massa - Julianne Cerasoli - Page 4 Skip to content

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Europa – corrida: “Bom humor é fundamental”, diz Galvão. Ouviu, Alonso?

Circuito desinteressante, com histórico de corridas pra lá de mornas, os carros mais rápidos largando na frente. Não é à tôa que os ingleses da BBC se esforçavam para motivar a audiência a não trocá-los pela seleção do país, que entraria em campo contra a Alemanha 2h após a largada. “A Ferrari é melhor na corrida que na classificação e Button está fora de posição (em 7º)”, brada o comentarista Martin Brundle. A essa altura, Galvão Bueno, de volta ao comando das narrações na Globo, já tinha se rendido. “Aí está Plácido Domingo e seu terno panamá”, comenta.
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Levantando voo

A decolagem de Webber no GP da Europa semana passada é um alerta para a F-1. É sempre perigoso quando uma roda passa por cima da outra. E isso geralmente acontece quando há diferença de velocidades entre os carros.
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Europa – classificação: Nem com a “aderência da torcida”

À medida que a classificação para o GP da Europa se aproxima, há uma expectativa real de que a Ferrari mude a cara do campeonato. Pelo menos por parte dos ingleses. “Será que os vermelhos vão mexer com a temporada da mesma maneira que Fernando Alonso fez com a popularidade da F1 na Espanha?”, pergunta o narrador da BBC, Jonathan Legard.
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Safety Car decide para Hamilton e Ferrari

A Ferrari chiou muito após a prova de Valência. Tudo porque, quando o Safety Car entrou na pista, Hamilton pareceu desacelerar para que Alonso e Massa, que vinham logo atrás, ficassem presos enquanto ele acelerava na frente.
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Começa a reação

A Ferrari sabe que está no lucro. Com um carro que oscila entre a terceira e a quinta força do campeonato, dependo do tipo de circuito e pneu, Alonso está a um terceiro lugar do líder Hamilton. Mais real é a posição entre os construtores, a 54 pontos da McLaren. O erro foi depositar tempo e recursos na cópia do duto de ar dos rivais ingleses, que se mostrou pouco eficiente. Pior, desviou o foco das maiores necessidades do carro.
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Europa – classificação: Vexame da Mercedes

Num dia em que a Red Bull voltou à ponta, a principal notícia foi a queda da Mercedes pela 1ª vez no Q2 com ambos os carros, que provavelmente tiveram dificuldades com os pneus moles – fizeram suas voltas mais rápidas com os duros. Com isso, Schumacher foi o pior classificado entre os pilotos que usam motores Mercedes, num dia em que a Force India, acostumada a beliscar até 2 vagas no O3, também ficou pelo caminho.
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Canadá – corrida: “Agora foi pro chamado espaço”

Na volta 10, todos estranham a parada de Kubica, que deveria ir mais longe com os pneus duros. Para Reginaldo, “deve ter tido problema”. Brundle vê a possibilidade de um furo. Todos errados. Era o pneu duro que não aguentara.
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Canadá – classificação: “Parece que estão com o mesmo pneu”

Os ingleses da BBC começam a transmissão do treino classificatório com uma promessa: “Essa pista faz as coisas acontecerem”, diz o narrador Jonathan Legard. E ele nem sabia que teríamos o sábado mais intrigante da temporada.
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Alonso x Massa: nem com os pneus preferidos

É impossível negar que Massa foi dominado pelo companheiro mesmo usando seus compostos “favoritos”: médio e super macio.
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Quem acabou penalizado foi Massa

Os comissários tiveram bastante trabalho depois da corrida e tomaram decisões brandas, como é a regra desse campeonato que tem, pela 1ª vez, ex-pilotos decidindo sobre punições. Nesse GP do Canadá, que ajudou os comissários foi o bicampeão Emerson Fittipaldi. Essas foram suas determinações após a prova:
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Turquia – corrida: “de quanto precisam essas Red Bull para se enroscarem?”

“São 2 pilotos brigando sem pensar que correm pela mesma equipe. Vai ser um debriefing tenso, porque ambos foram instruídos a economizar combustível e a 1ª coisa que Hamilton vê é seu companheiro o passando” e pela cara de Lewis no pódio, Brundle estava certo.
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Turquia – classificação: Espanhóis viram a casaca

Para Martin Brundle, comentarista da BBC, inglesa, classificação será prateada e Alonso, azarão. “Não figurou no topo da lista de tempos em nenhum momento. Mas pela 1ª vez a Red Bull se sente ameaçada aos sábados, pela McLaren.” Era o indício de que, em alguns minutos, os italianos prefeririam arrancar o adesivo comemorativo dos 800 GPs de seus carros.
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Mônaco – corrida: “Madre mia. Que medo! Melhor tirarem a câmera”

Sem querer desanimar, Galvão Bueno já vai falando que “em Mônaco, pole é meio caminho andado.” Barrichello decidiu não colaborar com o marasmo e ganhou 2 posições na largada. “Tá se especializando em largada. Que show de Rubinho!”, Galvão vibra e completa que “papel de Massa é esse mesmo, acompanhar os outros.”
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Mônaco – classificação: “Eles têm que ir pra cima e parar de reclamar”

“A Ferrari vive drama”. É nesse tom que Galvão Bueno começa a transmissão. Os espanhóis também. “Não sei se eu conto ou deixo para você”, o apresentador Antonio Lobato se dirige ao comentarista Marc Gené. “Temíamos pela caixa de câmbio, mas foi muito pior. Fernando não vai disputar a classificação”, diz Lobato, com cara de enterro.
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Espanha – corrida: “E que Deus ilumine o Dunga”

As 3h de transmissão – sim! – na Inglaterra começam com a expectativa de lavada da Red Bull, mas o comentarista Eddie Jordan não perde a oportunidade de colocar um tempero na relação entre Rosberg e Schumacher. “Será que veremos a mesma história de Benetton e Ferrari, com Michael impondo-se com seu jeito de ser e seu esforço no desenvolvimento?”, pergunta Jordan.
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Espanha – classificação: “Joguem o duto F fora e copiem a Red Bull!”

Para espanhóis e ingleses, chegou a hora da verdade, em que vamos saber quem trabalhou melhor nas 3 semanas sem corridas. Na BBC, destacam a Mercedes. “Será esse o carro que vai salvar o ano de Schumacher?”, pergunta o repórter Ted Kravitz. Antonio Lobato, da La Sexta, está de olho na Red Bull. “Nos treinos eles estavam 8, 9 décimos na frente. Eles estão em outro planeta.”
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Espanha: Alonso e Barrichello arrasam companheiros

Foi o 4º GP seguido em que Massa se classificou atrás de Alonso. A diferença média entre os 2 do Bahrein para cá é de 0,47s nos sábados. Na Williams, o ritmo de Hulk, que estava similar ao companheiro, despencou depois da 1ª parada.
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A hora é agora

Felipe Massa é o rei da Turquia. Teve por três vezes – de 2006 a 2008 – um carro competitivo por lá e venceu em todas elas. É um caso de encaixe quase inexplicável entre um circuito e um piloto, como Senna em Mônaco e Raikkonen na Bélgica.
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Pneus x aerodinâmica

São os pneus os componentes mais sensíveis e os melhores indicadores de performance, já que são os únicos em contato com o solo. E as avaliações da Bridgestone após a corrida da China dão conta que as Ferraris e a McLaren de Button são os que tiveram menor degradação.
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Problemas de Massa são outros

Em 31 voltas, com os pneus em condições iguais, o espanhol abriu uma vantagem de 46 segundos, passou seis pilotos e chegou em 4º. Felipe superou apenas três e foi 9º. Durante toda a prova fez tempos, em média, 8 décimos mais lentos que o companheiro.
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Sinal amarelo na Ferrari

Chegando na quarta prova do ano, Alonso utilizará seu quarto motor e Felipe, o terceiro. A maioria da concorrência está no segundo.
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Igualdade na Ferrari

É só lembrar em que Ferrari Schumacher chegou, bicampeão, em 1997: sem títulos desde 1979 e desorganizada. O alemão trouxe profissionais da Benetton, entre eles Ross Brawn, e fez a equipe voltar aos títulos, por cinco vezes. O prestígio do heptacampeão na Scuderia é algo sem precedentes e que provavelmente não se repitirá.
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