Vídeo: Ju Responde sobre a “virada” da Mercedes e o que deu errado para Hamilton na Turquia

Tiro as dúvidas enviadas no Instagram @myf1life sobre o GP da Turquia de Fórmula 1 e falo sobre a estratégia de Lewis Hamilton e até onde ele poderia ter chegado com uma tática diferente, o crescimento da Mercedes e as dificuldades da Red Bull em Istanbul Park, a boa corrida para a Ferrari e o que deu errado para Ricciardo.

Por dentro da F1: Estilos de freada

Quando você está fazendo uma curva, o peso do carro está sendo jogado de um lado para o outro, então os seus comandos têm de ser leves para que esse equilíbrio não seja quebrado de maneira brusca. É muitas vezes, por retomar a velocidade de forma muito precipitada, que vemos pilotos rodando, enquanto entrar com muita velocidade vai fazer com que ele perca a tangente e muito provavelmente escape na saída

Raio-X do GP da Rússia (antes, e depois da chuva)

tomadas quando os radares começaram a mostrar que vinha água do sul nas últimas voltas tiveram muito a ver com o que acontecera nas quase uma hora e meia antes que a garoa começou a cair em Sochi

Decisions, decisions

Verstappen sai de duas corridas em que a Mercedes teve vantagem em termos de desempenho tendo perdido apenas cinco pontos em relação a Hamilton, e ainda com uma unidade de potência nova. Do lado do dono de 100 vitórias na carreira, por sua vez, fica o ânimo renovado por vencer uma corrida difícil, recuperando-se de um erro na classificação. E a realidade de que, em um campeonato no qual o conjunto Red Bull-Verstappen foi superior na maioria das provas, mesmo após 15 corridas disputadas, é ele, Hamilton, quem é o líder.

Raio-X do GP da Itália e como a McLaren construiu a dobradinha

A McLaren tinha duas vantagens importantes: a configuração de utilização da UP usada pelo time inglês fazia com que o motor recuperasse energia no meio da reta e depois a entrega voltava, e o motor Mercedes esteve mais forte que o Honda em Monza. Para completar, como disse Norris, o carro parecia “ganhar vida” toda vez que estava sem trânsito à frente

Vídeo: Ju Responde sobre mais uma treta de Max e Lewis, a dobradinha da McLaren e o futuro da sprint

Aqui as respostas das perguntas enviadas no instagram @myf1life sobre o GP da Itália e mais um acidente entre Hamilton e Verstappen. Tem a explicação para a punição (e o pitstop ruim) de Verstappen e o que ela significa para a próxima corrida do holandês, por que a McLaren andou tão bem, o que explica a dificuldade em se ultrapassar em Monza e o que a Fórmula 1 planeja fazer com o formato sprint para o ano que vem.

Predominantemente culpado – parte 2

Os lances foram muito similares e totalmente diferentes ao mesmo tempo. Diferentes pelo tipo de curva, já que, em Silverstone, tratava-se de uma curva de alta velocidade e, em Monza, de uma chicane lenta. E semelhantes porque, em ambas as situações, os dois pilotos decidiram não ceder.

Raio-X do GP da Holanda e as três missões que Verstappen cumpriu

Verstappen tinha três missões: para vencer o GP da Holanda: escapar logo do DRS, pois a velocidade no final da reta da Mercedes era superior, evitar ficar exposto a um undercut (o que em Zandvoort significava algo em torno dos 2s5) e, ao mesmo tempo, cuidar dos pneus, já que as interrupções nos treinos livres significaram que os times foram no escuro em termos de simulações de corrida.