Lançamentos e bastidores quentes – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #343

SORTEIO DO MÊS: Um boné muito especial da Honda

Para começar com o pé direito nossos sorteios de 2026, separei um boné muito especial em comemoração dos 60 anos da primeira vitória da Honda na F1. Esse você não vai encontrar fácil para vender por aí!

Lembrando que os sorteios são feitos na última quarta-feira do mês e TODOS os assinantes estão concorrendo. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à  newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse oNo Paddock da F1 com a Ju.

Revistas

Começam os lançamentos – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #342

SORTEIO DO MÊS: Um boné muito especial da Honda

Para começar com o pé direito nossos sorteios de 2026, separei um boné muito especial em comemoração dos 60 anos da primeira vitória da Honda na F1. Esse você não vai encontrar fácil para vender por aí!

Lembrando que os sorteios são feitos na última quarta-feira do mês e TODOS os assinantes estão concorrendo. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse oNo Paddock da F1 com a Ju.

Podcast: Expectativa da Cadillac e um jeito diferente de pilotar em 2026 com Pietro Fittipaldi

2026 chegou e não falta assunto para a gente, hein! Tem vários ângulos para abordar, e eu aproveitei um papo que tive com o Pietro Fittipaldi para entender melhor umas dúvidas que tenho sobre como esse regulamento vai funcionar na prática, quando os pilotos estiverem disputando posição. Só digo uma coisa: haja energia!

O Pietro está empolgado com o trabalho dele de piloto de desenvolvimento da Cadillac, um segredo que ele teve que guardar por um tempão, já que está na estreante de 2026 na F1 desde março do ano passado. Então nossa conversa é dividida em dois “atos”: sobre como é começar do zero e o que dá para esperar desse novo regulamento.

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Perez deita e rola – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #341

SORTEIO DO MÊS: Um boné muito especial da Honda

Para começar com o pé direito nossos sorteios de 2026, separei um boné muito especial em comemoração dos 60 anos da primeira vitória da Honda na F1. Esse você não vai encontrar fácil para vender por aí!

Lembrando que os sorteios são feitos na última quarta-feira do mês e TODOS os assinantes estão concorrendo. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse oNo Paddock da F1 com a Ju.

Calendário F1 2026 e horários TV Globo

A temporada 2026 da Fórmula 1 tem 24 GPs previstos. O campeonato começa com o GP da Austrália em 8 de março e termina no GP de Abu Dhabi, dia 6 de dezembro. O GP de São Paulo será disputado dia 8 de novembro, em Interlagos. 

Em relação ao ano passado, sai o GP da Emilia Romagna e entra uma pista de rua em Madri.

A temporada 2025 da F1 terá 6 finais de semana de sprint. O GP de São Paulo ficou de fora da lista pela primeira vez: terão a sprint os GPs da China, de Miami, do Canadá, da Grã-Bretanha, da Holanda e de Singapura.

Os horários de transmissão da TV Globo e SporTV serão adicionados assim que forem divulgados antes de cada etapa.

GP da Austrália (Melbourne) – 05 a 08 de março

  • Treino livre 1 – quinta-feira – 22h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 02h00
  • Treino livre 3 – sexta-feira – 22h30
  • Classificação – sábado – 02h00
  • GP da Austrália – domingo – 01h00

GP da China (Xangai) – 13 a 15 de março

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 00h30
  • Qualificação Sprint – sexta-feira – 04h30
  • Sprint – sábado – 00h00
  • Classificação – sábado – 04h00
  • GP da China – domingo – 04h00

GP do Japão (Suzuka) – 26 a 29 de março

  • Treino livre 1 – quinta-feira – 23h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 03h00
  • Treino livre 3 – sexta-feira – 23h30
  • Classificação – sábado – 03h00
  • GP do Japão – domingo – 02h00

GP do Bahrein (Sakhir) – 10 a 12 de abril

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 09h30
  • Classificação – sábado – 13h00
  • GP do Bahrein – domingo – 12h00

GP da Arábia Saudita (Jeddah) – 17 a 19 de abril

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 10h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 14h00
  • Treino livre 3 – sábado – 10h30
  • Classificação – sábado – 14h00
  • GP da Arábia Saudita – domingo – 14h00

GP de Miami (Miami) – 01 a 03 de maio

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 13h30
  • Qualificação Sprint – sexta-feira – 17h30
  • Sprint – sábado – 13h00
  • Classificação – sábado – 17h00
  • GP de Miami – domingo – 17h00

GP do Canadá (Montreal) – 22 a 24 de maio

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 13h30
  • Classificação Sprint – sexta-feira – 17h30
  • Sprint – sábado – 13h00
  • Classificação – sábado – 17h00
  • GP do Canadá – domingo – 17h00

GP de Mônaco (Monte Carlo) – 05 a 07 de junho

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP de Mônaco – domingo – 10h00

GP da Espanha (Barcelona-Catalunha) – 12 a 14 de junho

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Espanha – domingo – 10h00

GP da Áustria (Spielberg) – 26 a 28 de junho

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Áustria – domingo – 10h00

GP da Grã-Bretanha (Silverstone) – 03 a 05 de julho

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Classificação Sprint – sexta-feira – 12h30
  • Sprint – sábado – 08h00
  • Classificação – sábado – 12h00
  • GP da Grã-Bretanha – domingo – 11h00

GP da Bélgica (Spa-Francorchamps) – 17 a 19 de julho

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Bélgica – domingo – 10h00

GP da Hungria (Budapeste) – 24 a 26 de julho

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Hungria – domingo – 10h00

GP da Holanda (Zandvoort) – 21 a 23 de agosto

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 07h30
  • Classificação Sprint – sexta-feira – 11h30
  • Sprint – sábado – 07h00
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Holanda – domingo – 10h00

GP da Itália (Monza) – 04 a 06 de setembro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 07h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 11h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Itália – domingo – 10h00

GP de Madri (Madrid) – 11 a 13 de setembro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 08h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 12h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP da Espanha – domingo – 10h00

GP do Azerbaijão (Baku) – 24 a 26 de setembro

  • Treino livre 1 – quinta-feira – 05h30
  • Treino livre 2 – quinta-feira – 09h00
  • Treino livre 3 – sexta-feira – 05h30
  • Classificação – sexta-feira – 09h00
  • GP do Azerbaijão – sábado – 08h00

GP de Singapura (Marina Bay) – 09 a 11 de outubro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 06h30
  • Qualificação Sprint – sexta-feira – 09h30
  • Sprint – sábado – 06h00
  • Classificação – sábado – 10h00
  • GP de Singapura – domingo – 09h00

GP dos Estados Unidos (Austin) – 23 a 25 de outubro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 14h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 18h00
  • Treino livre 3 – sábado – 14h30
  • Classificação – sábado – 18h00
  • GP dos Estados Unidos – domingo – 17h00

GP da Cidade do México (Cidade do México) – 30 de outubro a 01 de novembro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 15h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 19h00
  • Treino livre 3 – sábado – 14h30
  • Classificação – sábado – 18h00
  • GP da Cidade do México – domingo – 17h00

GP de São Paulo (Interlagos) – 06 a 08 de novembro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 12h30
  • Treino livre 2– sexta-feira – 16h00
  • Treino livre 3 – sábado – 11h30
  • Classificação – sábado – 15h00
  • GP de São Paulo – domingo – 14h00

GP de Las Vegas (Las Vegas Strip) – 19 a 22 de novembro

  • Treino livre 1 – quinta-feira – 21h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 01h00
  • Treino livre 3 – sexta-feira – 21h30
  • Classificação – sábado – 01h00
  • GP de Las Vegas – domingo – 01h00

GP do Catar (Lusail) – 27 a 29 de novembro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 10h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 14h00
  • Treino livre 3 – sábado – 11h30
  • Classificação – sábado – 15h00
  • GP do Catar – domingo – 13h00

GP de Abu Dhabi (Yas Marina) – 04 a 06 de dezembro

  • Treino livre 1 – sexta-feira – 06h30
  • Treino livre 2 – sexta-feira – 10h00
  • Treino livre 3 – sábado – 07h30
  • Classificação – sábado – 11h00
  • GP de Abu Dhabi – domingo – 10h00

Quem é o marido da Julianne Cerasoli

Notei que essa se tornou a principal busca relacionada ao meu nome. E depois fiquei sabendo que o jornalista Cassio Cortes disse em uma live uma informação FALSA a respeito da minha vida pessoal, o que explica o fato das buscas terem aumentado. Por isso escrevo estas linhas, que jamais gostaria de ter que escrever.

Não sou casada com ninguém da Liberty Media nem com nenhum poderoso do esporte que tenha me dado qualquer milímetro do espaço que tenho hoje.

E olha que esse nem é o ponto.

O ponto é que, em pleno 2026, homens continuam diminuindo as conquistas de mulheres dessa maneira baixa. Não há outro contexto possível para este tipo de informação ser jogada em uma live. Esse tipo de insinuação foi feita de maneira sistemática sobre mim ao longo da carreira e essa é a realidade de tantas colegas.

Não compactue com isso.

Por fim, deixo a dica profissional, que vale especialmente se você é jovem: não busque atalhos na sua carreira. Não busque obter nada por conexões que não sejam estritamente profissionais.

Isso tem que ser inegociável.

Foi o que fiz desde que escrevi minhas primeiras linhas neste espaço em 2010. Foi o que fiz nos anos em que trocava minhas férias em um emprego que não era relacionado à F1 por trabalhar indo a corridas na Europa, economizando muito para conseguir fazer isso tirando do meu bolso. É assim que eu atuo até hoje, tantas e tantas vezes trabalhando 12h por dia sem folga por semanas seguidas para entregar todo o conteúdo que vocês veem em todas as minhas plataformas. Tudo 100% produzido por mim.

Para viajar no conteúdo – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #340

Saíram os VENCEDORES do sorteio duplo de fim de ano

O assinante Credenciado Eudes Cavalcanti Filho vai receber em casa essa camiseta diferentona da Red Bull.

E, para comemorar o título de Norris, Elias Tandel vai levar uma luminária da McLaren retrô. Oferecimento da Carv Racing (onde inclusive assinante tem desconto!)

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, e semana que vem eu divulgo a que vocês estarão concorrendo logo de cara em 2026.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse oNo Paddock da F1 com a Ju.

Ebook da temporada 2025: Jeito Norris de ser Campeão

Aqui o assinante do No Paddock da F1 com a Ju vai encontrar um resumão com meus melhores textos no ebook da temporada 2025 da F1, com 100 páginas contando a história de um dos campeonatos mais cheios de reviravoltas que eu vi, até a conquista de Lando Norris, em um campeonato que a McLaren faturou com muita antecipação.

Para acessar, é preciso estar logado no site. Se você estiver vendo no celular, é possível que veja no final da página apenas um link para um arquivo em PDF. Se estiver no laptop, aparecem as páginas do ebook

Motores de 2026: Trapaça ou genialidade? – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #339

Sorteio DUPLO de fim de ano

O campeonato está acabando, mas os brindes não aqui no No Paddock! Em dezembro eu vou sortear essa camiseta da Red Bull diferentona, edição especial.

E, para comemorar o título de Norris, a Carv Racing está oferecendo uma luminária da McLaren retrô.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, que são divulgados na última quarta-feira de cada mês na newsletter.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse oNo Paddock da F1 com a Ju.

Podcast: Logística da F1

Você já parou para pensar como é possível correr em três finais de semana seguidos e estar tudo montadinho em cada um desses lugares? E por que faz mais sentido ter dobradinhas na Europa do que na América do Norte? E onde será que é o pior lugar para a F1 ir hoje em dia?

Prepare-se para uma imersão no maravilhoso mundo da logística da Fórmula 1 com a ajuda do vice-presidente de automobilismo da DHL, Paul Fowler

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Troféus, lançamentos e logística – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #338

Sorteio DUPLO de fim de ano

O campeonato está acabando, mas os brindes não aqui no No Paddock! Em dezembro eu vou sortear essa camiseta da Red Bull diferentona, edição especial.

E, para comemorar o título de Norris, a Carv Racing está oferecendo uma luminária da McLaren retrô.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, que são divulgados na última quarta-feira de cada mês na newsletter.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Campeão sem asterisco – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #337

Sorteio do mês

O campeonato está acabando, mas os brindes não aqui no No Paddock! Em dezembro eu vou sortear essa camiseta da Red Bull diferentona, edição especial.

E semana que vem eu trago qual foi a escolha da Carv Racing para sortear para vocês neste mês

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, que são divulgados na última quarta-feira de cada mês na newsletter.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Como a McLaren congelou Verstappen em GP decisivo

Foi a corrida da coroação de Lando Norris como campeão mundial, mas ao mesmo tempo mais um exemplo do tanto que a McLaren temeu a ameaça de Max Verstappen desde o salto de rendimento que a Red Bull deu na segunda metade do campeonato: mesmo só precisando de um terceiro lugar para garantir o título de pilotos, eles se armaram para neutralizar o holandês ao invés de só focarem em fazer a própria corrida.

E essa é a mesma equipe que selou a conquista de construtores em setembro.

Eles conseguiram tudo o que queriam: complicaram a vida de Verstappen e conquistaram o título, mesmo com tudo não saindo exatamente como planejado. Enquanto o pole position e o segundo no grid Norris largaram com os pneus médios, Oscar Piastri, que ainda tinha uma chance pequena de título, saiu com os duros.

A ideia era que Piastri pressionasse Verstappen, usando um pneu mais consistente que os médios, que tinham a tendência de superaquecer no trânsito. Ele obrigaria Verstappen, também, a acelerar o ritmo, e evitaria que ele tentasse andar devagar de propósito para complicar a vida de Norris.

Para isso, Piastri precisava passar o companheiro e foi definido antes da prova que ele não resistiria à ultrapassagem. Com o australiano em segundo, o plano estava bem encaminhado. Só restava a Norris permanecer na terceira colocação.

Russell muda a estratégia de Norris

Tudo parecia caminhar bem para isso quando Russell perdeu posições para Leclerc e Alonso na largada. Afinal, a Mercedes parecia ser a maior ameaça a Norris. Mas o ritmo do monegasco era forte, obrigando a McLaren a olhar mais para trás do que para frente.

É de se imaginar que Andrea Stella tenha tido alguns deja vus durante a prova. Afinal, foi assim que ele, como engenheiro de pista de Fernando Alonso, perdeu o campeonato de 2010…

Foi a parada de Russell, que tinha se livrado de Alonso, que acabou chamando Norris cedo aos boxes, já que Leclerc tinha respondido à tentativa de undercut da Mercedes. Era a volta 16 e parar àquela altura significava voltar no trânsito daqueles que esperariam mais voltas. E um deles era Tsunoda, companheiro de Verstappen.

Norris passou Antonelli, Sainz, Stroll, Lawson, e chegou em Tsunoda, que tentou fazer um zigzag na sua frente. O inglês até saiu da pista para ultrapassar o japonês, mas os comissários entenderam que ele só fez isso por causa das manobras de Yuki e puniram o piloto da Red Bull.

Na frente, Verstappen e Piastri seguiam na pista. O australiano não conseguia se aproximar mais do que 1s5 do rival e a McLaren se impressionava com como o holandês não perdia rendimento mesmo estando com os médios. Ele parou na volta 23, já com vantagem suficiente para voltar à frente de Norris. Com os duros, Piastri seguiu na pista.

Piastri precisava de milagre

Agora já estava bem claro que Piastri precisava de um milagre para ser campeão. Com 16 ponto de desvantagem, precisava que algo acontecesse com Verstappen e com Norris ao mesmo tempo, mas eles estavam longe um do outro para apostar em um enrosco.

Então a tentativa foi para que ele ficasse na pista o máximo possível para poder voltar forçando ao máximo com os pneus médios. Ele parou na volta 41, uma depois do que a McLaren programava, porque apareceu outro imprevisto: aproveitando a grande diferença para Russell, a Ferrari parou de novo com Leclerc, e Norris respondeu na volta seguinte.

Ele precisava responder na volta seguinte? Não, a diferença era razoável, mas a McLaren já estava com suas fichas totalmente em Norris. Não podia dar nenhum centímetro para Verstappen.

Essa segunda parada, que não estava nos planos, tirou a chance de Norris estar à frente de Piastri após a troca do australiano. Mas talvez tenha tirado, também, a chance de Piastri ultrapasar Norris pela segunda vez em sua corrida do título. 

Isso porque o australiano voltou andando 1s por volta mais rápido que o líder. No entanto, faltavam 18 voltas e ele tinha 23s para tirar. E, no final das contas, não seria uma vitória que lhe daria o título de qualquer maneira.

É campeão!

Restou a Norris comemorar. Tirar o engasgo da garganta de quem começou o ano como favorito, viu o companheiro menos experiente crescer, depois o melhor piloto do grid “despertar” com a melhora da Red Bull, mas conseguiu prevalecer.

Atrás do trio, Leclerc fez uma excelente corrida para colocar a Ferrari em quarto. Russell saiu decepcionado com seu ritmo em quinto, Alonso fez uma ótima corrida defensiva e tática para ser sexto, e Lewis Hamilton, com uma tática de duas paradas largando com o pneu macio, foi de 16º a oitavo.

Gabriel Bortoleto tinha uma corrida que parecia ser promissora, largando em sétimo. Mas desde o início da prova, o brasileiro foi surpreendido pelos saltos do carro, mesmo sem a Sauber ter optado por suspensões mais duras. A situação foi piorando durante a prova e ele não conseguia forçar o ritmo em curvas importantes, o que foi fazendo com que ele se tornasse presa fácil para os pilotos da Haas, Alonso, Sainz, Stroll e até seu companheiro Hulkenberg, que tinha largado em 18º. Com isso, terminou fora dos pontos.

Live do GP de Abu Dhabi

É claro que não seria totalmente simples para Lando Norris: ele segue como favorito, mas perdeu a pole position para Max Verstappen na decisão do campeonato. Mas será que Max pode complicar ainda mais a vida dele? E o que esperar da prova do ponto de vista de estratégia?

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Quem vai levar o título? – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #336

Sorteio do mês

O campeonato está acabando, mas os brindes não aqui no No Paddock! Em dezembro eu vou sortear essa camiseta da Red Bull diferentona, edição especial.

E semana que vem eu trago qual foi a escolha da Carv Racing para sortear para vocês neste mês

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, que são divulgados na última quarta-feira de cada mês na newsletter.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

McLaren confiou demais no seu ritmo contra o piloto errado

Imagine perder uma corrida mesmo tendo a primeira fila no grid, o melhor ritmo por todo o final de semana, e um GP com estratégias congeladas por um limite de 25 voltas em cada jogo de pneu. A McLaren conseguiu. Pautada pela tentativa de proteger a corrida do líder Lando Norris, confiante demais em seu próprio ritmo, eles erraram na estratégia em um momento capital da corrida e viram o cara de sempre, Max Verstappen, estar logo ali para aproveitar.

Com isso, o piloto da Red Bull vai para a decisão do campeonato em Abu Dhabi a 12 pontos de Norris, tendo chegado a estar 104 pontos atrás no final de agosto.

Verstappen começou a complicar a vida da McLaren na largada, passando Norris. Na frente, Oscar Piastri, irretocável por todo o fim de semana, liderava.

O limite imposto pela Pirelli significava que as paradas só poderiam começar a partir da volta 7. Isso porque o GP teria 57 voltas e parar antes disso queria dizer fazer 3 trocas de pneu, o que seria mais lento em qualquer tipo de cenário.

E parar em regime de Safety Car significa economizar no tempo total de prova.

Safety Car congela as estratégias. Menos uma

Mesmo assim, quando Nico Hulkenberg e Pierre Gasly se engancharam no começo da volta 7, o Safety Car foi acionado e a McLaren julgou que nem todo mundo entraria nos boxes. Começou a calcular onde Piastri voltaria se os outros não parassem e, principalmente, onde Norris pararia. Havia 5s entre os pilotos da McLaren, então Norris não teria que esperar atrás do companheiro – se o fizesse, seria apenas por alguns instantes, dependendo do trânsito no pitlane. Mas como ele estava em terceiro, perderia mais terreno que Oscar.

E, como aconteceu várias vezes na temporada, ao tentar controlar variáveis demais, a McLaren esqueceu de fazer o básico. 

Todos os outros pilotos pararam e só os dois ficaram na pista. Agora, Piastri e Norris teriam que abrir uma parada de distância para a concorrência. Em um circuito em que perde-se mais de 26s nos boxes, número acima da média da F1.

O papel do pneu duro no GP

E aí entra a segunda camada do erro da McLaren: eles acreditavam que teriam ritmo para isso.

Na sprint, com todo mundo andando muito próximo, houve problemas de superaquecimento de pneus. E a McLaren sempre sofre menos quando esse é o caso. Na corrida, contudo, sem tanta turbulência, esse não foi um problema.

Pior: o pneu duro teve um bom rendimento. Isso fez com que qualquer desvantagem que aqueles que, por regulamento, agora teriam que fazer 25 voltas no segundo jogo de pneus médios e outras 25 voltas até o final, poderiam ter. Eles colocariam o composto duro e não teriam que se preocupar tanto com degradação.

O Safety Car também trouxe outros dramas mais atrás. A Mercedes teve que segurar Antonelli por causa de trânsito no pitlane e ele foi ultrapassado por Sainz, que já tinha superado Russell e Hadjar na largada. O espanhol agora estava em quarto, atrás apenas das McLaren e de Verstappen.

Russell caiu ainda mais, para oitavo. Hamilton, esperando a parada de Leclerc, perdeu duas posições.

A corrida recomeçou na volta 11 com Piastri, Norris, Verstappen, Sainz, Antonelli, Alonso, Hadjar, Russell, Leclerc e Bearman.

A essa altura, Piastri e Norris foram conseguindo abrir. Quando pararam, nas voltas 24 e 24, voltaram atrás de Antonelli. Na verdade, eles acabaram sendo ajudados por Fernando Alonso, que estava liderando um trenzinho de DRS, protegendo seus pneus antes de sua segunda troca.

O timing foi quase perfeito para os pilotos da McLaren chegarem em Antonelli e Sainz quando eles tinham que fazer, por regulamento, a segunda parada, na volta 32. E lá voltaram todos os pilotos, a não ser os da McLaren, para os boxes.

Com isso, eles voltaram à ponta, mas dessa vez não conseguiam abrir tanto quanto da primeira vez. Verstappen tinha colocado o pneu duro e estava conseguindo manter um ritmo bastante forte, que foi fundamental para selar sua sétima vitória da temporada.

Piastri ainda não tinha desistido. Pediu os pneus macios no final, mas a McLaren preferiu chamá-lo antes para os boxes (com 15 voltas para o fim) e colocar os duros, mais consistentes para o tipo de ritmo que ele precisava impor. Mas ele tinha que tirar 15s em 15 voltas, e simplesmente não havia essa diferença de ritmo entre ele e Verstappen, que cruzou a linha de chegada 8s à frente de um indignado australiano.

Norris teve sorte de sair 12 pontos à frente

A situação de Norris seria ainda pior. Sem conseguir andar no ritmo de Piastri, mesmo fazendo exatamente a mesma estratégia, ele chegou a ser pressionado por Verstappen no final do segundo stint e já estava mais de 7s atrás quando Piastri parou pela segunda vez.

Com isso, após sua segunda parada, o líder do campeonato foi parar atrás de Kimi Antonelli. Mesmo com um carro melhor e pneus 12 voltas mais novos, só conseguiu passar a Mercedes, que tinha boa tração e menos carga aerodinâmica, quando o italiano errou na penúltima volta.

Àquela altura, Antonelli estava perto de receber a ajuda de Sainz, que diminuiu o ritmo para dar o DRS ao piloto da Mercedes. Mas pelo menos o espanhol conseguiu cruzar a linha de chegada em terceiro, conquistando seu segundo pódio pela Williams.

Norris chegou em quarto, seguido por Antonelli, Russell (que passou Alonso na pista e Hadjar quando o francês teve um corte no pneu), Alonso, Leclerc, Lawson e Tsunoda.

Seria uma corrida para Bortoleto pontuar não fosse a punição de cinco posições no grid que ele pagou pelo acidente da largada do GP de Las Vegas. Em uma prova com pouca ação atrás do entretenimento gerado pela McLaren, ele teve uma disputa inicial com Stroll, e superou o canadense quando os dois passavam pela Alpine de Gasly, logo após o acidente com Hulkenberg. 

Após as primeiras paradas, se viu atrás de Hamilton, em 15º, e lá ficou, ganhando mais duas colocações com abandonos. A Sauber até tentou algo diferente, colocando-o no pneu macio para tentar algo, mas não funcionou. Mas ele ao menos saiu do Qatar mais tranquilo após voltar a ver a bandeirada após dois GPs turbulentos.

Live do GP do Qatar

Se o Oscar Piastri não estivesse indo bem nesta pista do Qatar é porque algo MUITO estranho estava acontecendo, mas ele deixou qualquer suspeita de lado, venceu a sprint e se colocou em uma situação muito boa para a corrida também. Na nossa live vou falar também sobre o final de semana muito ruim da Ferrari, a recuperação surpreendente do Gasly e as vagas que ainda não foram definidas para 2026.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Match point para Norris – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #335

E os ganhadores do sorteio do mês são…

Como assim ganhadores? Você pode pensar se acompanhou as newsletters deste mês e só viu a luminária por aqui… é porque também estou sorteando um kit do GP de Las Vegas, com boné e… baralho! É isso mesmo.

A luminária é oferecida dentro da parceria com a Carv Racing, que inclusive está com super descontos no Black Friday deles.

O kit de Las Vegas vai para o Igor Lopes, assinante do Setor B, e a luminária, para Fernanda Mastrogiacomo. Parabéns!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais. Semana que vem eu divulgo quais serão os prêmios de dezembro.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Verstappen levou uma corrida que três pilotos poderiam vencer (antes da desclassificação)

Não importou para o resultado final depois que as duas McLaren foram desclassificadas do GP do Qatar, mas importa para o campeonato: Max Verstappen largou melhor do que Lando Norris, que se colocou em posição defensiva, por dentro da primeira curva, onde não havia aderência. Quando freou, foi reto, caiu para terceiro e só se recuperou até a segunda posição. Verstappen ganhou sem ser ameaçado.

Ou quase isso. Os treinos livres ajudaram pouco a entender o desgaste de pneus. Os dois momentos preferidos para as simulações de corrida foram atrapalhados por uma bandeira vermelha longa e pela pista úmida.

Verstappen se viu na ponta após a largada, mas sem saber o quanto forçar os pneus, que tinham sofrido muito graining no ano anterior. E ele tinha logo atrás George Russell acelerando com a Mercedes.

Foi um primeiro stint mais tenso para a Red Bull, que acompanhava de perto o rendimento daqueles que tinham largado com o pneu duro – assim como Tsunoda e Antonelli, que largaram das últimas colocações e trocaram o pneu logo de cara.

No caso do italiano, a Mercedes não tinha certeza de que o composto poderia ir até o final quando decidiu por essa estratégia. E ele passou por uma fase de graining enquanto estava atrás de outros carros. Mas o graining foi limpando, o ritmo foi melhorando, e ele surgiria logo atrás de Russell após todas as paradas.

O britânico, por sua vez, saiu de Las Vegas acreditando que poderia ter vencido não tivesse forçado tanto o ritmo no início. No final das contas, foi ele quem acabou com seus pneus e não Verstappen.

Ritmo por ritmo, a Red Bull poderia vencer, a Mercedes poderia vencer, a McLaren poderia vencer. Seria uma corrida de execução, de colocar-se na ponta e usar o ar limpo para proteger os pneus. E quem criou essa vantagem para si foi Verstappen.

Russell estava 2s3 atrás do holandês quando parou, na volta 17. A Red Bull não respondeu. Entendeu que seria longe demais para um undercut com o pneu duro, e que sua disputa também era com a McLaren. Afinal, Norris estava a 3s de Verstappen.

Os dois continuaram na pista até que Norris parou na volta 22. O inglês não tinha conseguido se aproximar mesmo sem ninguém entre ele e o líder. Na frente na pista e tendo a vantagem de um stint menor com os pneus duros, Verstappen ali já tinha vencido a corrida.

Ele só parou na volta 25, esperando Leclerc parar também e abrir o espaço para que ele voltasse à pista sem trânsito. Com o pneu duro, foi liberado para forçar o ritmo.

Atrás dele, Russell continuava à frente de Norris, mas com pneus cinco voltas mais usados. Quando a McLaren voltou de sua parada, a diferença era de 4s7, com 27 voltas para o final.

Com 17, Norris passou Russell com facilidade. 

A essa altura, Verstappen tinha quase 5s de vantagem. E novamente Norris não conseguiu se aproximar.

Até que, com 5 voltas para o final, seu ritmo caiu vertiginosamente. As mensagens via rádio apontavam para um lift and coast bastante acentuado. Seria falta de combustível ou desgaste de prancha?

Era a segunda opção. A McLaren via nos dados que estava próxima de uma desclassificação. Com Norris e com Piastri também, que não podia diminuir tanto o ritmo porque tinha que ficar a 5s de Antonelli (que tinha que pagar uma punição por queimar a largada) e também não estava muito à frente de Leclerc.

O australiano tinha demonstrado um ritmo muito melhor, mas acabou ficando em quinto na classificação depois de ser atrapalhado por uma bandeira amarela na última tentativa. Caiu para sexto depois de ser tocado na largada por Liam Lawson, demorou 17 voltas para passar Isack Hadjar e, com tudo isso, ficou longe da disputa pelo pódio.

A desclassificação em Las Vegas, contudo, foi boa para ele, que tinha ficado a 30 pontos de Norris após a bandeirada e saiu da antepenúltima etapa 24 pontos atrás. Ainda assim, uma diferença enorme para ser tirada do seu próprio companheiro em duas corridas.

Sem as McLaren, Russell subiu para segundo e Antonelli para terceiro, tendo largado em 17º. Leclerc poderia ter se colocado nessa briga também, não fosse a classificação muito ruim da Ferrari no molhado (ele ficou em nono, Hamilton em último). Sainz largou em terceiro para terminar em quinto com a Williams, seguido por Hadjar, Hulkenberg, Hamilton, Ocon e Bearman.

Gabriel Bortoleto teve outra corrida que não durou mais de uma volta. Com os pneus duros, decidiu frear tarde pelo lado de dentro, copiando o que tinha visto em anos anteriores. Mas não havia aderência (assim como Norris e Lawson perceberam também) e ele foi lançado para cima de Lance Stroll, que abandonou.

Os comissários não costumam dar punições para lances de primeira curva, mas foi uma manobra tão otimista que o brasileiro terá que pagar cinco posições no grid do GP do Qatar.

Voltando à McLaren, eles tentaram vender que o carro só estava baixo demais por conta dos treinos livres, mas ficou claro que eles arriscaram mais que os outros. Arriscaram por quê? Porque Max Verstappen, mesmo tantos pontos atrás, ainda é uma ameaça.

Live do GP de Las Vegas

Que final de semana complicado em Las Vegas, hein? Não vai faltar assunto para a nossa live, que começa às 22h deste sábado, pelo horário de Brasília. Tem MUITA informação legal sobre 2026 também.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Coisas de Las Vegas – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #334

Ganhe uma luminária de Interlagos no sorteio do mês!

Dentro da parceria com a Carv Racing, que inclusive está com super descontos no Black Friday deles, e eles estão oferecendo aos assinantes do No Paddock neste mês super especial de GP de São Paulo uma luminária da pista de Interlagos.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, e o resultado é divulgado na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Lembranças de Interlagos – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #333

Ganhe uma luminária de Interlagos no sorteio do mês!

Dentro da parceria com a Carv Racing, que inclusive está com super descontos no Black Friday deles, e eles estão oferecendo aos assinantes do No Paddock neste mês super especial de GP de São Paulo uma luminária da pista de Interlagos.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, e o resultado é divulgado na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Norris dominou, mas saiu de Interlagos preocupado com Verstappen

Se Max tivesse largado mais à frente, ele teria vencido. Essa foi a avaliação de Lando Norris após dominar todo o final de semana do GP de Sâo Paulo e se colcoar em ótima posição no campeonato com três corridas para o final. E ele não está errado: Verstappen largou dos boxes e chegou em terceiro, com uma parada a mais que os rivais diretos.

Esse “se” foi a dificuldade da Red Bull em encontrar o melhor acerto para o carro em um fim de semana de condições complicadas em Interlagos. Vento mudando de direção toda hora especialmente no sábado, a pista úmida na sprint, as novas ranhuras que dificultaram ainda mais a missão das equipes de encontrar a melhor altura para o carro foram particularmente desafiadoras para a equipe de Verstappen.

A suspeita é de que o carro atualizado precisa andar muito próximo do solo para desbloquear o rendimento do novo assoalho. Quando eles conseguiram isso, com as mudanças que fizeram entre a classificação e a corrida, e também ajudada pelas temperaturas mais baixas do domingo, a Red Bull renasceu das cinzas. 

Mas isso também significou que Verstappen largou dos boxes. Com uma nova unidade de potência, o que  não atrapalhou na recuperação, é claro. Mas com um pneu duro, que teria um rendimento muito ruim na corrida.

Verstappen se livra do pneu duro por acaso

Verstappen se posicionou bem na primeira largada, ganhou posições com a loucura das primeiras voltas para subir até o 13º lugar, mesmo só tendo ultrapassado Colapinto. Isso porque Sainz se tocou com Hamilton, Bortoleto com Stroll, e depois Tsunoda com Stroll também. Por conta disso, rolou um Safety Car e um Safety Car Virtual nas primeiras voltas.

No meio de tanta confusão, o pneu dele começou a perder pressão e ele foi chamado aos boxes para uma troca durante o VSC. Ou seja, ele perdeu só 10s na parada e voltou em 16º com o melhor pneu, com menos voltas nele que todo mundo.

E veio fazendo fila. Passou seis pilotos na pista, viu outros que tinham largado com os macios pararem, e se viu em quarto lugar. Com uma parada a mais que os ponteiros, que estavam com os pneus da largada.

Será que ele poderia completar a prova com dois jogos de médios e fugir também do macio?

Piastri leva punição por lance com Antonelli

A corrida não vinha sendo tranquila ali na frente também, ou pelo menos atrás do pole Lando Norris. Na primeira relargada, Kimi Antonelli tracionou mal e viu Oscar Piastri colocar por dentro, e Charles Leclerc tentar por fora.

Antonelli fez a curva como se Piastri não estivesse ali, com os guidelines debaixo do braço, os dois se chocaram, a Mercedes foi atirada para cima de Leclerc e quebrou a suspensão da Ferrari. O australiano e o italiano continuaram, e o vice-líder do campeonato levou uma punição de 10s.

Foi isso que causou o VSC.

Na volta 21, quando Antonelli foi o primeiro dos ponteiros a parar, Verstappen já era o quinto, a 19s do líder Norris. Piastri era segundo, 4s5 atrás do companheiro, tendo danificado seu pneu dianteiro na manobra com Antonelli e já sabendo da punição de 10s. O italiano era terceiro, e Russell, que tinha sido superado pelas Racing Bulls na confusão do começo, seguia o companheiro de Mercedes de perto.

Antonelli parou primeiro porque era o único ali que tinha largado com o macio. Agora, faria o resto da prova com dois jogos de médios. Norris parou na volta 30 para colocar o macio e Piastri ficou mais tempo na pista para tentar criar um offset para atacar no final, por conta da punição.

O gráfico das paradas ficou uma confusão porque não foi daquelas provas em que um parou e outros responderam. Estava cada um vendo a prova de uma maneira, como geralmente acontece quando o desgaste vem do atrito da borracha mesmo e não de temperatura. Porque o desgaste por temperatura não permite que os pilotos forcem, favorecendo táticas mais conservadoras.

Verstappen é líder: por que parar de novo?

Estava todo mundo desenhando sua prova contra a de Verstappen, que tinha a chance de fazer quase a prova toda com o melhor pneu. E isso tornou-se bem tentador quando, com todo mundo com duas paradas feitas, na volta 50, a 21 do fim, ele se viu na liderança.

O cenário era o seguinte: Verstappen já tinha 16 voltas no pneu médio, então teria que levá-lo a 37. O stint mais longo no médio tinha sido de Piastri, com 38 voltas com o tanque mais cheio. Dava para fazer, mas com que ritmo?

Norris vinha com pneu médio usado para o último stint, então isso dependeria muito do ritmo dele. O inglês tinha 21 voltas para tirar 8s. Nas três primeiras, foi meio segundo por volta mais rápido.

Foi isso o que levou a Red Bull a avaliar que, se ele ficasse na pista, seria engolido. Então eles tentaram algo diferente: Verstappen parou uma terceira vez para colocar os macios, na volta 54,

Voltou atrás de Norris, Antonelli e Russell, que a essa altura sofria com os freios. Passou o inglês e foi à caça do italiano. Mas Antonelli resistiu e garantiu o segundo lugar, com Norris vencendo pela segunda vez seguida em um momento crucial do campeonato.

Mais atrás, Piastri tirou 10s de desvantagem para Russell em 13 voltas, mas não conseguiu passar o inglês e terminou em quinto, em um fim de semana em que já tinha batido na sprint.

GP frustrante para Bortoleto

Seu GP de São Paulo só não foi mais frustrante que o de Gabriel Bortoleto, que bateu na sprint ao arriscar passar Alex Albon na última volta, em uma disputa que não valia pontos, fez uma de suas melhores largadas, superando três carros nas primeiras curvas e tocou-se com Lance Stroll, abandonando ainda na primeira volta na estreia em Interlagos.

Ollie Bearman confirmou um ótimo fim de semana para chegar em sexto, batendo a estratégia de uma parada de Liam Lawson. Com Isack Hadjar em oitavo, e Hulkenberg e Gasly completando os pontos.

Tá chegando o GP de São Paulo! – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #332

Ganhe uma luminária de Interlagos no sorteio do mês!

Dentro da parceria com a Carv Racing, que inclusive está com super descontos no Black Friday deles, e eles estão oferecendo aos assinantes do No Paddock neste mês super especial de GP de São Paulo uma luminária da pista de Interlagos.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios mensais, e o resultado é divulgado na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Podcast: Como Bortoleto tirou o Brasil da seca na F1

Foram uns dois meses refazendo essa colcha de retalhos e tendo várias conversas com o Gabriel e pessoas próximas a ele para trazer para vocês esse que foi um dos podcasts que mais curti fazer. A história de Gabriel Bortoleto para chegar na F1.

E aqui está o link para o episódio que gravei com ele semanas antes do título da F3.

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Novo líder, sem conspiração – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #331

E os vencedores do sorteio do mês são…

Walter Paulino Fontenele foi o vencedor dessa asa de modelos históricos da Carv Racing e e a Ana Beatriz Amarante vai levar para casa o bucket hat do GP de Miami. Parabéns!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios, que são feitos sempre na última quarta-feira do mês. Semana que vem eu revelo o que vou sortear em novembro!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Como Norris virou o campeonato e o lucro de Verstappen no México

São dois os grandes desafios trazidos pela altitude no GP da Cidade do México: a necessidade maior de resfriar o carro e a baixa aderência. Ambos têm relação com o ar mais rarefeito a 2.400m em relação ao nível do mar. 

São desafios tão grandes que se sobrepõem às características do circuito em si: uma reta longa e muita necessidade de atacar zebra, em teoria, não casariam bem com o carro da McLaren. 

Na prática, o sistema de arrefecimento mais eficiente permitiria que eles praticamente não abrissem a carenagem do carro. E pelo menos um lado da garagem conseguiu lidar bem com a falta de aderência e usar o maior controle de temperatura também dos pneus em uma tarde quente na capital mexicana. E virou o campeonato com quatro corridas para o fim.

A corrida do México geralmente é completada tranquilamente com uma parada. Mas, neste ano, a Pirelli trouxe os compostos C2, C4 e C5. Ou seja, o duro é duro demais para a corrida, fazendo com que as equipes tivessem que se virar com os médios e macios.

Porém, curiosamente, o macio era mais consistente, sem sofrer o graining que marcou anos anteriores.

O cenário na largada

Mesmo assim, Max Verstappen se surpreendeu quando se viu cercado de pilotos com o pneu vermelho na largada. A Red Bull nem tinha considerado a opção e colocou ambos os pilotos no pneu médio, o que lhe daria desvantagem significativa nos importantes primeiros metros da prova.

Ele já estava largando em quinto lugar, depois de uma classificação em que não se sentiu tão à vontade na Red Bull, especialmente em duas curvas no final do segundo setor. Em uma classificação apertada, pelo menos do segundo para trás, com a voltaça de Lando Norris, isso custou caro.

Atrás dele, tinha alguém com um prejuízo ainda maior. Oscar Piastri saindo só em sétimo, sem ter cometido nenhum erro na classificação. Simplesmente por tentar pilotar o carro como sempre em uma pista única.

Liderando o campeonato, ele não estava em posição de arriscar na largada e perdeu mais duas posições. Todos os outros foram para cima. Inclusive Verstappen, que se comprometeu ao lado de fora na primeira curva sem muita intenção de completá-la. E se viu em quarto.

Norris manteve a ponta. Leclerc foi outro que passou reto e acabou se safando, pois só devolveu a posição para o inglês, e não para seu companheiro Lewis Hamilton, que estava passando-o por dentro.

Bearman também se deu bem, subindo para sexto, e Bortoleto pulou de 16º para 13º. Ficando dentro da pista.

A estratégia invertida de Verstappen

Hamilton logo passou a ser atacado por Verstappen. Os dois se estranharam nas curvas 1 e 2, se tocaram, o holandês usou sua tática habitual de se certificar de que estava à frente na tangente para ter o direito à curva, e conseguiu se safar com a ultrapassagem mesmo saindo da pista.

Logo depois, Hamilton tentou revidar por fora, perdeu o controle do carro pela baixa aderência, entrou na curva atrás, saiu na frente cortando caminho, foi punido com 10s. E lá se foi sua chance de conquistar o primeiro pódio pela Ferrari.

Na confusão, Verstappen foi ultrapassado por Bearman, que se manteve na frente do tetracampeão até sua primeira parada, na volta 24. Como ele liderava uma fila de carros andando juntos em um trenzinho de DRS, Piastri entrou junto dele tentando um undercut em Russell, e o inglês respondeu na volta seguinte e conseguiu se defender.

Na ponta, Norris esperou Leclerc parar e abriu mais de um pitsop de distância para Verstappen antes de trocar o pneu macio pelo médio, na volta 34. Ele iria tranquilamente até o final. O grupo que parou antes sofreria para conseguir.

E ninguém quis nem tentar fazer só uma parada depois que viu o ritmo de Verstappen quando ele trocou os médios, muito ruins para a Red Bull neste fim de semana, pelos macios, na volta 37.

Ritmo de Verstappen faz rival mudar de tática

Ele voltou em oitavo, 1s por volta mais rápido, com pneus mais de 10 voltas mais novos. A essa altura, a McLaren já estava com a vitória praticamente garantida, e queria se certificar de que Piastri, que estava em sexto, menos de 10s à frente de Verstappen, terminaria à frente dele.

Não pareceu factível que o australiano conseguiria segurar o holandês na pista, então a saída foi pará-lo por uma segunda vez, para que ele tivesse pneus mais novos para atacar no final. E ele para na volta 47 para colocar mais um jogo de macios.

A Mercedes com Antonelli, logo à frente de Piastri, e a Ferrari de Hamilton, logo atrás, têm a mesma ideia. E o australiano sai na frente dos dois. Russell e Bearman reagem na volta seguinte e Verstappen ganha, do nada, cinco posições, voltando ao terceiro posto.

Ninguém consegue usar esse jogo novo para chegar no holandês. Na verdade, é ele quem vai ganhando tempo em cima de Leclerc. Depois de sua parada, Verstappen estava a 18s de Leclerc. Com três voltas para o final, entrou na zona de DRS da Ferrari, que viveu mais uma tarde de muito lift and coast.

VSC congela um final que prometia ser emocionante

É sempre um deleite ver Verstappen e Leclerc disputando posição, mas desta vez um Safety Car Virtual, depois do abandono de Carlos Sainz, acabou com a brincadeira. A essa altura, Piastri já estava fazia várias voltas atrás de Bearman, sem conseguir passar, e já não havia mais tempo para nada: vitória de Norris, seguindo por Leclerc, Verstappen, Bearman, Piastri, Antonelli, Russell, Ocon e Bortoleto, que voltou aos pontos depois de quatro corridas.

O brasileiro tinha largado com os médios, pulado de 16º para 13º, depois passou Carlos Sainz na pista, herdou a posição de Tsunoda depois de uma parada muito ruim, e foi à caça de Isack Hadjar, que estava na mesma estratégia dele, e precisou forçar o rival a gastar seus pneus até conseguir a ultrapassagem com oito voltas para o fim e conquistar a 10ª colocação.

Live do GP da Cidade do México

Lando Norris desencantou e fez a pole position do GP do México. E tem o melhor ritmo de corrida. E viu os rivais terem classificações ruins (Verstappen em quinto e Piastri em sétimo). Quem está mais perto dele, e sem muito a perder, são as duas Ferrari. Explicar tudo isso vai ser minha missão na nossa live.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Verstappen tá ON – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #330

SORTEIO DO MÊS: Coleção de asas históricas da Carv Racing e chapeuzinho de Miami

O sorteio de outubro vai ser em dose dupla novamente! Dentro da parceria do No Paddock com a Carv Racing, eles vão selecionar uma dessas asas de modelos históricos (aguarde as próximas edições da newsletter para saber qual!) e eu também vou sortear o bucket hat do GP de Miami.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios, que são feitos sempre na última quarta-feira do mês. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Strike da sprint custou caro para a McLaren em GP de Verstappen

A julgar pelo ritmo dos carros, era para o fim de semana de sprint ser bastante parelho entre Red Bull e McLaren, com Verstappen tendo a vantagem em classificação e Norris e Piastri, na corrida. Mas a execução de um lado foi tão melhor do que a do outro que o holandês saiu com duas vitórias e 18 pontos mais perto da liderança do mundial.

Tudo começa na largada da sprint. Com todo mundo deixando para frear muito tarde, com o vento pegando os carros de frente, Piastri decide cortar por dentro para tentar passar Norris, e encontra Nico Hulkenberg por ali. Eles se tocam, a McLaren é jogada em direção a Norris e o líder e vice-líder do mundial abandonam.

Verstappen vence, mas o prejuízo não pararia por aí. Sem a informação da sprint, que acaba sendo a única simulação de corrida de um fim de semana como esse, a McLaren não tinha a referência para determinar a altura do carro, algo particularmente sensível em Austin por causa das ondulações da pista. Foram para a corrida com um acerto mais conservador e não conseguiram tirar tudo do carro.

Tinha um Leclerc no caminho de Norris

Mesmo assim, é bem possível que Norris tivesse brigado pela vitória com Verstappen. Mas nem isso aconteceu porque Charles Leclerc aproveitou a aderência extra do pneu macio na largada para pular para a segunda colocação.

O plano da Ferrari, na verdade, era que ele conseguisse tomar a ponta e, com ar limpo, pudesse cuidar de seus pneus. Ar limpo ele até teve, porque Verstappen sumiu na ponta rapidamente, mas teve também muita pressão de Norris até sofrer a ultrapassagem, na volta 21.

Foi nesse momento da corrida, quando Verstappen já tinha 11s de vantagem, que deu para notar que o ritmo da McLaren em si não era ruim. Nessa fase, estava todo mundo cuidando bastante dos pneus porque já tinham percebido que o composto duro não era uma opção – alguns pilotos tinham largado com ele e eram muito lentos. Então a corrida teria que ser feita com médio e macios e era preciso estender ao máximo o primeiro stint.

De macios, Leclerc parou antes e conseguiu o undercut em cima de Norris, que tentava a tática inversa, o overcut. Mas era difícil estender tanto assim o stint e o pneu macio que ele colocou já tinha seis voltas da classificação, então a diferença real entre os pneus era de apenas quatro voltas.

O composto macio tende a superaquecer mais fácil quando o carro está na turbulência, e Norris sofreu para conseguir passar Leclerc de novo, o que fez só com cinco voltas para o fim, chegando em segundo, atrás de Verstappen.

Piastri sofre com falta de aderência

A Ferrari conseguiu um pódio que parecia improvável depois da classificação ruim para a sprint na sexta, mas a mudança das condições de pista no sábado jogaram a favor da Scuderia, que fez ainda o quarto lugar com Hamilton.

O britânico cruzou a linha de chegada se arrastando, com o pneu quase na lona. Mas conseguiu se defender de Piastri, que tinha se classificado em sexto, ganhou a posição de Russell na largada e em quinto ficou.

O australiano foi dois décimos mais lento que Norris por todo o fim de semana. Segundo Andrea Stella, lidar com condições de pouca aderência ainda é um ponto fraco do líder do campeonato. Ou uma oportunidade, como ele prefere colocar.

Russell foi sexto, depois de ter sido segundo na sprint, com a Mercedes argumentando que andar no trânsito faz com que o carro não tenha o desempenho que pode, algo que ficou bem claro com a corrida de Kimi Antonelli, que levou um toque de Sainz, perdeu posições e não passou do 13º lugar.

Yuki Tsunoda fez duas corridas de recuperação, na sprint e no GP, e terminou em sétimo, com Nico Hulkenberg voltando a pontuar, em um fim de semana em que andou forte o tempo todo, em oitavo. Ollie Bearman e Fernando Alonso completaram o top 10.

Bortoleto fica perdido

Gabriel Bortoleto teve o que considerou seu fim de semana mais difícil na F1 até aqui. Ele não conseguiu se entender com três curvas em Austin e isso o fazia perder mais de meio segundo por volta em comparação com Hulkenberg. 

Na corrida, largando em 16º, ele apostou na aderência extra do pneu macio para ganhar posições no começo, mas acabou ficando preso atrás de Gasly. A equipe decidiu mudar sua estratégia – que era de largar com macios e depois colocar duros – para fazer duas paradas e tirá-lo do trânsito, mas o brasileiro perdeu muitas posições quando seu segundo jogo de pneus caiu de rendimento, e caiu para último quando parou pela segunda vez.

Mesmo com pneus mais novos, só conseguiu superar Gasly e terminou em 18º.

Live do GP dos EUA

Sábado foi o dia do Max Verstappen: vitória na sprint, pole para o GP. E, mesmo largando em segundo, Lando Norris tem menos motivos para ficar otimista do que tinha na sprint. Enquanto isso, a Ferrari deu um belo passo e Leclerc não sabia muito bem o porquê. E a live vai ter outros assuntos também: e o boato de Horner na Ferrari? E o monte de reunião que os chefes de equipe andam tendo?

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

F1 esquenta na reta final – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #329

SORTEIO DO MÊS: Coleção de asas históricas da Carv Racing e chapeuzinho de Miami

O sorteio de outubro vai ser em dose dupla novamente! Dentro da parceria do No Paddock com a Carv Racing, eles vão selecionar uma dessas asas de modelos históricos (aguarde as próximas edições da newsletter para saber qual!) e eu também vou sortear o bucket hat do GP de Miami.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios, que são feitos sempre na última quarta-feira do mês. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Podcast: Regras de 2026 com José Avallone

Recrutei um engenheiro de peso e longa história dentro do automobilismo, José Avallone Neto, para me ajudar a tentar explicar como vão funcionar as regras de 2026. É uma mudança gigantesca, com carro novo, motor novo, combustível novo e toda uma administração de corrida nova também.

Estamos a poucos meses do início dos testes, que será no final de janeiro, e ainda há muitas incertezas. E o motivo vai te surpreender…

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Bicampeões sob pressão – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #328

SORTEIO DO MÊS: Coleção de asas históricas da Carv Racing e chapeuzinho de Miami

O sorteio de outubro vai ser em dose dupla novamente! Dentro da parceria do No Paddock com a Carv Racing, eles vão selecionar uma dessas asas de modelos históricos (aguarde as próximas edições da newsletter para saber qual!) e eu também vou sortear o bucket hat do GP de Miami.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios, que são feitos sempre na última quarta-feira do mês. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Russell não entendeu como venceu tão fácil, mas Singapura explica

O conjunto carro-piloto mais rápido da classificação foi, claro, o pole position George Russell com a Mercedes. Na corrida, era Lando Norris com a McLaren. Mas a pista de Singapura e Max Verstappen acabaram agindo como “antídotos” de qualquer ameaça à vitória do piloto britânico, que cruzou a linha de chegada em primeiro após não ser ameaçado por ninguém dizendo não sabe de onde veio um desempenho tão bom.

Como Russell venceu?

Parte da explicação é a pista livre, que geralmente dá pelo menos 0s3 por volta, e em Singapura, ainda mais. Isso porque é preciso construir uma diferença perto de 1s5 para conseguir ultrapassar nessa pista e a turbulência misturada ao calor dificulta a vida dos sistemas do carro e das temperaturas dos pneus.

É por isso, inclusive, que dá para afirmar com tanta certeza que o piloto que chegou em terceiro era o mais rápido, por todas as voltas em que Lando Norris esteve tão perto de Max Verstappen.

Outra parte da explicação é a primeira parte da corrida de Max, com os pneus macios. A aposta era tentar compensar a desvantagem de largar do lado sujo da pista com a aderência adicional que o composto mais macio traz, o que não foi o suficiente para a Red Bull tomar a liderança na largada.

Para a corrida, o macio seria um pneu pior, e isso ajudou Russell a escapar, parar quando quisesse – bem depois de quem vinha atrás – e controlar o ritmo até o fim.

As vantagens do carro da Mercedes

Mas tudo começa para ele com a pole position, também inesperada e reveladora de uma nova ordem. Em todas as pistas em que foi necessário atacar mais as zebras, lidar com ondulações, e em que o desafio foi colocar temperatura nos pneus dianteiros, eles não foram tão dominantes. Agora, ficam ainda mais atrás para uma volta lançada, fruto da evolução dos rivais, especialmente Red Bull, e de terem parado bem cedo de desenvolver o carro que saiu de Singapura campeão de construtores.

Enfim, a dúvida que tinha ficado depois das derrotas de Monza e Baku foi sanada: não é que a Red Bull conseguiu se encontrar só em pistas de baixa pressão aerodinâmica. O carro melhorou, a McLaren, estagnou-se. E a Mercedes é aquele carro que dá mais confiança para os pilotos atacarem zebras, que fica com os dianteiros mais “ligados” em pistas nas quais há pouca energia indo para eles, como já tinha acontecido no Canadá e em Miami.

Mas houve outro ingrediente que tornou a vitória de Russell ainda mais contundente: mais uma vez, o excesso de controle dentro da McLaren assombrou a corrida dos agora bicampeões mundiais.

Verstappen agradece as regras papaya

Então o cenário era que Piastri largou em terceiro, mas levou um toque de Norris e caiu para quarto, enquanto o companheiro foi de quinto a terceiro. Em teoria, toques não são admitidos nas tais “regras papaya”, e Piastri reclamou, mas ouviu que isso só tinha acontecido porque o inglês tinha se tocado também com Verstappen.

No final das contas, foi mais um aviso para Piastri de é melhor ele, que já teve sua agressividade controlada pelas mesmas regras no passado, trazê-la de volta.

Norris se manteve na cola de Verstappen e Piastri decidiu ver a briga mais de longe, pensando em usar a vantagem que a McLaren ainda tem com os pneus e ficar mais tempo na pista, para tentar atacar no final. 

Mas as regras papaya o limitaram novamente. Seus dois pilotos, na verdade. 

A McLaren chegou a ensaiar tentar um undercut em cima de Verstappen na volta 18, mas havia o grande risco dele voltar atrás de Alonso, então eles desistiram da ideia. Os dois pilotos da McLaren iriam tentar overcuts, mas não puderam: Charles Leclerc parou na volta 21 e Piastri estava perto demais dele, sob o risco de perder a posição de pista para a Ferrari.

Como as regras internas significam que o piloto que está à frente tem que parar antes, para não haver o risco de inversão de posições, eles tiveram que chamar Norris na volta 26 e Piastri na 27. E nenhum dos dois conseguiu criar a diferença de pneus suficiente para usar o ritmo superior que tinham para atacar no final. Em outras palavras, a diferença de 7, ou 8, voltas entre os pneus de Verstappen e da dupla da McLaren + o ritmo superior + DRS, não foram suficientes para gerar a tal diferença de 1s5 necessária para ultrapassar em Singapura.

No final das contas, o holandês saiu no lucro, também pela performance na classificação, pois conseguiu marcar mais pontos que as duas McLaren em um dia (ou uma noite) em que sofreu muito com as trocas de marcha da sua Red Bull.

As outras histórias da corrida

O GP teve dramas atrás dos quatro primeiros. As duas Ferrari sofreram praticamente o tempo todo com problemas de freios, gerando a necessidade de fazerem lift and coast. E foram superadas por Kimi Antonelli – aliás, com uma bela ultrapassagem em cima de Leclerc. 

Lewis Hamilton aproveitou que havia espaço para parar duas vezes sem perder posições e vinha andando forte no final até que seus freios acabaram de vez, o que lhe rendeu uma punição de 5s pelas vezes que cortou curvas por conta disso na última volta.

Ver o rival fazer isso e ainda cruzar a linha de chegada a sua frente deixou Fernando Alonso furioso. Não que ele estivesse em uma tarde ‘zen’ antes disso: largando em décimo e passando Bearman e Hadjar para estar em oitavo já na terceira volta, ele via uma oportunidade de bons pontos, mas uma parada ruim o fez perder terreno.

O espanhol teve que passar novamente por Hadjar, que a essa altura já tinha problemas de motor, mas mesmo assim não vendeu barato a posição, irritando-o ainda mais. E depois Hamilton sem freios ainda terminava à frente dele mas, com a punição, o espanhol subiu para sétimo.

O britânico ficou em oitavo, à frente de Bearman, e Sainz ainda conseguiu um pontinho mesmo tendo largado em 18º. Isso porque ele esperou o máximo possível para parar – até a volta 50 – esperando um SC que não veio. Mas, pelo menos, se livrou do trenzinho de DRS que dominou a corrida daqueles que ficaram fora dos pontos.

Live do GP de Singapura

Quem aí tinha apostado em George Russell na pole position do GP de Singapura? Onde foi parar a vantagem da McLaren? São alguns dos assuntos da nossa live. E é claro também que não dá para ignorar o enorme desgaste que a Band fez especialmente a Mariana passar com a falta de pagamento do repasse ao time in loco.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Desafios de 2026 estão mais claros – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #327

SORTEIO DO MÊS: Coleção de asas históricas da Carv Racing e chapeuzinho de Miami

O sorteio de outubro vai ser em dose dupla novamente! Dentro da parceria do No Paddock com a Carv Racing, eles vão selecionar uma dessas asas de modelos históricos (aguarde as próximas edições da newsletter para saber qual!) e eu também vou sortear o bucket hat do GP de Miami.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos sorteios, que são feitos sempre na última quarta-feira do mês. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

E agora, Horner? – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #326

Vencedores do sorteio do mês!

A Rayssa Carvalho Moraes vai poder escolher uma luminária dessa coleção aqui. E o Mario Buratto vai levar a camiseta oficial da Ferrari do Carlos Sainz (que está em alta agora!). Parabéns!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos brindes, e divulgo o resultado do sorteio na última quarta-feira do mês. Semana que vem eu divulgo os prêmios de outubro!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

O GP das várias histórias improváveis

O GP do Azerbaijão não foi dos mais memoráveis, mas a classificação complicada por uma combinação de pista com baixa aderência, com os carros andando com pouca asa e mais ariscos e principalmente fortes rajadas de vento, misturou o pelotão e rendeu várias histórias, do pior fim de semana da McLaren no ano ao primeiro pódio de Carlos Sainz pela Williams.

A corrida, na verdade, acabou tendo um resultado muito condicionado pela classificação. As ultrapassagens só aconteceram quando havia uma enorme diferença de pneus entre os carros. E mesmo isso não era garantia, especialmente para quem pegou os trenzinhos de DRS que sempre se formam em Baku. A Pirelli bem que tentou movimentar a prova ao levar ao Azerbaijão seus pneus mais macios, mas talvez o melhor teria sido fazer isso e um salto (levando o C3 ao invés do C4, que provavelmente seria lento demais para ser usado na corrida).

No final das contas, o C4 era tão bom para a corrida que até o pole position Max Verstappen escolheu (na verdade, insistiu) largar com o composto. Afinal, depois de uma classificação com seis bandeiras vermelhas, um recorde, largar com os duros seria a melhor forma de aproveitar um SC, pois dá aos pilotos mais maleabilidade na estratégia.

Classificação maluca bagunçou o grid

Mas havia outro fator para explicar a decisão de Verstappen: ao seu redor estavam carros mais lentos que uma Red Bull que, a exemplo de Monza, tinha se encontrado em um setup de pouca carga na traseira (menos que McLaren e Ferrari) e mais na dianteira (do que qualquer um). Carlos Sainz largava em segundo com a Williams, sabendo que o lado par do grid não tinha nem perto o nível de aderência do ímpar, e Liam Lawson largava em terceiro.

Eles estavam ali por conta da classificação acidentada. Apenas no Q3, foram duas bandeiras vermelhas, causadas por Leclerc e Piastri. Hamilton já tinha ficado pelo caminho no Q2. Norris saiu cedo para a última tentativa e com pneus usados, e não passou do sétimo lugar. Tsunoda levou 1s de Verstappen, Russell não estava 100% por conta de uma infecção, Antonelli não passou do quarto lugar.

Lawson já tinha ido muito bem em uma classificação bem difícil em Interlagos em 2024, e sabe-se que o carro da Racing Bulls é uma plataforma mais estável – tanto é que eles colocaram os dois pilotos no Q3. E a Williams tinha emergido como o quinto melhor carro de Baku desde os treinos livres. Sainz aproveitou muito bem a oportunidade, enquanto Albon foi um dos que causaram bandeiras vermelhas.

As disputas da corrida começam a se desenhar

Então a corrida começa com a grande pergunta: haverá oportunidades para esses pilotos que largavam fora de posição – Norris sétimo, Piastri nono, Leclerc décimo, Hamilton 12º – escalarem o pelotão ou seria mais um trenzinho de DRS de Baku?

O grid tinha uma mistura de compostos na tentativa das equipes abrirem essas oportunidades – lembrando que ultrapassagens, com um grid tão apertado em termos de competitividade, só acontecem quando há grandes diferenças de rendimento de pneu ou erros. Verstappen, Russell e Tsunoda no top 10 com duros. Mais atrás Hamilton, Bortoleto, Bearman, Gasly Hulkenberg e Ocon.

Essa provou ser mesmo a melhor estratégia, especialmente para os pilotos que conseguiram estender bastante seu primeiro stint, escapando dos trenzinhos de DRS. E isso ajudou também Verstappen a abrir ampla vantagem e ainda parar depois de todo mundo, em um dia em que a Red Bull fazia tudo o que ele queria, em suas próprias palavras. Foi como se voltássemos a 2023.

Atrás dele, Sainz logo percebeu que sua corrida seria contra quem estava com os pneus duros, e o rival mais próximo era Russell. Enquanto Lawson sabia que teria uma tarde defensiva, tentando usar a recuperação de energia do motor Honda a seu favor, mas tendo que se defender de outro motor japonês, com uma estratégia melhor e um carro melhor, nas mãos de Tsunoda.

Como tudo deu errado para a McLaren

Na primeira corrida em que podiam se tornar bicampeões de construtores, a McLaren teve o pior fim de semana do ano. O carro parecia muito nervoso nos treinos livres e a preparação do time para fazer a classificação com os médios foi por água abaixo com a sequência de bandeiras vermelhas.

Piastri sentia que estava ganhando confiança com o carro quando bateu no Q3, e Norris forçou demais na última tentativa, pegou a pista um pouco mais úmida que os demais, e não passou do sétimo lugar.

Estranhamente, levando em consideração o ritmo que tinham – ritmo esse que não tinha desaparecido, eles simplesmente não tinham aproveitado-o na classificação – eles optaram por largar com os pneus médios.

Para a corrida de Piastri, foi indiferente: ele viveu simplesmente seu pior minuto da curta carreira na F1. Soltou a embreagem antes das luzes vermelhas se apagarem, o anti-stall entrou em ação e ele caiu para último, e poucas curvas depois julgou mal o nível de aderência por fora e bateu, provocando o que seria o único Safety Car da corrida.

Só não seria um fim de semana desastroso para seu campeonato porque Norris não conseguiu aproveitar essa única oportunidade que se abriu na corrida: na relargada, ele inclusive foi ultrapassado por Charles Leclerc, com uma Ferrari com menos asa do que a sua McLaren.

Ou seja, ele não conseguia passar Leclerc e o foco passou a ser cuidar dos pneus para tentar estender ao máximo stint com médios. Charles parou na volta 19 e Norris continuou até a 37, fazendo algum progresso, que foi jogado no lixo por mais uma parada ruim, que o fez perder posição para Lawson e Leclerc de novo. 

Dessa vez ninguém abriu caminho para ele, e o britânico passou Leclerc, mas ficou no meio de um trenzinho com Lawson e Tsunoda, todos com o DRS aberto, e terminou em sétimo, marcando só seis pontos.

A disputa atrás de Verstappen

A Mercedes chamou Antonelli muito cedo para os boxes, na volta 18, na tentativa de fazer um undercut em Lawson. A Ferrari fez o mesmo com Leclerc no giro seguinte, tentando se antecipar ao undercut que a McLaren não iria tentar. Os dois voltaram sem trânsito e obrigaram a Racing Bulls a chamar Lawson na volta 20.

O neozelandês perdeu a posição para o italiano, enquanto os carros que largaram com os duros iam avançando, mantendo um bom ritmo e, agora, sem o trânsito dos carros com médios. 

Que o diga Russell, que tinha ido parar atrás de Tsunoda na relargada, teve que passar o japonês e estava já a 10s de Verstappen quando a Mercedes parou Antonelli, que estava logo à sua frente. Nas 21 voltas seguintes, ele só perderia mais 4s em relação a Verstappen, então o ritmo não era nada ruim para um carro que parecia ser a quarta força por todo o fim de semana.

Hamilton e Tsunoda sem ritmo nos duros

O mesmo não se pode dizer de Hamilton. Largando em 12º, ele ganhou as posições de Alonso e Piastri logo de cara e depois passou Hadjar, de médios. E chega na traseira de Norris. Após algumas voltas, talvez para cuidar das temperaturas, ele faz uma volta mais lenta, fica a 3s de Norris, e depois essa diferença só vai aumentando lentamente. Ao invés de ir ganhando tempo em cima de um carro com pneus médios, ele vai ficando para trás.

A Ferrari chegou em Baku acreditando que seria sua melhor chance de vitória daqui até o fim do ano. Chegou na classificação mirando na pole. Mas mais uma vez Hamilton mudou o acerto, foi no caminho de Charles e se deu mal.

Tsunoda é outro. Ele é passado por Russell na volta 4 e, com o mesmo pneu do inglês, não consegue seguir o ritmo da Mercedes e já está 8s atrás dele quando para na volta 38. A sua parada, na verdade, é uma resposta à tentativa de undercut de Norris – aquela que não vai funcionar por causa da parada lenta da McLaren.

O japonês volta disputando com Lawson, que agora estava com os pneus duros, já bem aquecidos, e leva a ultrapassagem do neozelandês, ficando preso atrás dele até o final da prova mesmo com uma vantagem considerável de pneu.

Sainz assegura seu pódio

Tsunoda seria a maior ameaça ao pódio de Sainz, mas o ritmo no meio da corrida lhe tirou qualquer chance de ameaçá-lo, e Antonelli parou cedo demais para ter pneu suficiente para conseguir atacar o espanhol (eles estavam na mesma estratégia, mas havia uma diferença de nove voltas entre os pneus deles).

Não foi um segundo lugar porque o ritmo de Russell foi suficiente para ele voltar em segundo após a parada, mas foi o primeiro pódio com a Williams, em uma temporada em que Hulkenberg e Hadjar já tinham provado que uma execução perfeita no meio pelotão aliada a um fim de semana que apresentasse oportunidades abriria a porta do pódio.

Live do GP do Azerbaijão

A classificação foi mais longa do que qualquer corrida neste ano e isso já diz muita coisa. Teve líder do campeonato no muro, Sainz pertinho da pole, e Max Verstappen mostrando porque é o melhor piloto da atualidade em uma pista em que não se deu bem no passado e com os pneus “errados”.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

A diferença gritante nos testes para 2026 – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #325

SORTEIO DO MÊS: Camiseta oficial do Sainz na Ferrari e luminária da sua equipe favorita

Eis que eu achei no meio das minhas coisas uma camiseta oficial do Sainz na Ferrari, lindona, e logo pensei “eu tenho que sortear entre os assinantes”. E também vai ter o sorteio de um brinde da Carv Racing: uma luminária dessa coleção aqui (e o ganhador ou ganhadora vai poder escolher a equipe favorita)

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos brindes, e divulgo o resultado do sorteio na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Podcast: Dois pilotos e uma resenha

Essa é a entrevista do pai do Bortoleto que cito no episódio.

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

E agora, McLaren? – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #324

SORTEIO DO MÊS: Camiseta oficial do Sainz na Ferrari

Eis que eu achei no meio das minhas coisas uma camiseta oficial do Sainz na Ferrari, lindona, e logo pensei “eu tenho que sortear entre os assinantes”. E também vai ter o sorteio de um brinde da Carv Racing, fiquem ligados aqui na newsletter ao longo deste mês de setembro.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos brindes, e divulgo o resultado do sorteio na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Como Verstappen venceu em Monza e os jogos da McLaren

Eis que Max Verstappen voltou a vencer, com quase 20 segundos de vantagem para o rival mais próximo, justamente na pista em que a Red Bull mais sofreu 12 meses antes. E Lando Norris contou com a ajuda de seu rival na disputa pelo título para ser segundo depois de dominar Oscar Piastri por todo o fim de semana e ter uma parada lenta no final do GP da Itália.

Como tudo isso aconteceu? Primeiro, a Red Bull agora tem uma asa específica para Monza, ao contrário do ano passado. Segundo, o asfalto super aderente e a pista menos desafiadora do ponto de vista aerodinâmico fazem com que os dois grandes pilares da vantagem da McLaren nesta temporada não façam tanta diferença. Terceiro, a Red Bull descobriu ao longo do fim de semana que, com mais asa dianteira, o carro respondia muito melhor nas entradas de curva, deixando Verstappen muito mais confortável.

Corrida começou animada, depois ficou morna

Ele já tinha demonstrado com a pole position mais veloz da história da F1 que tinha uma ligeira vantagem em uma volta lançada. Na corrida, ela pareceu até maior, pela maneira como o holandês, que chegou a perder a primeira posição para Norris, a recuperou com uma bela manobra por fora na primeira curva.

E também pela forma como começou a abrir para o inglês, que por sua vez tinha uma vantagem confortável em cima de Oscar Piastri. O australiano largou em terceiro, mas perdeu a posição para Charles Leclerc. Ele também fez uma bela manobra por fora na Lesmo, mas já estava a mais de 3s5 de Norris. 

Única chance da McLaren era apostar em um SC

A partir daí, as McLaren tiveram um pouco de graining nos pneus, enquanto Verstappen ia construindo uma vantagem que se estabilizou em 6s. Isso era mais que suficiente para se proteger de uma tentativa de undercut, o que fez a McLaren mudar de rota: em uma tarde de pouco desgaste de pneus, eles seguiriam na pista o maior tempo possível, esperando um Safety Car ou uma bandeira vermelha.

Até porque os pneus de Verstappen acabariam antes. Ele teve bolhas, sintoma de um pneu que está com altas temperaturas em seu interior por muito tempo, e parou na volta 37. Em um mundo ideal, ele esperaria as paradas das McLaren, mas isso não era possível.

Verstappen voltou em terceiro mas andando, claro, muito mais rápido, enquanto Piastri se aproximava de Norris, que tinha forçado demais seus pneus no começo da prova.

Por que a McLaren parou Piastri antes de Norris?

A McLaren, então, buscou calcular o cenário ideal: esperar o máximo possível pela neutralização da prova ao mesmo tempo em que Piastri não chegasse perto demais para conseguir o undercut em Norris, uma vez que ele pararia primeiro. A ideia era sempre manter as posições como elas estavam, então, se houvesse um SC justamente depois do primeiro piloto parar, Norris se beneficiaria.

Mas o que não estava nos cálculos era uma parada 4s mais lenta para Norris, o que fez com que ele voltasse atrás de Piastri. 

Logo ficou claro que a McLaren cobriu vários cenários com os pilotos antes da prova. “A gente falou que um pitstop lento faz parte”, disse Piastri quando o engenheiro pediu para que ele cedesse a posição. “Não entendo qual é a diferença mas, se vocês realmente querem que eu faça isso, vou fazer.”

E foi assim que o líder do campeonato deu passagem para seu rival, com cinco voltas para o final. A McLaren liberou a disputa entre os dois depois disso, mas Norris era simplesmente mais rápido.

Andrea Stella disse após a prova que a McLaren quer inovar em vários sentidos, inclusive na administração dos pilotos. Taí o resultado.

Ferrari fora do pódio e Antonelli decepcionante

As Ferrari ficaram mais longe do pódio do que era de se imaginar após os treinos livres, mas a ultrapassagem de Piastri em Leclerc mostrou que, mesmo com pouca carga aerodinâmica, eles simplesmente não tinham ritmo para andar mais à frente. 

O monegasco foi o quarto e Lewis Hamilton foi o sexto, tendo largado em décimo por conta de uma punição que levou ainda em Zandvoort. Entre os dois ficou George Russell e sua Mercedes lenta nas retas e definitivamente apenas a quarta força em Monza.

Seu companheiro, Kimi Antonelli, teve uma corrida movimentada e “decepcionante” nas palavras do chefe Toto Wolff. Uma largada ruim, saídas de pista, uma punição por lance mais agressivo com Alex Albon, que teve que ir para a grama, fizeram o italiano chegar em nono.

Como Albon bateu Bortoleto

O tailandês ficou com a posição de “melhor do resto”, à frente de Gabriel Bortoleto. Albon largou com os pneus duros e conseguiu ficar muito tempo na pista, até a volta 41. Com essa estratégia, ele fugiu dos trenzinhos de DRS que foram se formando aqui e ali, e também conseguiu um ótimo ritmo com pneus usados no meio da corrida, o que fez com que ele abrisse diferença suficiente para não perder posições quando parou.

Boa parte da corrida de Bortoleto foi contra Albon, ainda que à distância. O brasileiro chegou a emparelhar com Russell na briga pelo quinto lugar, mas passou a primeira parte da prova carregando Alonso consigo: o espanhol tinha pouca velocidade de reta, então grudou no DRS da Sauber e foi fazendo uma corrida de drag até os dois pararem na volta 20.

Sauber e Aston Martin estavam vendo a mesma coisa: Liam Lawson foi o primeiro a parar, estava com pneus duros para ir até o fim, e estava 24s atrás, então eles precisavam cobri-lo.

Mas a parada da Sauber foi lenta, e Bortoleto perdeu a posição para Alonso e para Lawson também.

Menos mal que ele logo se livrou do neozelandês e viu o espanhol abandonar, mas seu ritmo era conservador a essa altura. Ouvindo que poderia forçar mais os pneus, ele apertou o passo, sempre mirando na diferença para Albon.

O fato de Antonelli ter feito ótimas voltas logo antes de parar e ter voltado logo à frente de Bortoleto não ajudou nessa tentativa de seguir o ritmo de Albon, e ele ainda teve que passar Gasly, enquanto o tailandês corria sozinho.No final, mais pontos para a Williams, para a Sauber e para a Racing Bulls, com Isack Hadjar saindo do pitlane depois de trocar o motor para a décima posição, também executando bem a estratégia de duro-médio adotada por Albon.

Live do GP da Itália

Max Verstappen conseguiu a pole position do GP da Itália 12 meses depois de a Red Bull ter sua pior corrida do ano justamente na pista de Monza. Lando Norris vai largar à frente de Piastri e Gabriel Bortoleto sai em sétimo – e poderia ter sido melhor!

Estou aguardando as perguntas de vocês!

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Como Ecclestone ajudou Bortoleto – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #323

SORTEIO DO MÊS: Camiseta oficial do Sainz na Ferrari

Eis que eu achei no meio das minhas coisas uma camiseta oficial do Sainz na Ferrari, lindona, e logo pensei “eu tenho que sortear entre os assinantes”. E também vai ter o sorteio de um brinde da Carv Racing, fiquem ligados aqui na newsletter ao longo deste mês de setembro.

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem aos brindes, e divulgo o resultado do sorteio na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Um golpe duro para Norris e o pódio de Hadjar

Se a pista da Holanda já tinha sido o palco da primeira grande prova da McLaren ano passado, era de se imaginar que o mesmo aconteceria nesta temporada, mas com uma diferença importante: em 2024, Zandvoort foi uma das pistas em que Oscar Piastri sofreu muito em relação a Lando Norris. Em 2025, ele ficou atrás em todos os treinos livres, foi trabalhando aos poucos, e virou o jogo na classificação, tomando a pole position que seria decisiva para a corrida (ou pelo menos até seis voltas da bandeirada).

A situação de Piastri só melhorou quando ele manteve a ponta nos primeiros metros, enquanto Norris via Max Verstappen largar com os pneus macios e tomar a segunda posição (com direito a quase perder o carro na segunda curva).

Isso deu tranquilidade para o australiano, que já tinha aberto 4s5 quando Norris conseguiu passar Verstappen, na volta 9. A partir dali, ele só controlaria o ritmo e, mesmo com os Safety Cars que viriam adiante na prova, nunca pareceu estar efetivamente ameaçado.

Sua situação no campeonato, contudo, melhoraria ainda mais. No final da prova, Norris começou a sentir cheiro de queimado no carro, e logo abandonou com a suspeita de vazamento de óleo. Se ver na frente até sábado de manhã em Zandvoort e terminar com 34 pontos de desvantagem no campeonato não era o que Norris projetava para o GP que venceu em 2024.

Melhor para Isack Hadjar, que tinha colocado a Racing Bulls em quarto em uma classificação complicada por conta do vento, e que teve bom ritmo para fazer seu primeiro pódio na F1.

Dois SC ditam a história da corrida

Atrás da dupla da McLaren, a corrida se desenhou com muito mais oportunidades do que era para se imaginar para um GP da Holanda sem chuva. Isso porque Lewis Hamilton gerou um Safety Car na volta 23 ao errar e bater na curva 3. E depois porque Kimi Antonelli causou o abandono de Charles Leclerc e causou outro SC na volta 53.

A primeira intervenção significou que Verstappen agora estava na mesma estratégia dos pilotos ao seu redor, depois de ter usado o pneu macio no começo. Esse período anterior ao SC, inclusive, foi tenso, com uma garoa caindo sobre o circuito e alguns pilotos esperando para ver se a situação piorava.

Leclerc foi um dos pilotos que pararam logo antes do SC, e com isso perdeu a posição para Russell. O monegasco era quem tentava colocar Isack Hadjar, a surpresa entre os “grandes”, sob pressão, até a parada. Depois, teve uma bela disputa com Russell, passando o inglês, mas ao mesmo tempo danificando seu assoalho.

Com a Mercedes perdendo terreno, Russell ouviu a ordem para deixar Antonelli passar. O italiano tinha largado em 11º e caído para 12º na primeira volta, mas vinha se recuperando. Quando a Mercedes decidiu chamar Antonelli aos boxes na volta 51, a Ferrari decidiu responder com Leclerc. Ele não estava ganhando tempo em relação a Hadjar e poderia ficar exposto a um ataque do italiano no final da prova, apesar de ter dito ao time que estava se sentindo bem com os pneus.

A decisão acabou sendo desastrosa, porque Leclerc saiu do box disputando com Antonelli, que colocou por dentro na técnica curva 3 e bateu com o monegasco, que abandonou. O piloto da Mercedes, por sua vez, foi punido e terminou fora dos pontos.

Isso porque a prova ainda teria mais uma interrupção pela frente por conta do abandono de Norris, enquanto todo mundo chegou muito perto e os 10s que Antonelli recebeu de punição saíram caro.

GP de oportunidades para Bearman e Albon

Mas também tudo isso gerou oportunidades na segunda parte do pelotão e pilotos que não tiveram uma boa classificação conseguiram se recuperar. 

Que o diga Oliver Bearman, que largou do pitlane e terminou em sexto lugar. A aposta da Haas foi de que não choveria no começo da prova, e por isso eles colocaram pneus duros em ambos os pilotos.

A ideia era levar esses pneus o mais adiante possível, e Bearman conseguiu aproveitar o SC da volta 53, aquele do toque entre Leclerc e Antonelli. Essa era a fase mais importante para ter pneus novos, porque estava todo mundo muito junto, e isso ajudou a estratégia a dar certo.

Alex Albon foi o único piloto dessa segunda metade do pelotão que conseguiu fazer a mesma tática dos ponteiros, parando nos dois SC, e conseguiu o quinto lugar com a Williams depois de ter largado em 15º.

Stroll e Alonso conseguiram pontuar mesmo parando antes dos SC, indicando também que o ritmo era bom.

Tudo deu errado para Bortoleto

Já a corrida de Gabriel Bortoleto foi completamente o oposto de tudo isso. Ele estava largando em 13º, teve uma largada ruim e caiu para penúltimo. Passou Stroll, mas levou o revide do canadense e, no lance, teve um dano na sua asa dianteira.

O brasileiro pediu para parar e foi chamado segundos antes do SC ser acionado pela batida de Hamilton, e mesmo assim não trocou a asa. Na segunda intervenção, a opção foi por ficar na pista mas, com pneus de quase 40 voltas, ele foi sendo passado um por um na relargada. Teve que parar uma segunda vez de qualquer maneira e terminou em 16º.

Live do GP da Holanda

Oscar Piastri cresceu na hora certa e fez a pole position para o GP da Holanda, depois de ter sido mais lento que Lando Norris por todo o fim de semana. E Max Verstappen fez o mesmo, apareceu só no Q3 para ser terceiro (com direito a um setor roxo no final que levantou a galera).

Tem também outras histórias rolando, com mais e mais comprometimentos para fazer as regras de 2026 funcionar e a estratégia da Cadillac para ter um piloto americano.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Tudo sobre a Cadillac – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #322

E os vencedores do sorteio do mês são…

Rolou sorteio duplo em agosto! Sussumu Eda, assinante do Setor B e membro de longuíssima data, vai receber em casa o boné oficial da Alpine. E a Ana Beatriz Sitjar, assinante VIP, foi a sortuda que vai levar a miniatura da Lotus no estilo “lançamento”, na parceria com a Carv Racing.

Parabéns!

E fiquem ligados que semana que vem eu revelo o que vou sortear em setembro. E TODOS os assinantes concorrem!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Podcast O que dá para esperar da Audi

Essa história da recuperação da Sauber, que foi da pior equipe disparada em 2024 para a disputa do quinto lugar nesta temporada só mostra como as diferenças entre os times estão pequenas, mas pode não significar mais nada quando chegar o novo regulamento em 2026.

A preparação da Audi foi cheia de correções de curso, numa história que eu conto neste podcast, com a ajuda de ninguém menos que Mattia Binotto, Jonathan Wheatley e Gabriel Bortoleto. Com tudo o que aconteceu e o tamanho do desafio diante deles, é irreal até projetar que eles estarão neste mesmo lugar em que estão hoje daqui seis meses nos testes. Mas o foco não é 2026: a meta é vencer corridas e disputar campeonatos a partir de 2030.

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Voltando a esquentar os motores – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #321

Sorteio duplo em agosto!

Assim como em julho, vou fazer um sorteio de dois itens no final do mês: um boné oficial da Alpine e a miniatura estilo “apresentação de carro” da Lotus de 85/85) um item oferecido pela Carv Racing por meio de uma parceria com o No Paddock da F1 com a Ju!

Lembrando que TODOS os assinantes do No Paddock concorrem aos brindes e o sorteio é feito na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Bortoleto sobe, Hamilton desce – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #320

Sorteio duplo em agosto!

Assim como em julho, vou fazer um sorteio de dois itens no final do mês: um boné oficial da Alpine e a miniatura estilo “apresentação de carro” da Lotus de 85/85) um item oferecido pela Carv Racing por meio de uma parceria com o No Paddock da F1 com a Ju!

Lembrando que TODOS os assinantes do No Paddock concorrem aos brindes e o sorteio é feito na última quarta-feira do mês.


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Norris largou atrás e teve a melhor estratégia: como explicar?

Quando a primeira volta do GP da Hungria acabou, a corrida se desenhava terrível para Lando Norris: tendo perdido duas posições nas primeiras curvas, ele estava em quinto em uma pista em que é preciso criar um grande delta para conseguir passar, enquanto Oscar Piastri só tinha a sua frente Charles Leclerc. Dada a superioridade da McLaren, parecia uma questão de tempo até que o australiano superasse o monegasco, que largou na pole após fazer um ótimo trabalho em uma sessão em que as condições climáticas foram mudando rapidamente.

Como as ultrapassagens são difíceis, o mais provável era que ele conseguisse isso com um undercut, ou mesmo um overcut, tamanha a vantagem de rendimento da McLaren, que permitiria que ele seguisse Leclerc de perto sem perder tanto rendimento de pneus. O próprio Norris certamente se recuperaria e teria como alvo também superar Leclerc.

O que ninguém poderia imaginar era que, em uma prova sem erros de Piastri, Norris conseguiria terminar à frente do líder do campeonato.

Undercut que deu errado foi a sorte de Norris

Isso só foi possível porque a McLaren deu estratégias diferentes a seus pilotos. E a melhor tática seria a do piloto que se classificou atrás e que fez uma primeira volta ruim.

Tudo começa lá pela volta 16, quando Piastri ouve que é a hora de acelerar. Ele estava a 3s de Leclerc, e diminui a desvantagem para 2s5. Talvez temendo que a Ferrari chamasse Leclerc e a tentativa de undercut não desse certo, a McLaren para Piastri na volta 18. São 70 voltas na corrida e, a essa altura, o foco era uma tática de duas paradas para os pilotos da parte da frente do pelotão. Mas 2s5 não é suficiente para o undercut, a Ferrari responde na volta seguinte com Leclerc, e os dois seguem na mesma ordem.

As simulações das equipes apontavam mesmo que fazer duas paradas era uma maneira mais rápida de terminar a prova, mas por uma pequena margem. E como parar duas vezes significava pegar mais trânsito para quem largasse mais atrás (porque a tendência é que os melhores carros consigam abrir diferença suficiente para evitar isso), pilotos que estavam largado mais à frente do que imaginavam, como as duas Aston Martin – quinta a sexta colocadas – e Gabriel Bortoleto – sétimo – já saíram com o plano de parar só uma vez.

Depois que o undercut de Piastri não funcionou, a McLaren passou a estudar outra opção para Norris, que tinha passado Alonso e estava travado atrás de George Russell. O inglês parou junto com Leclerc, bloqueando a possibilidade de Norris tentar, também, um undercut (que muito provavelmente conseguiria fazer, já que a diferença entre os dois era mínima, mas é claro que a McLaren tinha que focar primeiro na corrida de Oscar).

Norris faz os pneus durarem e isso abre possibilidades

Essa acabou sendo a sua sorte. Primeiro, a McLaren pensou em tentar um overcut simples, mas mantendo Norris em duas paradas. Mas o ritmo dele era constante, os pneus estavam durando, e eles mudaram o plano: Norris iria até a volta 31 e pararia só uma vez.

Aliás, dá para notar que os planos mudaram pela volta da parada: os pilotos que já tinham começado a prova com o ritmo controlado pela tática de uma parada pré-definida, como Alonso e Bortoleto, pararam dez voltas depois de Norris.

Na disputa de Piastri e Leclerc, a McLaren ainda tinha a segunda parada para tentar novamente um undercut. Mas a mensagem “pare para fazer undercut no Leclerc” fez a Ferrari antecipar seu pitstop.

Piastri seguiu na pista porque os cálculos da McLaren já apontavam outro problema: ele teria que passar Leclerc na pista e depois ir atrás do próprio Norris. Então eles criaram um tyre offset de cinco voltas para ajudá-lo na ultrapassagem em cima da Ferrari. E 14 voltas em relação ao companheiro.

Quando Piastri voltou de seu pitstop, com 25 voltas para o fim, estava a 12s de Norris e a 5s de Leclerc. Ele passou rapidamente pelo monegasco, que estava tendo seus próprios (e misteriosos) problemas em uma Ferrari que, depois do segundo pitstop, ficou praticamente inguiável, aumentando os rumores de que eles, na verdade, ainda não resolveram as questões da altura do carro.

Piastri foi à caça de Norris, teve uma (meia) chance de ultrapassar, forçando bastante a freada da primeira curva na penúltima volta e ouvindo da equipe que “não é assim que a gente disputa posição”, mas a vitória ficou com o piloto inglês, pela terceira vez em 4 GPs.

Já Leclerc viu seu ritmo despencar após a segunda parada. A equipe suspeitou de um ajuste de asa dianteira mal feito na parada, mas logo descartou. Sabe-se que os pilotos ferraristas têm de adotar algumas táticas para evitar o desgaste excessivo da prancha de legalidade, mas a perda era de 1s por volta e acabou custando também a terceira posição para Russell.

Bortoleto entre dois campeões

Bem mais atrás dos quatro primeiros, Fernando Alonso conduzia uma estratégia de uma parada com uma Aston Martin que casou bem com a pista da Hungria. Ele teve Gabriel Bortoleto por perto nas primeiras voltas, com o brasileiro, que passou Lance Stroll na largada, entre o bicampeão e Max Verstappen.

Na volta 17, a Red Bull antecipou a parada de Verstappen para que ele fizesse um undercut em Bortoleto e a Sauber não respondeu. O plano era levar o pneu médio o mais adiante possível, esperando todo mundo parar para não voltar no trânsito, e só parar uma vez. 

Foi o que eles fizeram nas voltas 39 e 40. A essa altura, Verstappen subiu para quinto e ouviu da Red Bull que poderia tentar ir até o final, mas isso não daria certo com um carro tão desequilibrado como o dele neste fim de semana. E o holandês parou novamente com 22 voltas para o fim, voltou em nono e lá ficou, travado pela muralha Liam Lawson, que de certa forma se vingou um pouco da forma como foi tratado na Red Bull no início do ano.

Mais a frente, Bortoleto chegou a ensaiar ir para cima de Alonso e a diferença, que chegou a ser de 8s5, foi para menos de 2s. Mas o espanhol só estava administrando combustível e logo abriu novamente. Mesmo assim, Bortoleto conquistou um sexto lugar em mais um fim de semana bastante consistente.

Live do GP da Hungria

O que dizer dessa classificação do GP da Hungria? Leclerc na pole, Aston Martin no top 6, Bortoleto em sétimo na frente de Verstappen, Hamilton dando declarações fortes. Só acho que a gente tem bastante assunto para a live do GP da Hungria. Inclusive, é bem possível que a gente tenha o campeão da F3 já decidido também…

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Troca de engenheiros para Hamilton, alerta na Mercedes – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #319

Você pensou que hoje sairia só o vencedor do boné da ApexGP, mas tem SORTEIO SURPRESA!

Além do boné da equipe de Sonny Hayes no filme F1, também estou sorteando nesta quarta-feira a luminária de Interlagos, mais um item oferecido pela Carv Racing por meio de uma parceria com o No Paddock da F1 com a Ju!

Então vamos lá para os vencedores:

Boné da ApexGP: Lucas Pereira de Lima

Luminária de Interlagos: Anna Carolina Heluany Pires

Lembrando que TODOS os assinantes do No Paddock concorrem aos brindes e mês que vem tem mais!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Os detalhes da vitória de Piastri e por que Hamilton parou em Albon

Fazer a pole position em Spa-Francorchamps não é garantia de nada, mas Lando Norris estava em uma ótima posição para manter a ponta quando o GP da Bélgica finalmente começou 1h30 depois do horário marcado para a largada, devido a um misto de chuva e de muito zelo da direção de prova porque Spa é Spa e porque os pilotos tinham reclamado das condições em que pilotaram em Silverstone na etapa anterior.

Norris estava começando a prova com spray ainda na pista e com uma largada em movimento, dois fatores que poderiam garantir que ele saísse da Les Combes em primeiro. Mas um problema de oferta de energia elétrica (que Andrea Stella deu a entender que tinha acontecido em ambos os carros, mas não quis confirmar), mais uma saída não tão boa da La Source e uma levantada de pé maior que Piastri na Eau Rouge cancelaram: o australiano passou e tomou a liderança.

Era o cenário perfeito para o líder do campeonato, que estava com um acerto mais voltado à chuva que o companheiro e tinha que aproveitar aquele momento. Primeiro porque a pista estava secando, segundo porque seria difícil passar com menos velocidade de reta ao longo da prova.

E também porque ficar em segundo em uma dobradinha nesta condição de ter que reagir rápido a uma pista que está secando, e essa pista ser a mais longa do campeonato, não é nada confortável. Porque se você estiver muito perto, ou terá que esperar uma volta a mais que o líder, ou terá que entrar junto e esperar sua parada.

Hamilton é o primeiro a parar, Norris adota tática diferente

Era a volta 11 (sendo que as quatro primeiras foram sob Safety Car) quando Hamilton, já 33s atrás do líder, foi o primeiro a tomar a decisão de trocar os intermediários pelos pneus de pista seca. Gasly, Hulkenberg e Alonso o seguiram na mesma volta.

Repare que todos eles estavam longe dos líderes e os tempos de volta estavam em cerca de 2 minutos. Era o setor 2 que estava mais molhado, então as equipes precisavam esperar que eles passassem por eles para decidirem se era mesmo a hora de parar. Então os chamados ao boxes vieram bem tarde para os líderes.

Para Norris, como a equipe queria discutir se ele queria o pneu duro para ter algo diferente em relação a Piastri, isso quis dizer que ele deu uma volta a mais. Aí, já perdeu mais tempo. E a parada lenta também não ajudou.

O inglês, que estava a 2s de Piastri quando o australiano parou, na volta 12, agora tinha 9s de desvantagem. Mas tinha o pneu duro, que iria até o final e que, por algum motivo, funcionava na McLaren.

Parar ou não parar de novo?

Logo após o pitstop, Piastri não sabia se teria de parar novamente. Mas a corrida estava se mostrando bastante travada no pelotão, o pneu duro de Norris não estava tão lento, e ele julgou que o mais difícil seria ter que passá-lo novamente na pista.

Seu trabalho, então, era manter a distância e ao mesmo tempo cuidar dos pneus.

Enquanto Piastri fazia a sua parte, Norris cometia alguns erros e perdia tempo em sua caça ao companheiro. Mas, de qualquer maneira, o australiano parecia ter tudo sob controle, a julgar pelo 1min45s7 que fez na penúltima volta, muito próximo do que Norris vinha virando.

Foi um fim de semana muito igualado entre eles em termos de performance, mas em que a execução de Piastri fez a balança pender para o seu lado.

Leclerc segura Verstappen pelo pódio

Vinte segundos atrás dessa briga, Charles Leclerc passou por maus bocados na primeira parte da prova, quando o acerto de mais pressão aerodinâmica de Verstappen fazia com que o holandês conseguisse pressioná-lo muito fortemente, ainda com a pista molhada.

A manutenção da terceira posição após as paradas praticamente selou o pódio da Ferrari, porque agora as condições estavam mais favoráveis para o carro vermelho, que voava nas retas. Mas Verstappen se manteve muito próximo o tempo todo, esperando um erro que não veio.

Vinda bem de trás depois de uma mudança de acerto apostando na chuva, Lewis Hamilton, que largou em 18º, passou Stroll, Sainz, Colapinto, Hulkenberg e Gasly nas sete voltas de bandeira verde antes de ser o primeiro a parar para colocar pneus de pista seca na volta 11. Com isso, ele conseguiu um undercut poderoso, passou Lawson na saída do box e foi parar em sétimo.

Ali, com a pista secando e o acerto com mais asa, ficou preso atrás de Alex Albon e ainda teve que fazer lift and coast na parte final da prova. Mas saiu do carro se dizendo otimista com a nova suspensão da Ferrari e atualizações que o lado dele da garagem ainda não tinham usado.

Bortoleto volta aos pontos

Atrás de Albon e Hamilton estavam Liam Lawson e Gabriel Bortoleto, que tiveram um desempenho bem parecido por todo o fim de semana. Hadjar na verdade tinha largado à frente dos dois, mas teve um problema no carro e perdeu muitas posições.

Lawson e Bortoleto estavam separados por 2s quando pararam no box, uma volta após Hamilton e companhia, na mesma volta da maioria dos outros pilotos. Os dois foram passados por Hamilton e, na volta 13, Lawson saiu de frente na La Source, Bortoleto estava colado e teve que frear muito, e Hulkenberg aproveitou e passou o brasileiro.

Lá se passaram algumas voltas em que Bortoleto pedia a posição de volta por sentir que estava mais rápido. “Não, os dois estão seguros por Lawson”, ouviu.

Mas foi ficando claro que Hulkenberg estava sofrendo com os pneus, e a equipe ordenou a troca na volta 19.

Bortoleto perdeu 2s em relação a Lawson com isso, mas o neozelandês depois demonstrou que tinha mais ritmo, enquanto Hulkenberg, que estava com o acerto mais voltado para a chuva, passou a sofrer tanto que pediu para parar uma segunda vez.

Ele voltou em 14º, andando 2s por volta mais rápido do que quem ia a frente (as Haas e Tsunoda, que eram seguros por Gasly com seu acerto de pouca pressão aerodinâmica), mas não conseguiu abrir caminho, mostrando a cara da corrida da Bélgica, em que quem não aproveitou os momentos-chave muito em função de qual configuração tinha escolhido para a corrida, ficou onde estava.

Live do GP da Bélgica

Lando Norris deu o troco em Oscar Piastri e vai largar na frente na Bélgica, numa corrida que pode ser disputada sob chuva. Alex Albon foi um destaque da classificação e colocou a Williams em quinto, e Gabriel Bortoleto viveu uma montanha-russa na classificação para ser décimo. E tem também todo o extra-pista, sobre Verstappen, Cadillac e mais.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Chuva em Spa, dúvidas sobre 2026 – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #318

SORTEIO DO MÊS: Boné da equipe do Brad Pitt e mais uma surpresa

Aproveitando o lançamento do F1: O Filme, olha o que eu vou sortear neste mês de julho. Sim, é o boné oficial da equipe fictícia de Sonny Hayes!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem e eu divulgo o resultado na última quarta-feira do mês por aqui. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Podcast com Fernando Paiva (parte 2) e como os contratos da F1 não valem nada

Esse podcast vai te ajudar a entender melhor como realmente funcionam os contratos da Fórmula 1 e o tanto que dá para confiar neles – spoiler, não muito. Na segunda parte do papo com Fernando Paiva, falamos sobre como Christian Fittipaldi quase foi para a McLaren, como Nelson Piquet não queria de jeito nenhum que seu filho se tornasse piloto Briatore, e também sobre como o engenheiro de pista de Lewis Hamilton, Riccardo Adami, fez de tudo para trabalhar com o britânico.

O que une todas essas pessoas? Uma testemunha ocular, o brasileiro Fernando Paiva.

Aqui está a primeira parte da conversa, em que a gente foca mais na parte de engenharia – e também acaba falando bastante de Ferrari e também do que depende o sucesso do Newey na Aston Martin.

Deixo aqui o podcast que gravei com o sócio do Fernando na empreitada da Minardi, Octávio Guazzelli. Vale muito a pena conferir!

Confira os outros episódios clicando aqui. Se você é assinante VIP, Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o arquivo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

Os Podcasts fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Quantas corridas de graça? – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #317

SORTEIO DO MÊS: Boné da equipe do Brad Pitt e mais uma surpresa

Aproveitando o lançamento do F1: O Filme, olha o que eu vou sortear neste mês de julho. Sim, é o boné oficial da equipe fictícia de Sonny Hayes!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem e eu divulgo o resultado na última quarta-feira do mês por aqui. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

A queda de Horner – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #316

SORTEIO DO MÊS: Boné da equipe do Brad Pitt e mais uma surpresa

Aproveitando o lançamento do F1: O Filme, olha o que eu vou sortear neste mês de julho. Sim, é o boné oficial da equipe fictícia de Sonny Hayes!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem e eu divulgo o resultado na última quarta-feira do mês por aqui. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Hulkenberg de 19º a terceiro e a vitória jogada fora por Piastri

Imagine que você viu o filme F1 nos cinemas e o primeiro GP que você assistiu foi o GP da Grã-Bretanha, com o Nico Hulkenberg conquistando, aos 37 anos, seu primeiro pódio com a equipe que passou o ano anterior segurando a lanterna. Foi um misto de escolhas certas em uma tarde com chuva, sol, chuva, e um ritmo que nem a Sauber sabe muito bem de onde veio.

E mais: seu primeiro contato com a F1 de verdade seria Max Verstappen saindo da pista em relargada, Oscar Piastri perdendo uma corrida que parecia ganha de um jeito difícil de explicar, Ferrari e Mercedes lutando no meio do pelotão… coisa de Hollywood!

Quem sobreviveu ao caos foi Lando Norris, para vencer pela segunda vez seguida na temporada, pela primeira vez em casa, diminuindo sua desvantagem no campeonato para 8 pontos.

Silverstone sendo Silverstone e os primeiros erros

A previsão até a madrugada de domingo era de que choveria de manhã, mas pararia horas antes da largada. Com isso em mente e tendo mais uma vez chegado a uma sexta-feira com um acerto equivocado, a Red Bull decidiu equilibrar as saídas de frente do carro tirando carga da traseira.

Era um caminho que a Ferrari também tinha escolhido, ainda que de maneira menos pronunciada. Daria certo no seco. No molhado, o carro ficaria muito mais arisco.

Eis que cai uma pancada quando os carros estão indo para o grid. E depois sai o sol.

Na volta de apresentação, os pilotos reportam que há trechos secos e outros, nem tanto. George Russell, em quarto no grid e Charles Leclerc, em sexto, resolvem parar ao fim da volta de apresentação. Vendo os ponteiros parando, Gabriel Bortoleto também decide entrar para trocar os intermediários pelos pneus de pista seca.

Seria uma decisão desastrosa para o brasileiro, que perdeu o controle do carro na volta 4 e abandonou. Russell, Leclerc e Bearman, que também parou, a pedido da equipe, perderam bastante tempo com essa decisão também, assim como Antonelli, que parou na primeira volta.

Tanto, que Lance Stroll, que decidiu parar na volta 6 também para colocar slicks, voltou à frente desse grupo.

Como Hulkenberg saiu de 19º para a briga pelo pódio

Quando o canadense parou, ele já conseguia ver as nuvens muito ameaçadoras se aproximando e sabia que teria algumas voltas para ganhar terreno com o pneu de pista seca e logo teria que parar diferente.

Mas por que isso fazia sentido e como ele conseguiu voltar basicamente a onde estava quando a chuva realmente chegou, na volta 11?

É porque os pilotos que pararam na volta de apresentação não estavam malucos: a pista realmente tinha várias curvas secas, e isso fazia com que os pneus intermediários não sobrevivessem por muito tempo. Então todo mundo que largou e ficou com intermediários teria que parar mais uma vez se toda aquela água caísse mesmo.

Mas e se você conseguisse se antecipar a isso e já estar com o pneu certo antes do chuvão? É algo sempre complicado porque, se você der duas voltas que seja com o intermediário numa pista quase seca, a vantagem de ter parado antes desaparece. E foi aí que entrou a sorte de Hulkenberg: seu pneu estava desgastado e isso ditou mais o momento da parada do que a exatidão da previsão da Sauber.

Mas deu certo. Ele parou na volta 9, a chuva apertou na 10 (quando Stroll parou novamente) e o restante só fez a troca na volta seguinte, e com tanta força que gerou um SC. 

Stroll e Hulkenberg, que tinham largado em 17º e 19º, e tinham subido para a 10ª e 11ª posições antes da chuva apertar, se viram em quarto e quinto com esse undercut.

Verstappen vê sua corrida ir de mal a pior e Piastri joga fora a vitória

Largando em uma inesperada pole position, Max Verstappen sabia que teria uma tarde bem difícil se a chuva voltasse. Mas mesmo com a pista úmida, as coisas não pareciam bem para ele, que escorregava demais nas curvas com sua asa traseira bem menor que a do segundo colocado Oscar Piastri e do terceiro Lando Norris, e que fazia com que ele usasse mais o pneu.

Ele seria ultrapassado pelas duas McLaren – inclusive saindo da pista na frente de Norris – antes da chuva forte cair, e só recuperou a posição com Lando por um problema no pit stop do britânico.

Mas isso não duraria muito. Na relargada da volta 21 (já com a pista menos molhada e depois também de um acidente com Isack Hadjar), o líder Piastri freia bruscamente, indo de 218 para 52km/h e é punido por pilotagem errática atrás do Safety Car. Logo depois, instantes antes da relargada, Verstappen perde o controle do carro e vai parar em décimo.

A punição é de 10s e seria paga na segunda parada dele, para trocar os pneus intermediários pelos de pista seca. Sem conseguir abrir 10s para Norris, isso quis dizer que ele voltou em segundo após a parada e viu o companheiro vencer pelo segundo fim de semana seguido.

Pódio de Hulk ou o primeiro de Hamilton na Ferrari?

Tudo isso aconteceu após o SC e ainda faltavam 30 voltas para o final. Stroll era o terceiro e Hulkenberg, o quarto, com Gasly em quinto e Hamilton em sexto. O britânico largou efetivamente em quarto e lá ficou, sem conseguir seguir as McLaren. 

Quando a chuva apertou, Hamilton perdeu muito tempo em sua última volta antes de entrar, pois seus intermediários já estavam muito destruídos. Foi assim que ele se viu em oitavo após a parada, pois tinha levado o undercut de quem parou antes.

Ele foi se recuperando e, na volta 27, estava atrás de Hulkenberg. Os dois passaram Stroll e passaram a disputar o pódio. Seria o primeiro de Hulkenberg ou o primeiro de Hamilton na Ferrari?

Hamilton chegou em Hulkenberg, mas não com uma diferença de performance – que, em Silverstone, é calculada entre 4 e 5 décimos – suficiente para passar e reportava que era difícil segui-lo de perto. A pista estava secando, então o pódio seria decidido pela escolha certa na hora de trocar os intermediários pelos pneus de pista seca.

“Tem alguém com slicks?”, pergunta Hamilton na volta 40. Alonso e Russell tinham parado e a Ferrari monitorava seus tempos. Alguns trechos ainda estavam molhados demais e Alonso era 8s por volta mais lento. No giro seguinte, Hamilton pede para parar e para colocar o pneu macio.

Era um pouco cedo ainda. Ele sai da pista duas vezes e o undercut que estava tentando fazer em Hulkenberg não funciona. O alemão para na volta seguinte, volta 8s na frente, já tendo a informação de que o rival teve dificuldades no primeiro setor. Ele tem muito cuidado ali, e não vive o mesmo drama. Nas 10 voltas que voltam, Hamilton não consegue diminuir a desvantagem a tempo e o alemão leva a Sauber ao pódio.

Live do GP da Grã-Bretanha

Mais uma “daquelas” poles de Max Verstappen em uma classificação super igualada em Silverstone. Mas será que ele vai conseguir aguentar a pressão das duas McLaren? E Mercedes e Ferrari conseguirão entrar na disputa pelo pódio?

Para o horário da live, atendendo a pedidos, vou fazer duas horas antes da largada, então às 9h da manhã do domingo. E aviso que só posso ficar no máximo até às 10h porque caso contrário não consigo entrar no grid.

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Futuro de Verstappen, evolução de Bortoleto – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #315

SORTEIO DO MÊS: Boné da equipe do Brad Pitt e mais uma surpresa

Aproveitando o lançamento do F1: O Filme, olha o que eu vou sortear neste mês de julho. Sim, é o boné oficial da equipe fictícia de Sonny Hayes!

Lembrando que TODOS os assinantes concorrem e eu divulgo o resultado na última quarta-feira do mês por aqui. Boa sorte!


As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

GP de grandes performances e uma lavada da McLaren

Foi um fim de semana cheio de ótimas performances. Lando Norris chegou ao Red Bull Ring dizendo que, se pudesse escolher um lugar para recobrar sua confiança depois da batida de Montreal, selecionaria o palco do GP da Áustria. E nem precisou fazer todos os treinos livres (no primeiro, cedeu o carro para o novato Alex Dunne) para dominar Oscar Piastri nos treinos e classificação, e depois controlar todas as tentativas de ataque do piloto australiano para vencer e diminuir sua desvantagem no campeonato para 15 pontos.

A Ferrari também teve sua redenção. Uma atualização no assoalho e difusor deixou o carro muito mais confortável para Charles Leclerc e Lewis Hamilton tentarem tirar o máximo de desempenho em uma volta lançada, e o monegasco chegou a se classificar em segundo. E terminou no pódio novamente, em terceiro, atrás de Piastri.

Gabriel Bortoleto conquistou seus primeiros pontos na F1 e foram logo quatro, resultado de um final de semana inteiro dentro do top 10, algo que dá para explicar em parte pela atualização da Sauber, um segundo passo depois das novidades da Espanha, e por quão confortável ele se sente no Red Bull Ring.

E Liam Lawson foi o melhor carro da Red Bull no sábado e terminou a corrida em sexto com a estratégia de uma parada que ajudou o piloto da Racing Bulls e Fernando Alonso, outro que teve uma performance marcante e inteligente, a somarem pontos.

Verstappen sai do páreo na terceira curva

Na largada, Norris manteve a ponta, Piastri deixou Leclerc para trás e Kimi Antonelli julgou mal a freada da curva 3, atingindo Max Verstappen, que tinha largado em sétimo lugar depois de uma classificação em que não conseguiu se entender com a sua Red Bull. 

A questão era se Piastri conseguiria fazer frente a Norris, o que foi respondido rapidamente. Usando as três zonas de DRS do Red Bull Ring, o australiano ficou sempre na cola do companheiro, de uma maneira inteligente. Com a asa móvel ativada, ele forçava o companheiro a usar mais a bateria no meio da volta, então sempre conseguia ficar a menos de 1s de distância.

Isso, mesmo com o forte calor do domingo na Áustria, o que geralmente pune os pneus e os carros no Red Bull Ring. Mas não a McLaren, que cresce em relação aos rivais quando está mais quente.

Para completar, uma mudança na suspensão deixou o carro mais plantado nas entradas das curvas mais rápidas. 

Eles, então, não tiveram rivais e, mesmo brigando entre si, abriam vantagem.

E quase batem, quando Piastri resolve atacar na curva 4, frita o pneu, e chega perto de bater com o companheiro

A McLaren então lhe dá a opção de parar uma volta depois, numa estratégia mais convencional, ou criar um offset, uma diferença de número de voltas entre seu segundo jogo de pneus e o de Norris. E é isso o que ele escolhe, parando quatro voltas depois. Isso lhe daria uma vantagem de 0s2 por volta e Piastri volta a chegar próximo de Norris, mas este stint, com os pneus duros, é muito consistente.

Então Piastri consegue se aproximar novamente, mas aí Norris já tem o controle e consegue neutralizar a vantagem que o companheiro tem com o pneu. No último stint, os dois voltam para o pneu médio, com Piastri sempre por perto, colocando pressão em Norris enquanto ele tem que lidar com retardatários, mas o inglês, desta vez, não erra.

Uma vitória importante para a confiança de Norris, ainda mais depois de um roda a roda que ele ganhou.

Ferrari cresce, mas tem problemas

Leclerc e Hamilton, contudo, tinham seus próprios problemas, sendo instruídos pela Ferrari a fazerem lift and coast para preservar os freios e as pranchas de legalidade. Os dois pilotos tiveram corridas solitárias, com Leclerc conseguindo desde o início ter uma vantagem em relação a Hamilton, que chegou a pedir para ficar na pista quando foi chamado aos boxes para sua segunda parada, mas não foi ouvido pelo time.

Era um risco desnecessário. Russell já tinha parado duas vezes e, antes disso, estava a 11s de Hamilton. Caso o pneu sofresse uma queda de rendimento, a Ferrari perderia uma posição sem motivo algum para ter corrido o risco.

Russell, duas semanas depois da vitória do Canadá, levou uma Mercedes que realmente não gosta do calor para casa com um quinto lugar.

As corridas de Lawson, Alonso e Bortoleto

Bortoleto saiu prejudicado da confusão provocada por Antonelli, tendo que ir para fora da pista para evitar Verstappen. Por dentro, Pierre Gasly e Alex Albon ultrapassaram o brasileiro. E atrapalharam seu ritmo nas primeiras 12 voltas. Gasly estava com os pneus macios e adotava um ritmo mais lento, e Albon abandonou logo após parar no box pela primeira vez.

Isso gerou dúvidas no pitwall da Sauber. Eles entendiam que a tática de uma parada era muito próxima em termos de tempo total que a tática de duas, e foram para a corrida sem uma decisão tomada a respeito do que seria melhor para Bortoleto, até porque sabiam que Liam Lawson, que tinha largado à frente dele, e Fernando Alonso, que largava em 12º, muito provavelmente iriam tentar fazer uma parada por não terem pneus médios ou duros suficientes para tentarem fazer algo diferente.

Eles decidiram se comprometer com a estratégia de duas paradas na volta 21, quando Bortoleto pediu para parar. Ele voltou no trânsito, e esse foi o segundo golpe na sua corrida.

Isso porque era o momento de ganhar tempo em relação a Lawson e Alonso, que já estavam bem lentos. Mesmo no trânsito, ele ganhou 5s em cima deles nessa fase, o que indica que poderia ter se aproximado muito mais antes da parada de ambos, nas voltas 32 e 33.

A tática inteligente de Alonso

E por que eu digo “de ambos”? É como se eles tivessem feito uma só corrida porque, sabendo que não tinha ritmo e, principalmente, não tinha velocidade de reta, Alonso só se certificou de que estava no DRS de Lawson e fez com que o neozelandês o carregasse por quase toda a prova, aproveitando que o circuito Red Bull Ring tem o maior percentual de tempo de volta com a asa móvel aberta.

Quando eles pararam, Bortoleto tinha 15s de vantagem e precisaria ou abrir mais uns 7s, o que era improvável porque agora eles tinham pneus novos, ou tentava ir o mais adiante possível para ter pneus novos para atacar no final.

Nesse momento, ele está a apenas 2s5 de Russell e o inglês é avisado que tem de aumentar o ritmo. E o faz. É um ritmo que a Sauber não tem, então o que a equipe espera é o momento de colocar o último jogo de pneus do brasileiro.

Eles demoram um pouco para fazer isso. Parando duas voltas antes, ele teria perdido 2s a menos e voltaria a 12s de Lawson com 20 voltas para o final.

Ele voltou com mais de 14s de diferença e chegou em Alonso com cinco voltas para o final. O espanhol já não tinha o DRS de Lawson, mas conseguiu uma ajudinha no final com o líder Norris e se manteve na sétima colocação, com Lawson em sexto. E Bortoleto ficou com o oitavo lugar.

Como Hulkenberg foi de último para nono

Mas o oitavo lugar de Bortoleto não seria o único resultado positivo da Sauber no GP da Áustria. Nico Hulkenberg tinha largado em último, com os pneus macios. A tática era parar cedo e fugir de qualquer trenzinho de DRS que pudesse se formar, correndo com pista livre e usando o ritmo que a Sauber tinha, e que não foi aproveitado pelo alemão por um erro na classificação.

E ele usou esse ritmo no domingo: penúltimo quando parou, na volta 12, ele caiu para a última posição e, depois que todos fizeram a sua primeira parada, era nada menos que sétimo. Depois, o alemão parou de novo na volta 42, voltou em 11º e ganhou duas posições com a parada de Ocon e ultrapassando Hadjar. Com isso, Hulkenberg pontuou pelo terceiro GP seguido.

Live do GP da Áustria

Pole importante de Lando Norris e o melhor fim de semana até aqui de Gabriel Bortoleto na F1. São dois pilotos que gostam muito do circuito Red Bull Ring e que estão precisando de um bom resultado. A Ferrari deu um passo e a Red Bull ficou perdidinha na classificação.

Os assinantes Credenciados e Uniformizados podem ir preparando as perguntas para a nossa live. Aliás, me cobrem para falar de onde estão vindo os rumores sobre o Fred Vasseur!

Se você é assinante Credenciado ou Uniformizado e não está vendo o vídeo ou o link para a live, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As lives fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju. As assinaturas começam em R$18!

Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Drugovich, desmandos da FIA e a guerra – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #314

E a ganhadora do sorteio do mês é…

Isabela Marques foi sorteada entre TODOS os assinantes do No Paddock e vai receber em casa esse brinde muito especial: uma miniatura da McLaren MP4/4 em um estilo diferente, como se estivesse prestes a ser apresentada.

Lembrando o sorteio é feito em parceria com a Carv Racing. E mês que vem tem mais!

As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.

Norris em baixa e a F1 em alta – Newsletter No Paddock da F1 com a Ju #313

SORTEIO DO MÊS: Uma miniatura diferente da McLaren do 1º título do Senna

Aqui está o brinde que vou sortear na última quarta-feira de junho: uma miniatura da McLaren MP4/4 em um estilo diferente, como se estivesse prestes a ser apresentada.

Lembrando que TODOS os assinantes participam do sorteio, que é feito em parceria com a Carv Racing. Boa sorte!

As newsletters fazem parte do conteúdo exclusivo dos assinantes do No Paddock da F1 com a Ju.

Se você é assinante e não está vendo o conteúdo, certifique-se de ter feito o login no site.

Assinou o No Paddock e ainda não tem seu login? Crie aqui. Eu vou conferir a assinatura e dar o acesso.

As assinaturas começam em R$18, com o acesso à newsletter, ao e-book e a chance de ganhar brindes mensalmente. Para saber mais, acesse o No Paddock da F1 com a Ju.