mclaren - Julianne Cerasoli - Page 5 Skip to content

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Hungria – corrida: campeonato embolou de vez

Parece que a F1 é viciada em polêmicas. E, assim, de jogo de equipe ferrarista para jogo de equipe da Red Bull, o campeonato é o mais apertado e imprevisível da história. Mesmo com um carro imbatível, corridas não são concursos de velocidade, e a Red Bull ficou, de novo, sem uma dobradinha lógica.
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Alemanha – treinos livres: Ferrari chega junto

O panorama não mudou muito em relação a Silverstone. A Ferrari parece mais próxima, mas os long runs do Red Bull foram os mais fortes. A Mercedes aparece bem e a McLaren continua com problemas. Especialmente Hamilton, que só deu 10 voltas na 2ª sessão por conta da batida. A Williams continua sua evolução, andando perto da Renault.
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Promessa de uma corrida daquelas

Para complicar, está prevista chuva para sexta e sábado, o que deixaria a pista sem aderência para os pneus super macios no domingo. Para a corrida, inclusive, a previsão é de 22ºC, ou seja, pouco para o pneu duro.
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Inglaterra – corrida: simplesmente desproporcional

A transmissão da BBC começa de maneira bem familiar aos brasileiros: “em lugar nenhum do mundo se tem uma torcida como essa”, vibram os ingleses com a manutenção da prova em Silverstone. Em meio à decepção com a performance da McLaren, se voltam para a confusão das asas da Red Bull.
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Inglaterra – classificação: Ingleses resignados com a McLaren

Ondulações à parte, todos estavam felizes em continuar em Silverstone depois de mais de um ano de incerteza. Com arquibancada lotada e uma parte nova, a “verdinha” para Luis Roberto, na Globo, os ingleses só não esperavam ver a McLaren tão atrás. “A F1 volta à casa do automobilismo britânico. A plateia espera uma ótima performance da McLaren, mas as atualizações que eles trouxeram não funcionaram e eles tiveram que voltar à configuração antiga”, o narrador Jonathan Legard começa a transmissão. “O carro deles é muito baixo e isso não deu certo junto do escapamento que joga os gases no difusor”, explica o comentarista Martin Brundle.
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Nada mal para um 2º piloto

E parece que, pra fazer Webber andar, é só desafiá-lo. E pra fazer Vettel errar, é só colocar Webber na frente dele. A Red Bull alimentou um problema interno sem qualquer necessidade ao tirar a asa dianteira nova do carro do australiano e dar para o queridinho alemão, que fez de tudo pra se manter na frente do companheiro na largada e acabou com um pneu furado.
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Inglaterra – Classificação: Eles continuam voando

O chefe da Red Bull, Christian Horner, já havia avisado: colocar os escapes soprando dentro do difusor não é o segredo da Red Bull. Se alguém duvidava, Vettel colocou 8 décimos no concorrente mais próximo, Alonso.
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Inglaterra – treinos livres: Red Bull sobrando

A decepção ficou por conta da McLaren, que estreava seu pacote que copia o escape da Red Bull. Parece que ainda não funciona muito bem. Hamilton ficou mais tempo fora do que dentro da pista com os pneus moles, tinha o carro muito nervoso e não conseguiu uma boa volta rápida.
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Campeonato após Valência: pontuação antiga e nova

E a McLaren liderando ambos os campeonatos mesmo sem o grande pacote de desenvolvimento, que deve chegar em Silverstone. Eles estão dando uma aula de evolução na Red Bull.
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Hamilton e Button dão duro

É isso o que acontece quando os fominhas têm que botar a mão na massa.
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Craques e fominhas

O automobilismo não é como o futebol. Em campo, mesmo o maior dos craques precisa de mais 10 para ganhar. O piloto precisa do carro, claro, mas na pista é cada um por si. Mesmo que defenda um time e tenha um companheiro. Enquanto ninguém quer um fominha em campo, ser campeão do mundo e ser egoísta são quase sinônimos.
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Button x Hamilton: estratégia de risco garante dobradinha

Mas a dobradinha só foi possível graças a uma aposta arriscada. A forte degradação dos pneus duros na Red Bull entregou a corrida para a McLaren, cuja estratégia de largar com os moles dependia de um Safety Car – que surpreeendemente, não veio. O time também teve sorte quando, na 2ª parada, Alonso tomaria a liderança caso não fosse atrapalhado por Trulli.
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Pintou o campeão?

Hamilton encontrou o equilíbrio entre andar rápido e poupar os pneus mesmo correndo grande parte da prova turca num sanduíche entre as Red Bull e vendo Alonso, outro que sabe administrar uma prova como poucos, na sua cola no Canadá. Deu-se melhor em ambas as oportunidades.
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Turquia – corrida: “de quanto precisam essas Red Bull para se enroscarem?”

“São 2 pilotos brigando sem pensar que correm pela mesma equipe. Vai ser um debriefing tenso, porque ambos foram instruídos a economizar combustível e a 1ª coisa que Hamilton vê é seu companheiro o passando” e pela cara de Lewis no pódio, Brundle estava certo.
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Turquia – classificação: Espanhóis viram a casaca

Para Martin Brundle, comentarista da BBC, inglesa, classificação será prateada e Alonso, azarão. “Não figurou no topo da lista de tempos em nenhum momento. Mas pela 1ª vez a Red Bull se sente ameaçada aos sábados, pela McLaren.” Era o indício de que, em alguns minutos, os italianos prefeririam arrancar o adesivo comemorativo dos 800 GPs de seus carros.
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Turquia: dia de brigas acirradas

A tensão de Hamilton no pódio, mesmo vencendo a 1ª do ano, mostrava que nem tudo havia sido flores na 2ª dobradinha da McLaren no ano.
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Mônaco: 10 voltas mais rápidas

A McLaren, grande vencedora de Mônaco (tem 15 vitórias contra 8 da Ferrari), foi mais de 1s mais lenta na corrida. Seu melhor giro foi 76.219, a 1.027s de Vettel.
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Eles têm asas

Sempre ligaram o sucesso da Red Bull às curvas de alta. Na Espanha, quando colocaram mais de um segundo em todo mundo na classificação, isso se confirmou. Diziam, então, que em Mônaco seria diferente. Uma dobradinha depois, o que dizer agora?
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Pneus x aerodinâmica

São os pneus os componentes mais sensíveis e os melhores indicadores de performance, já que são os únicos em contato com o solo. E as avaliações da Bridgestone após a corrida da China dão conta que as Ferraris e a McLaren de Button são os que tiveram menor degradação.
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McLaren fazendo escola

Há um canal dentro do chassi que conduz o fluxo para a asa traseira quando o piloto tapa a entrada de ar com o joelho. Isso faz com que a asa ofereça menos resistência e gera um ganho de até 10km/h na velocidade final.
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É só usar a cabeça

Não é para tanto: é tarefa difícil encontrar quem acelere, brigue mais na pista que o campeão de 2008. Mas o campeonato desde ano não premia esse tipo de comportamento.
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