Turistando na F-1: guia de sobrevivência do GP do Bahrein

Uma das vantagens é ter uma fanzone bem menos concorrida que o normal

À primeira vista, o GP do Bahrein não é dos mais atrativos. Entretanto, o esforço para fazer do evento um atrativo para o turismo do país faz com que o torcedor da F1 se sinta muito bem tratado no país. Quem sabe não vale a pena?

Para saber mais sobre um país que teve, inclusive, dominação portuguesa por um bom tempo, leia o Turistando de 2017. E de quebra o da próxima etapa também, em uma Xangai que já foi meio francesa.

Compre ingresso para: Oasis grandstand

É a arquibancada da reta oposta, interessante porque lá costuma acontecer mais ultrapassagem, apesar do preço relativamente salgado de pouco mais de 1000 reais. A vantagem de ir no GP do Bahrein, na verdade, é que a prova não atrai um grande público – ano passado foi batido o recorde, mas o total de torcedores no domingo foi de 33.000. Por conta disso, o acesso à sessão de autógrafos dos pilotos é um dos mais fáceis da temporada. É, também, um evento família. Crianças de até 3 anos não pagam e as demais pagam meia entrada. Os shows costumam ser bons e a área destinada aos fãs é bem agradável e cheia de atividades.

Hospede-se em: Manama

O circuito fica afastado da cidade, mas muitos hoteis oferecem serviço de transporte gratuito para a pista. Além disso, há muito mais opções de restaurantes na cidade e muitos shopping centers. Ao norte, na região de Al Hoora, ficam as redes mais caras, mas há opções mais em conta em Juffair, ao leste da capital.

Vá de: minivans

Alugar um carro no Bahrein é barato, até porque o preço do combustível é uma pechincha (algo em torno de R$ 1,30 o litro. Mas o aluguel não é necessário pois alguns hoteis têm até o traslado para o aeroporto incluso.

Não perca: a pista de kart

Ela está dentro do complexo do circuito – na verdade, são duas, sendo que uma é profissional. Não é barato (sai mais de 80 reais por 15 minutos, mas o custo é menor para o GP, feito em grupos de pelo menos 10 pessoas: sai 450 reais no total), mas você pode falar que correu em um autódromo de F-1. Ou mais ou menos isso. Fora a pista, o mercado Bab Al Bahrain é um ótimo lugar para encontrar artesanato local e um passeio ao deserto, com direito a visita à Árvore da Vida, uma das mais antigas a sobreviver no deserto, também vale a pena.

Combine com: Qatar

A melhor rota do Brasil para o Bahrein é passando pelo Qatar, e a companhia aérea local conta com stopover grátis – ou seja, você inclui a capital Doha no roteiro sem pagar a mais por isso. E lá, em uma Dubai menos famosa, você vai ver em primeira mão tudo o que o dinheiro do petróleo pode comprar.

Quanto fica?

A passagem costuma ser salgada, lá pelos 4500 reais. Dá para se hospedar nos hoteis com serviço de shuttle para a pista por 1000 e o ingresso custa mais 1000. O dinar barenita é forte – 8 para 1 com o real – então uma refeição para dois não costuma sair por menos de 100 reais.

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