Raio-X do GP de Mônaco e as duas jogadas certeiras da Red Bull

Como já aconteceu em Mônaco em outras oportunidades, logo que percebeu que Bottas não tinha ritmo para ameaçá-lo, coube a Verstappen controlar o ritmo de maneira que não fosse aberta uma brecha para a Mercedes arriscar alguma tática diferente

O papel da asa da Red Bull na estratégia do GP da Espanha

Sabe-se algumas coisas sobre o Circuito da Catalunha: é preciso uma diferença de pelo menos 1s2 entre dois carros para haver uma ultrapassagem – mais do que o normal – e é muito difícil seguir um rival de perto sem perder rendimento. Então, se o piloto permanece, volta após volta, a menos de 3s de você, é indicativo de que ele tem mais ritmo

Vídeo: A estratégia (errada?) da Red Bull e mais no Ju Responde

or que a Red Bull não tinha o que fazer em termos de estratégia para defender-se de um conjunto superior, comento sobre o erro da Alfa Romeo, a ligeira queda da McLaren, as dificuldades da AlphaTauri e a mensagem de Toto Wolff para Mazepin sair do caminho de Hamilton

Estratégia do GP de Portugal e por que ele foi uma prova rara na F1

Há basicamente três tipos de corrida em pista seca na F1. Aquelas provas estratégicas, em que você tem de esperar até o final para ter alguma emoção. Aquelas provas (que andam raras na F1) em que o desgaste de pneus não é uma preocupação tão grande e os pilotos podem ter lutar mais francas até que as posições se acomodem respeitando o ritmo de cada carro. E as procissões em que nada disso acontece