Companheiros: presente e futuro na McLaren

Motor Racing - Formula One World Championship - United States Grand Prix - Practice Day - Austin, USA

Jenson Button

Kevin Magnussen

Placar em classificações

10

9

Diferença média em classificações

+0s165

Posição média no grid

8.47

8.21

Placar em corridas

14

3

Posição média em corrida

6,9

9,3

Voltas à frente do companheiro

733

369

Pontos (% da pontuação do time)

126 (69,6%)

55 (30,3%)

 

Ser rápido em classificação e ficar devendo em corrida virou tradição dos estreantes que pegaram esse regulamento que premia pilotos mais inteligentes. E não foi diferente no primeiro ano de Kevin Magnussen, ainda mais correndo ao lado de um especialista em ‘cozinhar a galo’, como Jenson Button.

Enquanto o dinamarquês sofreu com os pneus e pagou pelo excesso de agressividade nas primeiras voltas – o que não ajudou em nada sua popularidade entre os colegas – o inglês aproveitou os lampejos que a McLaren teve na temporada, tendo performances inspiradas especialmente em Silverstone e em Suzuka, onde conseguiu colocar 1 minuto nas Williams e teve azar de não chegar ao pódio, pois precisou de uma troca de volante. Tanto, que o placar apertado do duelo de classificações virou lavada aos domingos.

Isso já havia acontecido com Button contra Sergio Perez, outro piloto errático como Magnussen, ainda que mais experiente. Então isso tudo quer dizer que a demora da McLaren em divulgar o companheiro de Fernando Alonso ano que vem não se justifica? Primeiramente, devemos lembrar que não é só a questão dos pilotos que está atrasando a definição: Ron Dennis está correndo atrás de investidores para poder exercer seu poder de compra de ações e, aparentemente, o prazo para isso termina nas próximas semanas. E nem precisa falar que esses negócios estão intimamente ligados às escolhas que a equipe tem pela frente.

Na parte técnica, a questão é entender o quão valiosa seria a experiência de Button no desenvolvimento do novo motor, frente às perspectivas de futuro de Magnussen. Valeria a pena ter dois pilotos caros e terminar 2015 com mais uma indefinição, tendo em vista que o inglês não está ficando mais jovem a cada ano? Estaria Vandoorne pronto em 2016 (levando em consideração as declarações de Boullier de que o belga fará mais um ano de GP2 em 2015)? Ou seria melhor – e a balança parece pender mais para isso – não queimar um Magnussen ainda verde? É um quebra-cabeças difícil de montar.

38 comentários sobre “Companheiros: presente e futuro na McLaren

  1. Eu preferiria o “velho” Button para ajudar a McLaren nessa transição de Mercedes para Honda ao lado de Alonso, mas, se o “velho” inglês é caro demais, lanço aqui desde já a campanha “Nem Magnussen, nem Vandoorne, Esteban Ocon JÁ para a McLaren!” E tem mais: nomeio desde já o Bruz para comandá-la! Às vezes é preciso ousar, como Helmut Marko.
    Essa viagem na maionese poderia ter ainda outro itinerário: manter Magnussen como reserva para as sextas-feiras e testar logo o ótimo Vandoorne como titular este ano ao lado de Alonso. A escolha para o companheiro de Alonso em 2016 seria feita com base em comparações.

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    1. Caro Aucam, devagar com o andor que o santo é de barro🙂. Jogar o menino Ocon nas garras do espanhol assim, seria arriscado demais.
      confesso que não conhecia este rapaz, mas agora estou curioso pra ver se ele é bom mesmo.

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      1. Caro MP4-23, seria arriscado demais afirmar que Ocon é um novo Hamilton, e isso eu não faço, mas se Verstappen foi direto para a F 1 com tão pouca experiência, não vejo porque não dar logo uma chance TAMBÉM a esse francês, que tem tudo para ser um legítimo herdeiro da tradição vitoriosa de Prost. Ele tem apenas 18 anos e é o atual Campeão Europeu de F 3, título que ganhou com duas rodadas de antecedência. Competiu neste campeonato contra Max Verstappen e Tom Blomqvist (este filho do campeão mundial de rally Stig Blomqvist) e venceu corridas em cima deles. Forma com o Verstappinho e o Tom Blomqvist um trio de jovens astros com potencial para altos voos em monopostos. A precocidade é hoje uma das características mais marcantes da F 1.

        Esteban Ocon tem muito mais experiência com monopostos que o Verstappinho. Ocon impressionou muito todos os técnicos: tanto da Lotus – da qual é piloto oficial de seu Programa Junior – quanto os da Ferrari, nos testes que fez não faz tempo nas duas equipes. Tem como características principais a extrema velocidade, o arrojo e a agressividade, mas aliando-as a muita consistência. Em todos esses testes que fez na F 1, essas qualidades foram demonstradas sobejamente, pois foi rapidíssimo e seguríssimo, pilotando sem erros, com segurança e passando boas informações aos engenheiros. Tanto Alan Permane da Lotus quanto Lucas Baldisserri da Ferrari enfatizaram a tranquilidade do piloto em seus primeiros contatos com um F 1, com perfeito domínio sobre o aspecto emocional.

        É claro que a McLaren tem seu próprio programa júnior de pilotos, ao qual Magnussen pertenceu e Vandoorne ainda pertence, por isso seria remota a possibilidade de ela chamar alguém do programa júnior de outra equipe (no caso a Lotus), mas olha, meu amigo, se o Verstappinho veio para a F 1 o Ocon também tem que vir, e o quanto antes, pois seria muito lamentável que ele fosse jogado fora miseravelmente como o Robin Frijns foi. Creio que Ocon numa McLaren-Honda iria surpreender muita gente e – no meu ponto de vista – ele, como estreante, correria sem pressão e sem cobranças, posto que o grande astro será o Alonso, com o qual poderia aprender muito. Como é muito jovem, Ocon ganharia experiência para ser um ótimo e natural substituto para o espanhol no futuro. O grande problema hoje em dia na F 1, como todos sabemos, é que apena$ mérito não é tudo.

        Estou sem tempo agora para pesquisar links de corridas de Ocon na F 3 Europeia, mas se eu bemme lembro, o excelente Blog do Rodrigo Mattar tem alguns vídeos da Temporada 2014 do Europeu de F 3, com Ocon, Verstappen, Blomqvist & Cia.

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      2. Aucam,

        Concordo contigo. Seria ótimo ver o Ocon como parceiro do Alonso. É deveras impossível que isso aconteça, mas como exercício de futurologia, me deixa muito empolgado.
        Talento nato tem o rapaz.
        Talvez fosse engolido pelo talento do Alonso, talvez não.
        Mas em qualquer um dos cenários, aprenderia muito com um grande gênio e, talvez em 2016, daria muita pressão no Dom Fernando.

        Abraços.

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  2. Ju,
    Tenho convicção de que será Magnussen o escolhido. Mas, pelo menos, parece existir uma grande divergência (e resistência) interna em relação a esta escolha. Muitos – a maioria – dentro da McLaren devem preferir Jenson (uma escolha bem mais sensata e racional). A maioria, mas não Ron Dennis. E, certamente, não o departamento financeiro.
    Abs!

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  3. Eu só sei que o acionista majoritário da Mclaren, Mansur Ojeh, é a favor do Button.
    Já o Magnussen é o preferido do Ron Dennis e se a opinião do Alonso contar na escolha, pode ser que ele tambem prefira o Button pra ser contra a escolha do Dennis.

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  4. Acho que a McLaren quer o Kevin e o Fernando deve estar impondo ficar com o Button, já que ele tem um certo trauma de estreantes. Apesar de Kevin não ser estreante, o cara é novão e ninguém me tira da cabeça que, se ele não andar junto com Fernando, vai andar mais.

    Aí, na McLaren não tem essa de primeiro e segundo, o espanhol vai chiar e querer a equipe só pra ele. Minha maior expectativa para 2015 é essa: Kevin andando mais que Fernando.

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    1. Power, talvez essa tendência do Fernando Alonso sobre o Button na equipe, é devido a essa temporada de 2014 da f1. Alonso já viu que o Kevin joga duro não tira o pé. quem não lembra da punição do Magnussen em disputa com Alonso na pista.

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    2. Interessante.
      Os cabeças de bagre julgam o Alonso somente pela temporada de 2007 quando teve um estreante talentoso ao lado.
      Como se de lá para cá ele não tivesse melhorado as suas habilidades como piloto.

      “Minha maior expectativa para 2015 é essa: Kevin andando mais que Fernando.”
      Amigo. Entre na fila e pegue um colchão para não ficar frustrado. Kevin vai tomar um couro tão grande, que daqui 2 anos a carreira dele estará acabada. Vai se perguntar como uma carroça da Honda chegará ao pódio, enquanto ele estará em 12º.

      Gostem ou não do espanhol, ele é foda.

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      1. Marco,

        Eu não tenho nada contra o Fernando e, concordo com você, o cara é foda, só não é melhor que o Lewis, sinto muito.

        Eu escrevo esse humilde comentário só porque ano passado, sabe aquele seu penúltimo parágrafo, quando você salienta a suposta superioridade do espanhol? Eu escrevi tudo isso, e realmente pensava do mesmo jeito que você da surra que Vettel iria dar no Ricciardo e, hoje, todo mundo diz: “Quem diria?”.

        Ano que vem, se alguém comentar: “Caraca! Quem diria que o Kevin andaria mais que Fernando?” Aí todo mundo terá que escrever: “O Power diria!”.

        Essa é minha real intenção. É impossível acompanhar F-1 e desmerecer o talento nato do cara. Ele acelera pra caramba e vive falando umas “verdades inconvenientes” em entrevistas.

        Torço pro Lewis, mas, em seguida, na minha lista, é o Fernando. Que venha 2015 pra gente confirmar ou não tudo isso.

        A minha dica pro Ron e pessoal da McLaren. Pra ser vencedora e ter menos dor de cabeça. Uma montadora fortíssima dando apoio (Honda), um piloto andador (Fernando) e um segundão japonês, em começo de carreira. Única maneira que vejo de encostar roda na lateral da Mercedes (do Nico, lógico).

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      2. Ah, Power, para APIMENTAR DE VERDADE as coisas – a F 1 INTEIRA – , eu poria Marc Márquez ao lado de Alonso! A Espanha (refiro-me a patrocinadores fortíssimos) e a Honda ainda não se deram conta que ESSE – MARC MÁRQUEZ – é O CARA pra suceder Alonso! E ainda por cima com a grandeza INIGUALÁVEL – como esportista – de um Valentino Rossi!

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      3. Aucam,

        No dia que o Marc pegasse o jeito, seria mais um pra trupe formada por Alonso, Hamilton e Vettel.
        Estou começando a entrar na sua onda e torcendo para o Márquez vir para a F1 destruir muitos egos por aí.
        😀

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      4. Aucam ser bom em outra categoria não é garantia de sucesso na F1, valentino rossi fez testes na Ferrari e nem se quer conseguil aquecer os pneus, tom kristensen é o maior piloto de todos os tempos fora da f1 e correu na f1 nesmo sem um gênio nada garantiria que ele teria sucesso na f1, vide ghorjean um fenômeno na gp2 e um desastre na f1.

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      5. Cometi um erro quis dizer que mesmo Tom Kristensen sendo um fenômeno ele nunca participou de uma corrida de F1 e nada garantiria que ele teria sucesso na categoria se tivesse entrado.

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      6. Cometi um erro quis dizer que mesmo Tom Kristensen sendo um fenômeno ele nunca participou de uma corrida de F1 e nada garantiria que ele teria sucesso na categoria se tivesse entrado.
        Caramba admiro demais o cara mesmo com 47 anos continua em altissímo nivel na categoria que corre.

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      7. Meu caro Marcelo, concordo EM PARTE com a sua opinião, principalmente sobre o aspecto de que ser bom em uma categoria não é garantia de sucesso em outra, radicalmente diferente ou não – neste último caso, referindo-me ao mesmo tipo de carro, porém de categoria superior, e como maior exemplo disso – nos dias de hoje – vou fazer uma citação extrema e polêmica, sujeitando-me a ser apedrejado: Nico Hulkenberg, que ganhou TUDO nas categorias de acesso, mas que não conseguiu chegar a uma equipe de ponta para a prova dos nove, ou melhor, para a prova real de seu por todos decantado talento. Não cabe aqui analisar os motivos (pois não é sobre ele que estamos falando) que são muitos, a começar pelo fato de que no automobilismo o competidor depende DEMAIS dos meios que tem em mãos. Vejo Hulkenberg com uma versão moderna e atualizada do Nick Heidfeld, que TAMBÉM foi campeão da F.3000 (acesso imediatamente anterior à F 1 na época, da mesma maneira que Hulk foi campeão da GP 2) e não conseguiu grandes feitos na F 1 – embora com a necessária ressalva de Hulk ainda não terminou de escrever a história na F 1 – por isso, de antemão, aviso que não pretendo nem vou alimentar polêmicas).

        No entanto, vou me permitir adiante algumas considerações sobre a questão que você levanta. Tom Kristensen (como a maioria esmagadora dos grandes pilotos) começou no kart e fez toda a sua preparação posterior em MONOPOSTOS, parte dela no Japão e na Alemanha, onde foi campeão de Fórmula 3 nos campeonatos de ambos os países. Em 1997 Kristensen foi contemporâneo dos brasileiros Max Wilson e Ricardo Zonta na Fórmula 3.000 Internacional, SENDO BATIDO na busca do título POR ZONTA, que sagrou-se o campeão daquele ano. Kristensen, por um motivo ou outro, não conseguiu ir para a Fórmula 1, o que seria a evolução NATURAL de sua carreira. Dedicou-se então aos carros fechados e ali obteve todo o enorme sucesso que hoje todos conhecemos, e Zonta, que adentrou a F 1, não conseguiu se firmar lá. Portanto, você tem razão em parte, é claro, mas quero dizer-lhe que – EMBORA nada, mas NADA MESMO, SEJA GARANTIDO NESTE MUNDO, OBVIAMENTE, Marcelo – SÃO ENORMES as chances de sucesso em qualquer categoria para um piloto com boa formação ou título (s) em MONOPOSTOS, categoria que, como vimos, FOI A ORIGEM do dinamarquês. Volto a enfatizar, são ENORMES as chances de quem apresenta e faz uma sólida formação em monopostos se dar bem em qualquer categoria, e a evolução NATURAL CULMINA NA F 1, se todas as dificuldades (inclusive as extrapista, cada vez mais importantes) forem bem contornadas. Então, eu não estou AFIRMANDO ou GARANTINDO que Esteban OCON tenha um futuro brilhante na F 1, apenas que gostaria de vê-lo sendo aproveitado o quanto antes na categoria máxima, pois se Verstappen o foi, não vejo motivos para que Ocon também não vá – e logo, pois foi o mais duro oponente do bebê holandês.

        A propósito, você acompanha TAMBÉM as categorias de acesso? Se não, recomendo-lhe que o faça (e, se acompanha, deve ter visto o quão bom – agressivo, arrojado e rápido – o francês OCON é). E o campeonato de MOTO GP, você acompanha? Se não, também recomendo-lhe que passe a acompanhar e, se já acompanha, certamente deve ter notado que ali, no momento, existe alguém MUITO DIFERENCIADO, que vai marcar uma época e fazer história com letras maiúsculas e números superlativos: MARC MÁRQUEZ. Desculpe-me, não sou o dono da verdade, mas é impossível contestar isso, para quem tem um mínimo de interesse pelo motociclismo. Em toda a história das duas categorias – F 1 e Motociclismo – só houve até AGORA um competidor que se sagrou campeão em ambas: John Surtees, que você, como conhecedor do automobilismo, certamente sabe. Vejo em Marc Marquez alguém – o único, já que Rossi perdeu o timing – que pode repetir essa façanha. Se você vê a Moto GP deve ter notado DE IMEDIATO que Márquez tem INCOMUM percepção de distância, FANTÁSTICA noção de espaço, e reflexos EXCEPCIONAIS, MUITÍSSIMO acima da média, fatores esses que, aliados à INTIMIDADE que ele tem com as altíssimas velocidades e à sua juventude, credenciam-no a ter sucesso TAMBÉM nas 4 rodas, a exemplo de Surtees (heptacampeão em duas rodas). Nem precisa me lembrar que Mike The Bike e Agostini, principalmente aquele, fizeram incursões nas 4 rodas mas não foram tão bem sucedidos, mas Hailwood sagrou-se Campeão Europeu de F 2 (eu tive o privilégio de vê-lo pessoalmente correr nas duas categorias, na F 1 e na F 2).

        Quanto a Valentino Rossi, eu não diria que ele NEM conseguiu aquecer os pneus, AO CONTRÁRIO, o Doutor fez tempos expressivos nos testes da Ferrari para quem não tinha intimidade com o carro e já não era tão criança – aliás este é um ponto: o TIMING, importantíssimo nesta era de tanta e cada vez mais precocidade na F 1. Não vou citar números pois não sou muito afeito a eles e a estatísticas, não tenho paciência para ficar compilando-os e comparando-os. Prefiro apenas saber a essência do que ocorreu. Além do mais, a paixão de Valentino é mesmo e sempre foi o motociclismo, coisa que parece também se desenhar em Marc Márquez, apesar de em uma entrevista ele ter se declarado simpático à idéia de um dia correr na F 1.

        Por último, já que você aprecia o WEC também, gostaria de sugerir-lhe (se ainda não o fez) que lesse sobre as façanhas e performances de duas lendas da categoria (quando, a meu ver, ela tinha até mais charme do que hoje, pois era comum pilotos EM ATIVIDADE da F 1 correrem TAMBÉM nos grandes protótipos de fábrica da época, sem querer ser saudosista): PEDRO RODRIGUEZ e JO SIFFERT com os monstruosos e inesquecíveis Porsche 917. Ickx também marcou época na categoria, além da F 1, em que todos eles correram. Tempos de muitos trovões.

        Forte abraço.

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      8. PS: Marcelo, quanto a Grosjean, ele já causou grandes desastres na F 1 (e na GP 2 também), mas não o julgo propriamente UM desastre, hahahaha!!!! Sua temporada neste ano – que poderia ter servido para uma boa avaliação do quanto evoluiu – foi muito prejudicada pelo calvário da Lotus.

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      9. Marco, concordo com vc, desde que foi pra essa carroça da ferrari Alonso melhorou e muito como piloto, e olha que ele já era bom.
        Magnussen tem seu talento, mas não tanto quanto Kvyat, Bottas e Ricciardo, e duvido muito que ele venha a andar mais que Alonso. Esses dias vi uma matéria que falava que Button foi o ÚNICO que bateu Lewis em pontos numa temporada, o que mostra a qualidade do inglês, de forma que seria ótimo ver o duelo AlonsoXButton.

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      10. Button e Hamilton foram companheiros de equipe em 58 GPs de 2010 a 2012

        Button fez 672 pontos contra 657 de Hamilton

        Foram 10 vitórias do Hamilton contra 8 do Button

        O Button de bobo não tem nada.

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  5. Se por apoio económico se tratar, o Magnum receveu uma facada esta semana. A Lego divulgou que não apoiará o danes na McLatas. Eu não gostaria que dispensasem o Magno com apenas um ano na categoria. Actredito que pode ser um bom testing para Alonso sem que se torne num forte contendente ao espanhol, coisa que se pode acontecer com o boagente de Buttom, que já cozinhou a fogo lento o proprio Hamilton. Eu já disse que até aeja o proprio Alonso quem esteja por trás de um veto do Jenson. Além disso me apeguei à filosofia de Marko: “A Fila tem que andar”. E ai temos o exemplo de Vergne chutado da Toro. Ele é bom, barato, e pode até aceitar ser escudeiro de Alonso com tal de ficar na categoria, e se não quizerem o Danes. Assim dariam mais um aninho para que Stoffel Vandoorme, quem já foi campeão da Eurocopa 1.6, já foi campeão com sobras na WS 3.5, e este ano atropelou forte na GP2 no final para ficar de segundo. Acho o Belga oum puiloto prontonho para assumir uma McLatas, e já tem cumplicidade com a equipe, mas volto a por o rilipojas como impedimento por não querer outro queridinho do Dennis dividindo o box.
    No caso do Ocom meu querido Aucam, vamos nos acalmar, ele chega, e não sabemos quanto pode ele estar comprometido com o pessoal da Lotus.

    Você sabe Aucam, que nos temos outra campanha que involucra a Honda e a vaga que deverá deixar o rilipojas. Sim Senhor!!! “Duas Rodas são muito pouco para Marc”. Ainda sonho en ver esse galactico dando o pulo. Lembre que vc mesmo conseguiu aquelas declarações dele. Essa campanha segue com força em 2015 e 2016. Quem quita o cara nos escute. Vou começar a escrever para ele no twitter.

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    1. Pois é, amigo Bruz! Você – que maneja melhor nesse mundo digital que este velho aficionado ANALÓGICO que aqui escreve – faça isso! Precisamos turbinar a nossa campanha “Duas Rodas são muito pouco para Marc”. Também continuo alimentando essa esperança de ver Márquez repetindo a façanha de John Surtees, campeão em 2 e 4 rodas! Talento não falta a esse alienígena! E – como postei aqui – ele é simpático à idéia, no futuro. O maior problema, a meu ver, é que – a exemplo de Valentino – ele pode perder o timing, ainda mais agora, com tanta precocidade na F 1. Se ficar na MotoGP ele realmente dará cada vez mais popularidade e visibilidade a esse fantástico campeonato, será um digníssimo sucessor de Rossi na grandeza como esportista e nos recordes que estabelecerá. Você já pensou Márquez ao lado de Alonso?

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      1. caro Aucam admiro muitos seus comentários leio todos, você entende bem de F1, comecei a acompanhar a categoria para valer mesmo em 1999, ano que foi marcado pelo acidente de Schumacher que o tirou o titulo e levou Irvine a disputar o titulo como Mikka Rakkinen, eu lamentei muito a ultima corrida que Schumy não ajudou Irvine, se schumy ganhasse a corrida Irvine bastaria ser terceiro para ser campeão, mas Schumy deixou Rakkinen passar e vencer a corrida de propósito, foi o podio mais triste que eu já vi na F1, de la para cá eu acompanhei todas as corridas e me tornei um grande fan da categoria mas comecei a me encantar pelo wec, talves eu esteja enganado mas o wec exige mais de um piloto do que a f1 principalmente preparo físico. De vez em quanto eu assisto moto GP mas não vi nada de tão especial no marquez ele só tem sorte de ser um bom piloto e pilotar a melhor moto.

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      2. Não, meu caro Marcelo, Márquez NÃO é apenas um cara de sorte numa máquina dominante, ele realmente é alguém ESPECIAL, alguém que certamente terá a estatura de um Giácomo Agostini, de um Valentino Rossi. Assista mais a Moto GP e se informe mais com pessoas que realmente conheçam o esporte de duas rodas. Somente nesta temporada estabeleceu 34 recordes diversos! É mole? Foi o mais jovem campeão mundial da categoria máxima do Motociclismo, em seu ano de estréia, em 65 anos de história, com apenas 20 anos de idade! E repetiu a dose este ano, vencendo seguidamente as primeiras dez corridas deste campeonato, igualando um recorde de Michael Doohan, outro motociclista lendário! E olhe que ele tem como adversários um gênio (Rossi) em plena forma aos 35 anos, com toda a sua experiência (e malandragem – NO BOM SENTIDO), além de competidores do calibre de um Jorge Lorenzo, do ótimo e injustiçado Pedrosa, além de outros jovens lobos que são coadjuvantes de luxo! Aliás, quando se fala de Márquez, só se fala de lendas indiscutíveis para efeito de qualquer comparação! Tipo Agostini, Hailwood, Surtees, Doohan, Rossi! Ninguém menos que eles! Por favor, converse com alguém que você respeite e confie para lhe falar dele, pois você está assistindo o nascimento de uma lenda! Se você está apreendendo ainda a gostar do Motociclismo, curta muito esse momento! Há pouco tempo, o SPORTV exibiu um magnífico documentário sobre a sua saga, mostrando o quanto Marc Márquez ama e se dedica a esse esporte desde a mais tenra idade, a admiração e a estupefação que ele provoca em todos que de alguma maneira o cercam nos meios motociclísticos ou têm algo a lidar com ele. Esse atestado de qualidade não sou eu – um simples mas fervoroso aficionado por esportes a motor – que lhe dou, mas sim Valentino Rossi, outra lenda viva e de quem Márquez está herdando TUDO para ser um digníssimo sucessor, inclusive duas coisas incomuns, que não tem preço para os aficionados por qualquer esporte, e que revelam NOBREZA de caráter, própria dos RAROS: HUMILDADE e GRANDEZA! Ambos – Valentino e Márquez – são humildes nas vitórias e grandes nas derrotas, no respeito e reconhecimento que demonstram aos seus adversários. Ambos têm uma SIMPLICIDADE DESCONCERTANTE EM RECONHECER SEUS PRÓPRIOS ERROS, ou quando não se saem bem! E sem falar do virtuosismo técnico de ambos, exercido com arte mas também com sentimentos, com paixão, com o coração! O que mais podemos esperar de esportistas geniais senão esses traços tão raros e marcantes? Olha, Marcelo, essa turma da F 1 tem muito o que aprender com esses dois!

        Quanto à turma do WEC, sabe o que eu aprecio? As dificuldades incríveis com que os pilotos têm que lidar ao longo de provas que estendem por muitas horas: a escuridão da noite em altíssima velocidade; a diferença de velocidade entre os carros – que é sempre um perigo muito grande – vide a tragédia de Pierre Levegh em Le Mans em 1955, símbolo maior dessa dificuldade -; a chuva, em especial durante a noite (se de dia já é um problema, imagine à noite – eu assisti pessoalmente, todo encharcado, as Mil Milhas Brasileiras de 1970 em Interlagos, com largada à meia noite sob forte chuva, e, se do ponto de vista de quem assiste já é difícil, imagine para quem está atrás do volante); a neblina noturna que leva os competidores em voo cego e na qual Bird Clemente na década de 60 navegava com verdadeira e ímpar magia (isso falando no automobilismo brasileiro, mas essa condição – neblina – também é posta em provas corridas nos mais diversos países pelo mundo; o planejamento e as táticas de corrida, que nem sempre se limitam à culinária de galos em banho-maria, vide a edição de 1969 das 24 de Le Mans, quando Ickx com seu GT-40 venceu sobre Hans Hermann por míseros 6 segundos de diferença após 24 horas de corrida e intensa perseguição e desconto por parte de Hermann em seu Porsche 908, após um problema mecânico que fez Hermann perder muito tempo nos boxes; os duelos roda a roda – que sim, eventualmente existem, e célebre ficaram aqueles protagonizados por Pedro Rodriguez e Jo Siffert, inclusive lado a lado na Eau Rouge, ambos com Porsche 917 – enfim, são muitas lembranças que permanecem eternas para todos aqueles que acompanham o automobilismo através dos tempos. E eventualmente, quem gosta da modalidade e de automobilismo ainda teve que lidar com perdas e tragédias dolorosas, como aquela que vitimou o Rei Alemão Stefan Bellof, em um acidente com Ickx na Eau Rouge.

        Antigamente, no WEC, os tempos eram de trovão. Hoje, são de sibilos futuristas e surreais. Estou postando abaixo o vídeo da Ferrari 330 P-4, um dos carros mais icônicos de uma Era mais romântica das provas de longa duração, para mim a mais bela Ferrari de todos os tempos e que forma juntamente com o Porsche 917 e o Ford GT-40 meu trio de carros inesquecíveis:

        https://www.youtube.com/watch?v=awArTC8iQ3Q ponha o volume no máximo, para curtir o rugido dessa extraordinária máquina de linhas limpas e belíssimas!

        E acredite, Marcelo, havia também pilotos memoráveis naquela época, grandes e heroicos nomes que se dividiam entre a F 1 e as provas longas, as coisas não eram estupidamente engessadas como são hoje, havia mais glamour e esplendor no automobilismo.

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      3. Correção:
        Ao invés de
        Se você está apreendendo ainda a gostar do Motociclismo, curta muito esse momento!
        Leia
        Se você está APRENDENDO ainda a gostar do Motociclismo, curta muito esse momento!
        Não adianta, sou um caso perdido, rsrsrsrs. . .

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  6. Compartilho a opinião do aucam, Alonso e Button como titulares e Kevin para o FP1, já preparando terreno para o garoto assumir em 2016 ou quem sabe ter um oportunidade em outra equipe. A verdade é que o Kevin não impressionou nessa sua temporada de estréia e levou uma lavada do Button similar a do Kimi para o Alonso, mas também mostrou velocidade nos treinos e arrojo nas corridas. Faltou aquela experiencia para lembrar em alguns casos que a corrida não se decide na primeira curva.

    Segue a novela da dupla Mclariana…

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  7. Sinto muito por você Julianne, aguentar esses chatos em seu blog deve ser um porre,
    ou talvez muito engraçado. Os caras sabem tudo, até o que passa na cabeça dos dirigentes, a intimidade com alguns pilotos acho que nem as namoradas tem, McLatas (?) deve ser a idade, afinal é disso que a F1 está buscando, ou será que o “manda Chuva” tem razão? Para que essa meninada, vão comprar o que?

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    1. Querido Bob Esponja
      No meu caso vc acertou em cheio, a minha senilidade me faz ver as coisas totalmente distorcidas, por isso eu vejo vc com corpo mole e cheio de buracús. Não se aflija pela Julianne, ela nem esta ai pelos malucos que escrevem, ainda que sim é de interesse dela ter comentarios. E procura outro jardim que neste estamos nos divirtindo.

      Beijocas Boby

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  8. Ju, quando vc fala da compra de ações por parte de Dennis, não ficou claro para mim. Qual o intuito? Maior poder de barganha? Maior poder decisório? Quem afinal manda na equipe inglesa? Surgiram dúvidas, rsrsrs;-)

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  9. Caro Power Hamiltom é o melhor piloto da atualidade, faria pole até com uma Force India, o cara é foda pegou uma mercedes problemática e num trabalho incrível em conjunto com Aldo costa dispensado da Ferrari por intermédio de Alonso transformou a mercedes num carro vencedor, se Hamilton fosse companheiro de Ricciardo nunca teria tomado essa surra que o alemãozinho levou, o cara é foda mesmo bateu Alonso mesmo sebdo um estraiante.

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    1. Djow,

      Concordo. Lewis é o mais rápido e mereceu ser campeão. Também acho que Lewis não tomaria coro de Ricciardo, aliás, eu acho que Lewis não toma coro de ninguém.

      Tudo bem, as Merças são dominantes, mas Lewis venceu com todos os carros que teve, inclusive os problemáticos. No caso das RedBull problemáticas e difíceis de acertar, aí que ele faria mais diferença. Nessas situações que sobressai o braço do caboco.

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      1. Realmente perdeu. Em pontos…

        Mas nunca em espetáculos. Em belas imagens. Pneu fritando, uma vez que está indo além do limite que o carro permite. Encostando rodas em adversários. Enfim, tentando de tudo pra bater as Red Bulls voadoras.

        Button é mais contido e fica esperando o que vai acontecer, diferente de Lewis que chega chegando e vai com tudo pra cima de todo mundo, não quer nem saber. Esse comportamento fica ainda mais acentuado quando está pilotando um carro mediano que com chances mínimas de vitórias como o de 2011.

        Ele é tão inferior ao Button (como alguns acham) que foram atrás dele com dois caminhões de dinheiro pra ele se mudar pra Mercedes que acreditava ter um carro vencedor com motores turbo/híbrido e não poderia perder a chance de ser campeã. Mesmo já tendo um piloto forte (Nico), foi atrás de um mais forte ainda, com o verdadeiro espírito do piloto vencedor.

        O Button é bom sim, mas não consigo ver nenhuma equipe de ponta correndo atrás dele para oferecer emprego.

        Se a Mercedes tivesse escolhido o massa no lugar do Lewis, Nico teria sido campeão com umas 5 provas de antecedência e massa ficaria atrás de Ricciardo na pontuação final.

        A Williams pode ser campeã em 2015? Um sonho quase que impossível mas, no caso de tornar realidade, seria campeã com Bottas. Com certeza.

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      2. Bela descrição, ótimos e incontestáveis argumentos, Power! Hamilton é um artista que sempre – em qualquer circunstância – exprime o melhor de sua arte. Lewis é o mais espetacular piloto que a F 1 viu surgir após a Era Senna, e também um dos mais empolgantes de toda a história da categoria, aquele que luta sempre pela vitória em cada centímetro das pistas, e é dele que se espera sempre os lances mais sensacionais, como foi o show incontestável que deu no Bahrein, ou a transmutação em velcro do asfalto escorregadio de Suzuka na ultrapassagem que ali fez em Rosberg por fora! É o único piloto do atual grid que NUNCA deixou de vencer um GP desde que estreou na F 1 em 2007, mesmo nos maus anos que teve em 2011 e 2009, neste em função da draga que a McLaren que lhe deu, e ainda assim ganhou duas corridas com ela! Seu drible em Raikkonen numa Spa encharcada em 2008 foi antológico, e o finlandês está até hoje procurando por ele. . . E ainda retiraram-lhe a vitória no tapetão! Alguns “analistas” da imprensa certamente queriam que ele só fizesse outra tentativa na volta seguinte, hahahaha!!!! GP sem Hamilton é GP insosso, sem tempero e sem molho.

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