houver espaço, não há motivo para punição.” E ganha apoio do comentarista técnico Gary Anderson e de De la Rosa. “Para mim ele não merecia a punição. Bottas vinha a um metro e meio da linha branca e ele poderia tê-la utilizado para evitar a colisão”, opina o piloto de testes da Ferrari. “Mas, de qualquer jeito, como está o Mundial de Construtores?” Já Galvão nem questiona seu trio de comentaristas. “Hamilton enlouqueceu naquele momento, não havia outra opção.”

A chuva não chega nem nas últimas voltas e Vettel vence sua nona corrida seguida. “Que grande, mas como ele tornou essa coisa chata”, diz De la Rosa. “A Red Bull realmente é o melhor carro disparado, mas o Vettel também tem sua qualidade e não deu brecha para o Webber se aproximar após o problema do pit stop”, opina Burti. A fase do alemão é tão boa que até nos zerinhos consegue ir melhor que Massa, como destaca Lobato. “Mas é porque tem mais experiência.”

Mas não era o dia de falar de Vettel e, sim, do mais novo aposentado da Fórmula 1 – principalmente depois que ele tirou seu capacete após a bandeirada. “Ele disse que deixou o nome marcado e deixou sim. Escolheu andar seus últimos metros num Fórmula 1 com a cara para o vento”, destaca Galvão. “Não tente isso em casa, crianças. Nunca tinha visto isso”, diz Coulthard, que acredita que seu ex-companheiro “forçou Vettel a ser tão bom quanto é.”

O fato é que Webber terminou sua carreira na Fórmula 1 com um pódio, algo que nenhum dos ex-pilotos comentaristas que estavam no ar conseguiu. “Que bonito poder se despedir e, ainda mais, no pódio. Poucos puderam fazer isso”, lembrou De la Rosa. A comemoração só não foi perfeita por um escorregão na hora do champanhe, explicado por Barrichello. “Tentou dar uma sambadinha e caiu.”

Terminando a quarta temporada do post das transmissões (os demais podem ser acessados na categoria ‘transmissões’, à direita), queria saber de vocês como querem que a dinâmica seja ano que vem. Italianos entram? E a transmissão da NBC, dos EUA? Preferem Sky Sports ou BBC na Inglaterra? Ou seria melhor fazer um rodízio? Quem não pode sair? Opinem!

39 comentários Adicione o seu

  1. Lucio Dantas disse:

    Jullianne quem não pode sair de jeito nenhum é os espanhóis e brasileiros.

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  2. Caina disse:

    Olá Julianne, primeiramente parabéns pelo seu blog. Gosto muito da sua abordagem e da análise das estatísticas, que são, pra mim, algo essencial num esporte como a F1. Gostaria de ver as transmissões americanas, que me desperta curiosidade. Será que existe muita comparação com a Fórmula Indy? A abordagem é mais técnica ou emotiva? Obrigado pela atenção 😀

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    1. juliannecerasoli disse:

      Usei a transmissão da NBC uma vez: http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/2013/03/21/gp-da-australia-por-brasileiros-espanhois-e-norte-americanos-esses-pneus-deveriam-estar-acabados/

      É uma turma muito boa, formada por ingleses e muito experiente em termos de Fórmula 1, então eles acabam se aproximando da abordagem de BBC/Sky.

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      1. Caina disse:

        Hmm, bem legal, mas realmente parecida com a BBC/Sky. Eu particularmente gostaria de transmissões que fossem de óticas diferentes, como a espanhola e a inglesa. Então acredito que não seja tão interessante a americana.

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  3. wagner disse:

    Achei a corrida um pouco maçante, pois quando a chuva tem que ser um diferencial, é sinal que a competitividade está meio perdida. Ju, vc poderia deixar a transmissão brasileira fixa, como forma de avaliarmos o quanto “nossa” transmissão tem de positivo e negativo comparada com as melhores do mundo (hehe, o bom é que não temos paradas para comerciais, rsrsrs), o restante poderia ser um rodízio.;-)

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  4. Fábio Medeiros disse:

    Juh, eu gostaria que continuasse com a Espanhola, Inglesa e Brasileira!! =D
    Abraços e parabéns pelo excelente blog!

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  5. Vera disse:

    Italianos devem entrar!

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  6. Ricardo H disse:

    Concordo que a transmissão brasileira deva sempre estar presente e adicionalmente deveria ser a transmissão que faz a melhor “leitura” das provas. Estes últimos anos, as corridas tem sido particularmente difíceis de entender por causa dos pneus Pirelli e as diferentes estrategias. E ano que vem vai ser pior, por causa da questão das mudanças de regras e motores.

    Ju, na sua opinião quem deixa “vazar” as melhores informações internas das equipes. É o De la Rosa ou o Coulthard?

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    1. juliannecerasoli disse:

      Creio que o De la Rosa.

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  7. Roberto Tramarim disse:

    Bom, eu gostei de ver a italiana quando foi postada aqui uma ocasião. A mais tosca pra mim é a espanhola, mas o desespero de Lobato costuma ser impagável :D. A inglesa é um tanto insossa e a brasileira é “mais do mesmo” e a gente vê na própria transmissão ao vivo. Dizem que a transmissão da Fox Sports é engraçadíssima.

    Podia fazer um rodízio, colocando 3 entre 5 ou 6 opções(alemã, brasileira, espanhola, inglesa e italiana, além da Fox Sports) ao longo da temporada.

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    1. Rodrigo disse:

      Hummm… gostei desta sugestão: um revezamento entre as emissoras… Mas sinceramente, gostei bastante da italiana e a brasileira é bem conhecida nas transmissões, a menos que se use a transmissão da SPORT TV que é mais insonsa que a da globo…

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  8. Luis Armando disse:

    Olá Julianne,

    A Italiana traz uma visão mais técnica das corridas, enquanto os espanhóis são passionais. Seria legal acompanharmos os Italianos (ao menos) por um período, quem sabe aprendemos algumas coisas novas.

    Abraços.

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  9. Jean disse:

    Entram os Italianos sim!

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  10. Billy disse:

    Que tal a MTV3, finlandesa? 😛 haha
    Posso me esforçar em ajudar.

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  11. José Renato Fernandes disse:

    Isso, finlandesa! Hahahahaha.

    Ju, tá perfeito do jeito que tá. Muito claro, conexo, fácil de entender.

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  12. edubassan disse:

    Ju, sem dúvidas, seria muito interessante conhecer a transmissão italiana. 😉
    Parabéns pelo excelente trabalho.
    Abs

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  13. Marcelo disse:

    Ri muito quando o Galvão disse : “…o Feleipe Massa vai dar o zerinho” kkkkkkk foi mui hilário.

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  14. Jay Cutler disse:

    Seria demais “só” acrescentar a transmissão italiana?

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    1. juliannecerasoli disse:

      Sim, três é o máximo que consigo por uma questão de tempo.

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      1. Jay Cutler disse:

        Ok. Um revesamento, a seu critério, seria bem vindo.

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  15. djow disse:

    Quem não pode sair é você Julianne.

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  16. Roberto Tramarim disse:

    Os zerinhos do Vettel pareciam a letra O. 🙂
    Os zerinhos do Massa pareciam a letra C. 😀

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  17. Martinho disse:

    Finlandesa, japonesa e Russa…rsrsrs

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  18. Cj Abreu disse:

    Oi Julianne, sou novo aqui. Muito bom seu blog, uma visão diferente e profissional. Parabéns. Partindo da premissa que esse blog é para aficionados, imagino que a transmissão brasileira poderia sair, pois é de fácil acesso. Com certeza teremos as falas dos brasileiros na memoria, pois fornecem material para os comentários durante a semana, para o bem ou para o mal. Hehehe
    Italiana entra sem duvida, inglesa não pode sair. O revezamento é interessante sim, de repente a cada 3GPs, assim familiarizamos os estilos.

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  19. Miranda disse:

    Prezada Julianne, se os italianos puderem entrar, acredito que engrandeceria ainda mais essa narração. A visão deles é muito diferente de todas que você cita (ok, pode chegar um pouco perto da Antena3), mas ler uma visão italiana a respeito do duelo Fernando x Raikkonen vai ser interessante.

    Não assisti à transmissão da NBC, então não posso comentar nada a respeito. Gosto da transmissão das 2 tv’s inglesas, então tanto faz.

    Rodizio seria ruim, pelo fato de não termos como comparativo alguma daquelas que em algum momento pode trazer um fato inedito à transmissão. Como falei anteriormente, se for possivel adicionar os italianos, vai melhorar ainda mais uma ideia brilhante !

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  20. Miranda disse:

    Ops, li o post das três transmissões, então melhor retirar a brasileira. Todos aqui podemos acompanhar e rever via internet. Dessa forma, ingleses, espanhois e italianos

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  21. César Lima disse:

    Quem não pode sair é o Lobato, os pachequismos dele são muito hilários. Ainda mais ano que vem, com o Alonso provavelmente recebendo pressão do Kimi no box ao lado. As informações do Pedro de la Rosa também são muito pertinentes, e agregam valor ao post! 😛

    Um rodízio entre ingleses e italianos pode ser bem vindo em algumas corridas! 🙂 Se não der, fique mesmo com brasileiros, ingleses e espanhóis!

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  22. celso disse:

    Ju,

    Já que são ingleses que narram nos EUA, pode continuar como está, mas com o acréscimo da transmissão italiana. Ficaria mais rico e interessante.

    Abraço!

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  23. Roberto disse:

    Olá Julianne,
    A transmissão espanhola vale pois eles tem o De La Rosa e Gene dentro da Ferrari, só que o Lobato é insuportável em seu afan de aumentar a audiência.
    A inglesa acho que é um ícone da F1…
    A Italiana é interessante, só conheço por você.
    Se posso sugerir alguma, vejo a Fox Sports Latin América, dão un enfoque maior na participação dos latino americanos, mais vale pela experiência profissional de Fernando Tornello, argentino, que é jornalista da F1 desde os anos 70 e das entrevistas ao vivo de Juan Fosaroli.
    Só mantenha a qualidade dos seus comentários, isso não deve mudar.

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  24. marcelo disse:

    italianos devem entrar de algum jeito

    espanha e brasil tem que ficar de qualquer jeito

    mas os ingleses tbm são bons…

    te vira!!! hehehe

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    1. marcelo disse:

      mudei meu voto!!!

      Espanha Itália e Inglaterra

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  25. Luís Almeida disse:

    O seu trabalho é fantástico. É sempre um post que aguardo com muito interesse. Por favor continue.
    Quanto aos países de origem, gosto dos quatro mais referidos, Brasil, Espanha, Itália e Inglaterra. Se não consegue os quatro, vá rodando dentro destas opções.

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  26. Atenágoras Souza Silva disse:

    Em primeiro lugar, gostaria de dizer parabéns!
    Seu trabalho estatístico e a preocupação em dar explicações técnicas para um fato ou outro, além de explicar a estratégia faz de você o melhor complemento para o trabalho do Ico. Ele não poderia ter escolhido melhor.

    Quanto a transmissão, parece que a espanhola só vale pelos comentários do Pedro de La Rosa, e seria bom cortá-la.
    O “pachequismo” espanhol faz a transmissão deles ser pior que a brasileira (que não é, necessariamente, ruim).

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  27. Wesley de Souza disse:

    Parabéns pelo blog Ju.Você sempre analisa as corridas e tudo o que acontece no paddock muito bem.

    Quanto as transmissões,acho melhor manter os brasileiros,ingleses(SkySports) e fazer um rodízio entre os italianos e os espanhóis.

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  28. Paulo disse:

    Se sair a brasileira, fico sem saber o que eles disseram, e não creio que faça falta. Quando vejo ao vivo, sempre corto o som da tb e ligo o rádio no celular. Mas, ultimamente tenho preferido esperar e ver pela Sky. Todo o extra antes e depois da corrida a torna muito melhor.

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  29. Rodrigo Rocha disse:

    Por mim você faria com todas, mas e o tempo né? kkk

    Inglaterra por ser a mais técnica, espanhola ou italiana (poderia haver um rodízio) e a brasileira.

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  30. Alves disse:

    A adição da transmissão italiana seria muito interessante. E parabéns pelo blog, que é espetacular.

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  31. Sergio Magalhães disse:

    Oi, Ju

    Vou ficar com saudade deste post até o ano que vem. Parabéns pelo trabalho.

    Os espanhóis não podem sair porque o Lobato é uma figura. Fico imaginando ele narrando a corrida, o quanto deve ser engraçado.

    Brasileiros, claro, também não podem sair, assim como os ingleses sempre os mais técnicos.

    Entre os italianos e americanos, prefiro os italianos. Sugiro então que os italianos fiquem de stand by: Quando o Galvão não narrar, você coloca os italianos no lugar dos brasileiros. Quando o Lobato não narrar, também substitua os espanhóis pelos italianos.

    Um abraço!

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  32. Patrick Bastos disse:

    Tem dois ou tres anos que nao assisto mais a transmissao da tv globo – é muito ruim, me irrita as besteiras que os narradores falam (deveriam ter um narrador só de automobilismo – a F1 tem uma dinamica diferente do futebol), os comentaristas Reginaldo Leme e Luciano Burti sao muito bons mas o narrador fica atrapalhando e querendo entender mais do que os especialistas (Barrichello nao sei como . Minha preferida é a da Sky Sports – sao 5 horas de f1 com entrevistas e matérias… o único inconveniente é ter que esperar estar disponivel (algumas horas depois). Mas vale a pena.

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